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A experiência vivida por mulheres idosas como sofrimento social / The lived experience of elderly women as social suffering

Manna, Roberta Elias 08 November 2018 (has links)
O presente trabalho tem como objetivo investigar a experiência vivida por mulheres idosas. Justifica-se na medida em que há fortes indícios de que o envelhecimento da população feminina seja subjetivamente vivenciado como condição na qual se articulam, interseccionalmente, opressões de gênero, idade e classe social. Organiza-se metodologicamente como pesquisa qualitativa empírica com o método psicanalítico e caracteriza-se como estudo psicossocial, procurando investigar os modos pelos quais processos emocionais e sociais implicam-se mutuamente. Centra-se no estudo de casos selecionados dentre aqueles atendidos durante doze anos de trabalho em instituição de saúde pública especializada na atenção à saúde de idosos. Considerado à luz do método psicanalítico, esse material possibilitou a produção interpretativa de quatro campos de sentido afetivo-emocional, denominados: Sofrendo a Decadência do Corpo, Sofrendo por Ser Mulher, Sofrendo pela Solidão e Sofrendo na Cidade Grande. O quadro geral permite a proposição de que, apresentando-se fortemente marcada por sentimentos de desamparo, humilhação e injustiça, a experiência vivida pelas participantes deve ser compreendida não apenas como intimamente associada às mudanças corporais, características do processo de envelhecimento, mas também como sofrimento subjetivo socialmente determinado, demandando uma clínica compreensiva, que seja sensível ao padecimento e atenta às condições concretas de vida / The present study aims to investigate the lived experience of elderly women. It is justified in that there is strong evidence that the aging of the female population is subjectively experienced as a condition in which gender, age and social class are intersectionally articulated. It is organized methodologically as an empirical qualitative research with the psychoanalytical method and is characterized as a psychosocial study, seeking to investigate the ways in which emotional and social processes demand to be understood as always implicated in each other. It focuses on the study of selected cases among those attended during twelve years of work in a public health institution specializing in the health care of the elderly. Considered in the light of the psychoanalytical method, this material permit the interpretative production of four affective-emotional meaning field named: \"Suffering the Decay of the Body\", \"Suffering for Being a Woman\", \"Suffering for Solitude\" and \"Suffering in the Big City\". The general framework allows the proposition that being strongly marked by feelings of helplessness, humiliation and injustice, the participants\' emotional experience must be understood not only as closely associated with the body changes that characterize the aging process, but also as socially determined subjective suffering, demanding a comprehensive clinic that is sensitive to suffering and attentive to the concrete conditions of life
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Juventude e projeto de vida: um estudo interseccional dos modos de subjetivação de universitários/as de origem popular

GOMES, Vanessa Benevides Martins 22 June 2016 (has links)
Submitted by Fabio Sobreira Campos da Costa (fabio.sobreira@ufpe.br) on 2017-06-06T12:48:49Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Gomes, Vanessa Benevides Martins..pdf: 645671 bytes, checksum: a9e345058e4414b953e42e7cf81c2552 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-06-06T12:48:49Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Gomes, Vanessa Benevides Martins..pdf: 645671 bytes, checksum: a9e345058e4414b953e42e7cf81c2552 (MD5) Previous issue date: 2016-06-22 / CAPES / Esta pesquisa investigou os modos de subjetivação de jovens de origem popular, quanto aos seus projetos de vida, no contexto de inserção em uma graduação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), campus Recife. Os dados empíricos advêm de uma experiência de pesquisa-intervenção, realizada com um grupo de dez estudantes dos cursos de Pedagogia, Ciências Sociais, Psicologia, Ed. Física – licenciatura, e Engenharia de Minas, com idades entre 19 e 24 anos, durante os meses de setembro e outubro de 2015. Isto se deu com a assunção dos dispositivos acadêmcios institucionais, enquanto formas estratégicas de dominação dos sujeitos das classes subalternas na educação. Buscou-se demarcar os contextos micros das relações, as posições de resistencias de jovens no acesso aos espaços, marcados pela elitização do ensino público superior. O debate feminista pós-estrutural teve destaque contribuindo com a identificação dos marcadores sociais de desigualdade/opressão, articulados na produção das subjetividades. A opçãodescoloniale feminista, foram prerrogativas epistemológicas à elaboração de um texto narrado em primeira pessoa. Concomitante, foram efetuadas três oficinas grupais norteadas pelos eixos da Política de Assistência Estudantil da Pró-reitoria de Assistência Estudantil, (Proaes); o mapeamento das desigualdades, e as posições de resistências. Os resultados finais indicaram a afirmação de identidades políticas dos/as interlocutores/as com grupos sociais minoritários, feminista e racial. Ao visibilizar uma rede fragmentada de assistência, utilizou-se a figura de furos em um mapa para simbolizar a exclusão no campus. Posteriormente, foram realizadas duas entrevistas individuais com um homem e uma mulher jovens, objetivando-se a triangulação na análise com o viés autobiográfico dos pontos de viragem captados pelas narrativas. Entretanto, assinala-se o atributo político das experiências do projeto nas trajetórias de jovens das classes subalternas ao politizarem suas vivências, superando a ordem imposta pelo atual modelo hegemônico de educação superior. / This research treated the modes of subjectivity of youth from poor source and their life projects into the context of inclusion in a graduation at the Federal University of Pernambuco (UFPE), Recife campus. Empirical data come from a research-intervention, conducted with a group of ten students of Pedagogy, Social Sciences, Psychology, Physical Ed. - Degree, and Mining Engineering, aged 19 and 24, in September and October 2015. This occurred with the assuming of institutional arrangements, as strategic forms of domination of people by education. We attempted to demarcate the tiny aspects of relationships, youth resistances positions in access to space, marked by the public higher education elitist. The post-structural feminist debate had highlighted contributing to the identification of social markers of inequality / oppression, articulated in the production of subjectivities. The decolonial and feminist options were epistemological powers to draw up a argumentative text narrated in first person by the researcher. Concomitantly, we were made three group workshops, guided by the axes of the Student Assistance Policy Pro-rector (Proaes); the mapping of inequalities, and resistance positions. The final results indicated the statement of political identities of interlocutors with minority social groups, feminist and racial. To view a fragmented network of assistance we used holes image on a map to symbolize exclusion on campus. Later, two individual interviews with a man and a young woman were carried out, aiming to triangulation the analysis with the autobiographical bias of turning points raised by the narrative. However, it highlights the political attribute of project experiences in youth trajectories of the lower classes to politicize his experiences overcoming the order imposed by the current hegemonic model of higher education.
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Penalidade e privilégio: a falsa representação dos homens negros homossexuais

Gomes, Ana Carolina Welligton Costa 03 March 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-03-15T19:34:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Ana Carolina Wellington Costa Gomes.pdf: 1522959 bytes, checksum: 1017b09c9f326894285a2c1adc25d4ed (MD5) Previous issue date: 2015-03-03 / This research aims at studying the intersectionality in Black homosexual individuals, but adding a dimension considered as privileged: male gender. The study took as theoretical reference Nancy Fraser's idea of a three-dimensional justice, which allowed the analysis of how Black homosexual men suffer from a misrepresentation injustice in gay movement. For a precise definition of Black male homosexual identity, interviews with men from this group were used. Finally, the research proposes suggestions for the problem of misrepresentation, by a comparative analysis of Black feminism, so that more effective public policies and legislation for the group studied are fashioned. / Esta pesquisa visa a estudar a interseccionalidade em sujeitos negros homossexuais, mas adicionando uma dimensão considerada como privilegiada: o gênero masculino. A dissertação tomou como referencial teórico a ideia de justiça tridimensional de Nancy Fraser, que permitiu analisar de que forma os homens negros homossexuais sofrem da injustiça da falsa representação dentro do movimento gay. Para uma definição precisa da identidade negra homossexual, utilizaram-se entrevistas com homens desse grupo. Ao final, o trabalho propõe soluções para o problema do déficit representativo, por meio de uma análise comparativa com o feminismo negro, a fim de que sejam pensadas políticas públicas e legislações mais eficazes ao grupo objeto de estudo.
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Tecnologia (d)e gênero: vetores interseccionais para a análise das feminilidades brasileiras

Balestieri, Camille Roberta 01 September 2017 (has links)
Submitted by Renata Lopes (renatasil82@gmail.com) on 2017-10-11T13:57:18Z No. of bitstreams: 1 camillerobertabalestieri.pdf: 1208767 bytes, checksum: f0eeddac45e74a0b5268abd4c45327c4 (MD5) / Approved for entry into archive by Adriana Oliveira (adriana.oliveira@ufjf.edu.br) on 2017-10-16T13:35:35Z (GMT) No. of bitstreams: 1 camillerobertabalestieri.pdf: 1208767 bytes, checksum: f0eeddac45e74a0b5268abd4c45327c4 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-10-16T13:35:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 camillerobertabalestieri.pdf: 1208767 bytes, checksum: f0eeddac45e74a0b5268abd4c45327c4 (MD5) Previous issue date: 2017-09-01 / A presente pesquisa se debruça sobre os estudos de gênero e a história dos feminismos no Brasil com o objetivo de propor vetores para a análise das feminilidades brasileiras, consideramos como vetores as marcas de identidade que, ao se interseccionarem, produzem uma complexificação da experiência do gênero (como a raça, a orientação sexual, a classe social, territorialidade, etc.). Acreditamos que a adoção da concepção do gênero como uma tecnologia (PRECIADO, 2002) somada às premissas dos feminismos pós-coloniais oferta a possibilidade de elaboração de um método analítico complexo de maneira que a leitura das feminilidades leve em consideração a situação colonial em sua totalidade. Ademais, consideramos que o projeto de corpo colonial perpassa fatores como a raça, classe, orientação sexual, territorialidade, etc., ou seja, possui caráter interseccional. Nesse percurso, exploramos como a teoria feminista ocidental exclui um contingente de mulheres cujas identidades diferem daquela proposta pelo colonialismo, percepção que abrange o feminismo brasileiro. A suposição da cumplicidade do feminismo ocidental com os ideais de dominação colonial nos motiva a revisitar a historiografia feminista brasileira de forma a reconhecer a existência de narrativas marginalizadas que concorrem com a história legitimada pela academia, além disso, desconstruímos as teorias sobre o gênero de viés construtivista que embasam essa perspectiva feminista apelando para a questão da materialidade dos corpos e denunciando que, ao reproduzir imperativos da filosofia ocidental, o construtivismo do gênero demonstra um potencial de emancipação limitado. Sugerimos, portanto, que a abertura da categoria mulher pode proporcionar leituras mais precisas e não totalizantes da realidade dos diferentes grupos de mulheres brasileiras. Para cumprir com os objetivos da pesquisa, adotamos como proposta metodológica a revisão bibliográfica de textos sobre a história do feminismo no Brasil, estudos de gênero, teoria da interseccionalidade e contribuições que abordam a confluência dos feminismos e pós-colonialismos. / This research focuses on gender studies and the history of the brazilian feminism aiming to propose vectors for the analysis of Brazilian women, we consider that vectors are identities’ marks that produce a complex gender’s experiences (such as race, sexual orientation, social class, territoriality, etc.). We propose that the conception of gender as a tecnology (PRECIADO, 2002) and the postcolonial feminisms offer the possibility of building a complex method to examine womanhood that takes into consideration the colonial situation in its totality. We also consider that the colonial body project crosses factors as race, class, sexual orientation, territoriality, etc., perpassa fatores como a raça, classe, orientação sexual, territorialidade, etc., in other words, it has a intersectional quality. In this order, we explore how Western feminist theory excludes a contigent of women whose identities differ from the one intended by the colonialismo, this perception includes Brazilian feminism. The assumption of the complicity of Western feminism with the ideals of colonial domination motivates us to go through Brazilian feminist historiography in order to recognize the existence of marginalized narratives the existence of marginalized narratives wich are parallel to the history legitimized by the academy. In addition, we desconstruct constructivist gender theories that support this feminist bias appealing to the question of the materiality of bodies and evidencing that gender constructivism has a limited potential for emancipation because of the reproduction of Western philosophy’s imperatives. Therefore, we suggest that the opening of women’s category may provide more accurate non-totalizing analysis of the reality of different Brazilian women’s groups. To accomplish the research objectives we adopt as a methodology the bibliografic review on the history of feminism in Brazil, gender studies, intersectional theory and texts that address the confluence of feminisms and postcolonialisms.
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Lésbicas e mulheres bissexuais: uma leitura interseccional do cuidado à saúde / Lesbian and bisexual women: an intersectional approach to health care

Julliana Luiz Rodrigues 11 December 2018 (has links)
A invisibilidade das lésbicas e das mulheres bissexuais, bem como a escassez de conhecimento científico a seu respeito ainda se faz presente no Brasil. Nas políticas de saúde brasileira elas são incluídas na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher de 2003 e na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros de 2010. No entanto, é imprescindível conhecer suas concepções e práticas de saúde, no sentido de possibilitar interpelar as políticas elaboradas e identificar desvantagens sociais relacionadas aos processos de discriminação a que são submetidas. Este trabalho, de vertente qualitativa, teve por objetivo analisar como as lésbicas e mulheres bissexuais vivenciam a sexualidade e experienciam o cuidado à saúde em geral e à saúde sexual, em particular, a partir da abordagem da interseccionalidade. Participaram da pesquisa 17 mulheres com 18 anos ou mais que se auto referiram lésbicas ou bissexuais. A produção dos dados empíricos se deu por meio de entrevistas semiestruturadas seguindo roteiro temático previamente elaborado. Os cuidados éticos incluíram explicação detalhada acerca dos objetivos da pesquisa, de modo a garantir a participação voluntária e a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética da USP. Todas as entrevistas foram gravadas e transcritas. Para análise dos dados utilizamos a abordagem da interseccionalidade, compreendendo como os marcadores sociais da diferença dialogam com o cuidado à saúde. A idade das participantes variou de 19 a 68 anos; seis eram negras, nove brancas e duas pardas; doze eram lésbicas e cinco bissexuais. Raça/cor e orientação sexual foram auto referidos. A diversidade na composição das participantes foi uma escolha metodológica para abarcar diferentes marcas identitárias quanto à raça, classe social, geração e orientação sexual. A intersecção entre sexualidade e geração opera vulnerabilizando mulheres jovens, pois estão expostas a intenso sofrimento psíquico em função da dependência financeira de familiares. Questões raciais surgiram no discurso de mulheres negras como marca identitária e de opressão em situações para além de contexto de saúde. O sentido e a visibilidade em torno da orientação sexual dependem, entre outras coisas, de experiências racistas. Finalmente, o intercruzamento entre sexualidade e classe social foi apreendida a partir da noção de territorialidade. A periferia de São Paulo parece interferir na maneira como as mulheres se apropriam e performatizam gênero. Percebemos relação entre regiões centrais e maior flexibilidade na expressão de gênero e de orientação sexual. No tocante aos temas relativos à saúde e à saúde sexual, os resultados apontam para a invisibilidade bissexual no contexto clínico. As dificuldades de lésbicas e bissexuais na consulta ginecológica vão desde receios quanto à exposição da orientação sexual até a não validação de sua sexualidade, quando sua vivência sexual com mulher é classificada como não sexo pelo profissional que a atende. A consulta em ginecologia opera com preponderância dos aspectos reprodutivos em detrimentos dos sexuais e é marcada por pressupostos heteronormativos. A intersecção entre orientação sexual e gênero pode produzir invisibilidade às bissexuais, que são lidas socialmente enquanto heterossexuais ou homossexuais / The invisibility of lesbians and bisexual women, as well as the scarcity of scientific knowledge about them, is still present in Brazil. In Brazilian health policies, they are included in the National Policy for Integral Attention to Women\'s Health of 2003 and in the National Policy of Integral Health Care for Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender and Transgender of 2010. However, it is imperative to know their conceptions and health practices, in order to make it possible to question the policies elaborated and to identify social disadvantages related to the discrimination processes to which they are submitted. This qualitative study aimed to analyze how lesbians and bisexual women experience sexuality and experience general health care and sexual health, in particular, from the intersectionality approach. The study was attended by 17 women aged 18 years or over who reported on lesbians or bisexuals. The production of the empirical data was done through semi-structured interviews following the thematic route previously elaborated. Ethical care included a detailed explanation of the research objectives, in order to guarantee voluntary participation and the signing of the Informed Consent Term. The study was approved by the ethics committee of USP. All interviews were recorded and transcribed. To analyze the data we use the intersectionality approach, understanding how the social markers of difference dialogue with health care. The participants\' ages ranged from 19 to 68 years; six were black, nine were white, and two were brown; twelve were lesbian and five bisexual. Race / color and sexual orientation were self-reported. The diversity in the composition of the participants was a methodological choice to embrace different identity marks regarding race, social class, generation and sexual orientation. The intersection between sexuality and generation operates by vulnerabilizing young women, as they are exposed to intense psychological suffering due to the financial dependence of their families. Racial questions have emerged in the discourse of black women as an identity mark and oppression in situations beyond a health context. The sense and visibility of sexual orientation depend, among other things, on racist experiences. Finally, the interbreeding between sexuality and social class was apprehended from the notion of territoriality. The periphery of São Paulo seems to interfere with the way women appropriate and performatize gender. We perceive the relationship between central regions and greater flexibility in the expression of gender and sexual orientation. Regarding health and sexual health issues, the results point to bisexual invisibility in the clinical context. The difficulties of lesbians and bisexuals in the gynecological consultation range from fears about the exposure of sexual orientation to the non-validation of their sexuality, when their sexual experience with women is classified as non-sex by the professional who attends her. The consultation in gynecology operates with preponderance of the reproductive aspects in detriments of the sexual and is marked by heteronormative assumptions. The intersection between sexual orientation and gender can produce invisibility to bisexuals, who are read socially as heterosexual or homosexual
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Do veneno à instiga, da dependência à recuperação: a espacialidade de tratamento de dependência química e a elaboração de identidades dos meninos em tratamento na Comunidade Terapêutica Marcos Fernandes Pinheiro, Ponta Grossa – PR / From venom to instigation, from dependence to recovery: The spatiality of chemical dependency treatment and the elaboration of identities of the boys in treatment in the Marcos Fernandes Pinheiro Therapeutic Community, Ponta Grossa – PR

Morais, André de 06 April 2017 (has links)
Submitted by Eunice Novais (enovais@uepg.br) on 2017-08-17T16:41:52Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) MORAIS, André de.pdf: 2012044 bytes, checksum: 1335c3711c49338730046fba62a7347b (MD5) / Made available in DSpace on 2017-08-17T16:41:52Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) MORAIS, André de.pdf: 2012044 bytes, checksum: 1335c3711c49338730046fba62a7347b (MD5) Previous issue date: 2017-04-06 / Esta dissertação tem como fio condutor o seguinte questionamento: Como as identidades dos meninos que constituem a espacialidade da Comunidade Terapêutica Marcos Fernandes Pinheiro em Ponta Grossa – PR são elaboradas a partir da experiência de tratamento de dependência química? Com o objetivo de responder ao presente questionamento, foram realizadas oito entrevistas com os meninos em tratamento na Comunidade Terapêutica Marcos Fernandes Pinheiro no município de Ponta Grossa, PR, no período de abril e maio de 2016. Para a sistematização e análise dos dados resultantes das entrevistas, a metodologia utilizada apoia-se em Bardin (1977), com a proposta de Análise de Conteúdo do Discurso. Desta análise, destacam-se os eixos semânticos significados por espacialidades discursivas relacionadas às temporalidades as quais os meninos se referem em seus relatos de vivências que, não obstante, são singulares e específicos a cada um. O uso de substâncias psicoativas (SPAs) está relacionado à intensificação da condição de marginalidade socioespacial dos meninos que colaboram com essa pesquisa enquanto sujeitos pesquisados, bem como enquanto prática de resistência a essa marginalidade. O tratamento de dependência química, deste modo, coloca-se enquanto um elemento fundamental na alteração desta dinâmica, de modo a relacionar-se diretamente à elaboração identitária dos meninos, ou seja, às suas vivências espaciais que ocorrem cotidianamente. Assim, este trabalho estabelece um elo entre o empírico, através dos relatos dos meninos em tratamento, com a Ciência Geográfica, no sentido de explorar o intangível, o invisível e o efêmero, como propõe Nogué e Roméro (2006). / This dissertation is based on the following question: How are the identities of the boys that constitute the spatiality of the Marcos Fernandes Pinheiro Therapeutic Community in Ponta Grossa - PR elaborated from the experience of chemical dependency treatment? In order to respond to the present questioning, eight interviews were performed with the boys under treatment in the Marcos Fernandes Pinheiro Therapeutic Community in the city of Ponta Grossa, PR, in the period of April and May of 2016. For the systematization and analysis of the data resultant from the interviews, the methodology used is based on Bardin (1977), with the Discourse Content Analysis proposal. From this analysis, we highlight the semantic axis signified by discursive spatiality related to the temporalities which the boys refer to in their reports of experiences that, notwithstanding, are singular and specific to each one. The use of psychoactive substances (PAS) is related to the intensification of the condition of social and spatial marginalization of the boys who collaborate with this research as subjects researched, as well as a practice of resistance to this marginalization. The chemical dependency treatment thus becomes a fundamental element in the change of this dynamic, in order to relate directly to the identity development of the boys, that is to say, to their spatial experiences that occur daily. Therefore, this work establishes a link between the empirical, through the reports of the boys in treatment, and Geographic Science, in the sense of exploring the intangible, the invisible and the ephemeral, as proposed by Nogué and Roméro (2006).
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Lésbicas e mulheres bissexuais: uma leitura interseccional do cuidado à saúde / Lesbian and bisexual women: an intersectional approach to health care

Rodrigues, Julliana Luiz 11 December 2018 (has links)
A invisibilidade das lésbicas e das mulheres bissexuais, bem como a escassez de conhecimento científico a seu respeito ainda se faz presente no Brasil. Nas políticas de saúde brasileira elas são incluídas na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher de 2003 e na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros de 2010. No entanto, é imprescindível conhecer suas concepções e práticas de saúde, no sentido de possibilitar interpelar as políticas elaboradas e identificar desvantagens sociais relacionadas aos processos de discriminação a que são submetidas. Este trabalho, de vertente qualitativa, teve por objetivo analisar como as lésbicas e mulheres bissexuais vivenciam a sexualidade e experienciam o cuidado à saúde em geral e à saúde sexual, em particular, a partir da abordagem da interseccionalidade. Participaram da pesquisa 17 mulheres com 18 anos ou mais que se auto referiram lésbicas ou bissexuais. A produção dos dados empíricos se deu por meio de entrevistas semiestruturadas seguindo roteiro temático previamente elaborado. Os cuidados éticos incluíram explicação detalhada acerca dos objetivos da pesquisa, de modo a garantir a participação voluntária e a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética da USP. Todas as entrevistas foram gravadas e transcritas. Para análise dos dados utilizamos a abordagem da interseccionalidade, compreendendo como os marcadores sociais da diferença dialogam com o cuidado à saúde. A idade das participantes variou de 19 a 68 anos; seis eram negras, nove brancas e duas pardas; doze eram lésbicas e cinco bissexuais. Raça/cor e orientação sexual foram auto referidos. A diversidade na composição das participantes foi uma escolha metodológica para abarcar diferentes marcas identitárias quanto à raça, classe social, geração e orientação sexual. A intersecção entre sexualidade e geração opera vulnerabilizando mulheres jovens, pois estão expostas a intenso sofrimento psíquico em função da dependência financeira de familiares. Questões raciais surgiram no discurso de mulheres negras como marca identitária e de opressão em situações para além de contexto de saúde. O sentido e a visibilidade em torno da orientação sexual dependem, entre outras coisas, de experiências racistas. Finalmente, o intercruzamento entre sexualidade e classe social foi apreendida a partir da noção de territorialidade. A periferia de São Paulo parece interferir na maneira como as mulheres se apropriam e performatizam gênero. Percebemos relação entre regiões centrais e maior flexibilidade na expressão de gênero e de orientação sexual. No tocante aos temas relativos à saúde e à saúde sexual, os resultados apontam para a invisibilidade bissexual no contexto clínico. As dificuldades de lésbicas e bissexuais na consulta ginecológica vão desde receios quanto à exposição da orientação sexual até a não validação de sua sexualidade, quando sua vivência sexual com mulher é classificada como não sexo pelo profissional que a atende. A consulta em ginecologia opera com preponderância dos aspectos reprodutivos em detrimentos dos sexuais e é marcada por pressupostos heteronormativos. A intersecção entre orientação sexual e gênero pode produzir invisibilidade às bissexuais, que são lidas socialmente enquanto heterossexuais ou homossexuais / The invisibility of lesbians and bisexual women, as well as the scarcity of scientific knowledge about them, is still present in Brazil. In Brazilian health policies, they are included in the National Policy for Integral Attention to Women\'s Health of 2003 and in the National Policy of Integral Health Care for Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender and Transgender of 2010. However, it is imperative to know their conceptions and health practices, in order to make it possible to question the policies elaborated and to identify social disadvantages related to the discrimination processes to which they are submitted. This qualitative study aimed to analyze how lesbians and bisexual women experience sexuality and experience general health care and sexual health, in particular, from the intersectionality approach. The study was attended by 17 women aged 18 years or over who reported on lesbians or bisexuals. The production of the empirical data was done through semi-structured interviews following the thematic route previously elaborated. Ethical care included a detailed explanation of the research objectives, in order to guarantee voluntary participation and the signing of the Informed Consent Term. The study was approved by the ethics committee of USP. All interviews were recorded and transcribed. To analyze the data we use the intersectionality approach, understanding how the social markers of difference dialogue with health care. The participants\' ages ranged from 19 to 68 years; six were black, nine were white, and two were brown; twelve were lesbian and five bisexual. Race / color and sexual orientation were self-reported. The diversity in the composition of the participants was a methodological choice to embrace different identity marks regarding race, social class, generation and sexual orientation. The intersection between sexuality and generation operates by vulnerabilizing young women, as they are exposed to intense psychological suffering due to the financial dependence of their families. Racial questions have emerged in the discourse of black women as an identity mark and oppression in situations beyond a health context. The sense and visibility of sexual orientation depend, among other things, on racist experiences. Finally, the interbreeding between sexuality and social class was apprehended from the notion of territoriality. The periphery of São Paulo seems to interfere with the way women appropriate and performatize gender. We perceive the relationship between central regions and greater flexibility in the expression of gender and sexual orientation. Regarding health and sexual health issues, the results point to bisexual invisibility in the clinical context. The difficulties of lesbians and bisexuals in the gynecological consultation range from fears about the exposure of sexual orientation to the non-validation of their sexuality, when their sexual experience with women is classified as non-sex by the professional who attends her. The consultation in gynecology operates with preponderance of the reproductive aspects in detriments of the sexual and is marked by heteronormative assumptions. The intersection between sexual orientation and gender can produce invisibility to bisexuals, who are read socially as heterosexual or homosexual
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[pt] INTERSECCIONALIDADE E MAL ESTAR NA ADOLESCÊNCIA / [en] INTERSECTIONALITY AND MALAISE IN ADOLESCENCE

SERGIO HENRIQUE TEIXEIRA 23 January 2020 (has links)
[pt] O presente trabalho tem como objetivo dissertar sobre o conceito de interseccionalidade relacionado às adolescências e o mal estar na atualidade. A abordagem sobre a adolescência parte do referencial teórico da psicanálise e da perspectiva do sujeito do inconsciente. Porém considera as várias adolescências, conforme os seus contextos sociais, políticos, econômicos e culturais. A realidade atual da adolescência mobiliza bastante a sociedade brasileira, trazendo incômodos e estarrecimentos. Mas os mesmos sofrem constantes violações dos seus direitos humanos e alguns grupos estão em maior situação de vulnerabilidade por causa do preconceito, discriminação e até exclusão. O conceito de interseccionalidade é trazido para o trabalho para que se reflita sobre os processos de sobreposição de opressões e produção de vulnerabilidades. / [en] The present work aims to discuss the concept of intersectionality related to adolescence and current malaise. The approach on adolescence starts from the theoretical reference of psychoanalysis and from the perspective of the subject of the unconscious. But he considers the various teens, according to their social, political, economic and cultural contexts. The current reality of adolescence mobilizes Brazilian society a lot, bringing discomfort and bewilderment. But they suffer constant violations of their human rights and some groups are more vulnerable because of prejudice, discrimination and exclusion. The concept of intersectionality is brought into the work to reflect on the processes of overlapping oppression and vulnerability production.
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Jovens negras e a sala de aula : caminhos para promover o reconhecimento da negritude feminina por meio do ensino de sociologia /

Sousa, Mariana Alves de January 2020 (has links)
Orientador: Lidia Maria Vianna Possas / Resumo: O presente trabalho tem como tema central o reconhecimento da negritude feminina por meio do Ensino de Sociologia, em uma perspectiva interseccional entre raça e gênero. Para tanto, considera-se que as dimensões do racismo, a desigualdade de gênero e aos padrões construídos em torno desta, constituem entraves para que o processo de identificação de jovens negras seja tardio. Para melhor problematizar esse fenômeno social, foi realizada a aplicação e análise de entrevistas semiestruturadas com jovens negras estudantes do Ensino Médio relacionadas ao método de pesquisa etnográfica, a fim de analisar como as relações sociais desse público repercute no ambiente escolar. Os dados coletados evidenciaram que, de fato, raça e gênero são marcadores sociais que se correlacionam e produzem problemáticas na construção da identidade étnico-racial de jovens negras em decorrência das opressões que se desdobram na realidade social desse público. No ambiente escolar, essas jovens ainda vivenciam as dimensões do racismo e a desigualdade de gênero, inclusive por parte do senso comum dos(as) educadores(as) que pouco problematizam esses fenômenos sociais e, consequentemente, os naturalizam. Desse modo, interseccionalidade representa um pressuposto primordial para que, por meio do Ensino de Sociologia, o reconhecimento da negritude feminina ocorra de forma menos tardia e as problemáticas de raça e gênero sejam debatidas de forma crítica em sala de aula. Os principais objetivos da pesquisa consisti... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: This study has as its central theme the recognition of female blackness through the Teaching of Sociology, in an intersectional perspective between race and gender. Therefore, it is considered that the dimensions of racism, gender inequality and the standards built around it, constitute obstacles for the process of identifying young black women to be late. To better problematize this social phenomenon, semi-structured interviews with young black high school students related to the ethnographic research method were applied and analyzed, in order to analyze how the social relations of this public affects the school environment. The data collected showed that, in fact, race and gender are social markers that correlate and produce problems in the construction of the ethnic-racial identity of young black women as a result of the oppressions that unfold in the social reality of this public. In the school environment, these young women still experience the dimensions of racism and gender inequality, including on the part of the common sense of educators who do little to problematize these social phenomena and, consequently, naturalize them. In this way, intersectionality represents a primordial assumption so that, through the Teaching of Sociology, the recognition of female blackness occurs less late and the issues of race and gender are discussed critically in the classroom. The main objectives of the research were to expand the debate on intersectionality with the Teaching of Soci... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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[en] INVISIBLE WOMEN: AN ANALYSIS OF THE INFLUENCE OF GENDER STEREOTYPES ON INCARCERATED WOMEN S LIFE / [pt] MULHERES INVISÍVEIS: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO NA VIDA DE MULHERES ENCARCERADAS

DEBORA CHESKYS 14 September 2018 (has links)
[pt] Estereótipos são generalizações sobre atributos, características e comportamentos possuídos por um grupo. Embora se possa reconhecer a sua utilidade na praticidade da vida social, eles podem gerar distorções da realidade e consequentemente ocasionar prejuízos, quando, ao não considerar as especificidades de determinadas pessoas ou grupos, age para lhes negar direitos. Em uma sociedade patriarcal em que as imagens de mulher foram construídas de forma relacional ao homem, os estereótipos de gênero contribuem para a criação e para o reforço de hierarquias de gênero que operam em detrimento das mulheres. No caso das mulheres encarceradas brasileiras, é possível enxergar a forma como os estereótipos agem para criminalizá-las duplamente observando as condições de encarceramento a que estão submetidas. A realidade das presidiárias demonstra que o estereótipo da mulher como frágil e passiva, quando rompido, gera uma reprovação social maior, de modo que sua criminalidade parece ser mais grave que a do homem. Há dois aspectos que devem necessariamente ser levados em consideração no estudo do encarceramento feminino: a custódia da mulher anterior ao sistema penal, materializada por uma política de controle informal posta em prática pela família; e a interseção entre os múltiplos focos de discriminação que sofre a mulher presa. Se o direito é certamente uma instituição através da qual os estereótipos de gênero são reproduzidos, este trabalho pretende questionar em que medida ele pode também ser um instrumento de luta por igualdade, reconhecendo a urgência na construção e valorização de criminologias feministas aptas a transformar as práticas de gênero que vem impedindo a mulher presa de receber tratamento adequado. / [en] Stereotypes are generalizations about attributes, traits and behaviors which belong to a group. Although it is accepted their usefulness in practical social life, they can create distortions and consequently lead to damage when, on failing to consider the specificities of certain persons or groups, support the denial of their rights. In a patriarchal society where woman was constructed in relation to men, gender stereotypes contribute to create and reinforce gender hierarchies that operate against women. In the case of Brazilian women prisoners, we can see how stereotypes act to criminalize them twice by observing the prisons conditions to which they are subjected. The reality of prisoners shows that the stereotype of women as weak and passive when broken generates greater social disapproval, so their criminality seems to be more severe than that of men. There are two aspects that must necessarily be regarded in the study of women s imprisonment: women s custody prior to the penal system, embodied by a policy of informal control implemented by the family, and the intersection between the multiple focuses of discrimination that women in prison suffer. Being Law an institution where gender stereotypes are reproduced, this work aims at questioning to what extent it can be an instrument of struggle for equality, recognizing the urgency in building and enhancing some feminist criminology that can transform the practices of gender that have prevented incarcerated woman to receive adequate treatment.

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