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Influência da prenhez e do parto sobre a uretra : estudo experimental em ratas /

Melo, Fernanda Cristiane de. January 2007 (has links)
Orientador: Aparecido Donizeti Agostinho / Banca: Gilberto Uemura / Banca: Haylton Jorge Suaid / Resumo: A incontinência urinária feminina é um problema de saúde pública em razão de sua prevalência e impacto sobre a qualidade de vida da mulher. A gestação e o parto são considerados importantes na etiopatogenia da lU e a uretra e seus componentes, em especial sua musculatura, são fundamentais para o processo de continência. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da prenhez e do parto sobre o peso da bexiga, da uretra e diâmetro das fibras musculares e espessura da camada muscular estriada da uretra média de ratas. Foram estudadas 41 ratas divididas em quatro grupos: grupo 1 (n=08) - ratas nuligestas e nulíparas que constituíram o grupo controle; grupo 2 (n=11) - ratas sacrificadas no 18° dia de prenhez; grupo 3 (n=11) - ratas sacrificadas no 5° dia de pós-parto; grupo 4 (n=11) - ratas sacrificadas no 15° dia de pós-parto. As ratas foram acasaladas, e os animais com confirmação da prenhez constituíram o grupo de estudo e os demais, o grupo controle, e no período determinado os animais foram sacrificados. Antes do sacrifício os pesos dos animais foram mensurados e, após o sacrifício, a bexiga e a uretra foram retiradas e seus pesos, obtidos por meio de uma balança de precisão. As lâminas foram coradas pela técnica da hematoxilina-eosina e foi efetuada análise histomorfométrica para avaliação do diâmetro das fibras musculares esqueléticas e da espessura da camada dessa musculatura na região média do esfíncter da uretra. As ratas sacrificadas no 18° dia de prenhez apresentaram peso relativo superior ao das ratas dos demais grupos (p = 0,001). Os animais do grupo 3, sacrificados no 5° dia pós-parto apresentaram peso da bexiga e diâmetros das fibras musculares da uretra média superiores aos das ratas dos demais grupos (p = 0,037 e p = 0,027, respectivamente)... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The female urínary incontínence (UI) is a problem of publíc health in reason on its prevalence and impact about woman's qualíty of Iífe. The pregnancy and the partum areconsidered important factors on ethiopathogeny of UI and the urethra and its components, specially the musculature, are fundamental to the process of continence. The objective of this study was to evaluate the influence of pregnancy and the partum on weight of bladder, urethra and diameter of muscle fibers and mean thickness striate muscle matter of female rats. 41 female rats were studied divided into four groups: group 1 (n=08) - nuligestas and nulliparous rats which composed the control group; group 2 (n=11) - rats sacrificed on 18th day of pregnancy; group 3 (n=11) - rats sacrificed on 5th day post partum; group 4 (n=11) - rats sacrificed on 15th day post partum. The female rats were co upled, and the animais with pregnancy confirmed constituted the study group and the others the control group, and on determinate period the animais were sacrificed. Before the sacrifice the weight of animais were measured and, after the sacrifice, the bladder and urethra were removed with its weights obtained by a balance of precision. The sheets were flushing with the technique hematoxylin-eosin and was effectuated the analysis hystomorfometric to evaluation of diameter of skeletal muscular fibers and of thickness of matter of this musculature on mean region of urethra sphincter. The female rate sacrificed on 18th day of pregnancy showed relative weight superior to the rats of other groups (p=O.001). The animais of group 3, sacrificed on 5th day post partum, showed weight of bladder and diameter of muscle fibers of mean urethra superior to the rats of other groups (p=O.037 and p=O.027, respectively). The thickness of urethra muscl e matter showed similar... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Estudo quantitativo da matriz extracelular e células do músculo liso de bexigas urinária após traumatismo raquimedular / Quantitative study of extracellular matrix and musclecells in urinary bladder after spinal cord injury

José Guimarães Gomes 27 January 2011 (has links)
Lesões na inervação do trato urinário inferior ocasionado por traumatismo raquimedular afetam geralmente o músculo detrusor e o esfíncteres uretrais. Estas alterações acarretam problemas basicamente de incontinência urinária e aumento da pressão intravesical, decorrente deste traumatismo, trazendo consequências para o funcionamento do sistema urinário superior. Quantificar os elementos fibrosos da matriz extracelular e fibras musculares das bexigas neurogênicas hiper-reflexas comparando-as com bexigas normais. Foram utilizadas 6 amostras de bexigas neurogênicas de indivíduos que foram submetidos a cirurgia de reparação por cistoenteroplastia realizados pelo serviço de urologia do Hospital Municipal Souza Aguiar, estas amostras foram fixadas imediatamente em solução tamponada de formalina a 10%. O controle com amostras iguais as do estudo extraída de cadáveres cuja causa morte não relacionava-se ao sistema urogenital macroscópicamente. O material foi submetido as seguintes técnicas histoquímicas: H&E, van Gieson e Resorcina Fucsina resorcina de Weigert com prévia oxidação pela oxona. Imunohistoquímica: anti-elastina. A observação dos cortes corados pelo van Gieson demonstrou uma diminuição significativa do músculo liso de 13% e aumento do colágeno em 72% e as fibras do sistema elástico um aumento de 101%. Conclusão. Nas bexigas neurogênicas hiper-reflexas o músculo detrusor e os elementos fibrosos da matriz foram profundamente modificados. As fibras do sistema elástico foram as mais afetadas. / Lesions on lower urinary tract innervations caused by spinal cord injuries usually affect the detrusor muscle and urethral sphincter. Beside the smooth muscle fibers, the collagen fibers and elastic system fibers, fibrous components of the extracellular matrix of the bladder wall, are strongly related to vesicle bladder compliance. For this reason the aim of this work is to quantify the fibrous elements of the extracellular matrix and muscle fibers of the neurogenic bladder hyperreflexia. Samples of neurogenic bladder were obtained from six men who had previously undergone surgical repair. The control group samples (n=6) were similarly obtained from patients whose deaths were not related to the urogenital system. The samples were stained using the following histochemical techniques: H&E, Van Gieson, Weigert and Sirius Red. Sections stained with Sirius Red were observed under polarization light microscopy to characterize possible different kinds of collagen. Immunohistochemical technique was used to characterize and quantify the elastic system fibers. Quantification analysis was performed by stereological methods. An increase of 72% of the collagen was observed. Nevertheless, the most significant difference observed was the raising of 101% of the elastic system fibers. Contrary the smooth muscle fibers showed a decrease of 13%. In the neurogenic bladder with detrusor hyperreflexia the fibrous elements of the extracellular matrix and smooth muscle fibers were greatly modified. The elastic system fibers seem to be the most affected in this disease.
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Efeito radioprotetor da L-Glutamina na parede da bexiga de ratos submetidos à irradiação pélvica / Protective effects of L-Glutamine on the bladder wall of rats submitted to pelvic radiation

Leilane Maria Barcellos Nepomuceno 17 April 2013 (has links)
A radioterapia é frequentemente utilizada no tratamento de tumores da próstata, porém durante esse procedimento a bexiga sadia usualmente sofre efeitos colaterais. Através do uso de um modelo animal para irradiação pélvica, avaliamos se a suplementação nutricional com L-glutamina poderia prevenir possíveis danos na parede da bexiga, especialmente em suas camadas mais superficiais. Ratos Wistar adultos machos com idade entre 3 e 4 meses foram separados em grupos de 8 animais: grupo controle que não recebeu a irradiação; grupos somente irradiados que foram mortos 7 (R7) e 15 dias (R15) após a irradiação (dose única de 10 Gy na região pélvico-abdominal); grupos irradiados e suplementados com L-glutamina (0,65g/kg de peso por dia), que foram mortos 7 (RG7) ou 15 após a irradiação. Células e vasos sanguíneos da lâmina própria, bem como o urotélio, foram avaliados com métodos histológicos. No urotélio foram feitas análises da altura e densidade nuclear e na lâmina própria densidade celular, densidade vascular e o número de mastócitos. Os resultados mostraram que em R7, a altura e densidade nuclear do urotélio e a densidade celular da lâmina própria não foram alterados significativamente. Entretanto a densidade dos vasos sanguíneos foi reduzida em 48% (p<0,05) e essa alteração foi evitada pela glutamina (p <0,02). No grupo R15, a densidade celular do epitélio aumentou em 35% (p<0,02). A densidade celular da lâmina própria não apresentou diferença estatística entre os grupos. Os mastócitos na lâmina própria foram reduzidos em R7 e R15. Apesar de ainda reduzidos em RG7 em RG15 houve aumento no número desse tipo celular o que sugere uma ação positiva da glutamina. Células &#945;-actina positivas na lâmina própria formam uma camada suburotelial e foram identificadas como miofibroblastos. A espessura dessa camada aumentou em R7, mas foi semelhante ao controle em RG7, enquanto alterações em R15 e RG15 foram menos evidentes. Esses resultados mostraram que a utilização da L-glutamina antes e após a radioterapia deve ser considerada para uso humano na proteção da bexiga contra os efeitos da radiação. / Radiotherapy is often used to treat prostate tumors, but the normal bladder is usually adversely affected. Using an animal model of pelvic radiation, we investigated whether glutamine nutritional supplementation can prevent radiation-induced damage to the bladder, especially in its more superficial layers. Male rats aged 3 to 4 months were divided into groups of 8 animals each: controls, which consisted intact animals; radiated-only rats, which were sacrificed 7 (R7) or 15 (R15) days after a radiation session (10 Gy aimed at the pelvico-abdominal region); and radiated rats receiving L-glutamine supplementation (0.65 g/kg body weight/day), which were sacrificed 7 (RG7) or 15 (RG15) days after the radiation session. Morphological and morphometric analysis of the urothelium were made. Nuclear density, lamina propria cell density and mast cells numbers per area were counted. The results showed that, in R7, epithelial thickness, epithelial cell density, and cell density in the lamina propria were not significantly affected. However, density of blood vessels in R7 was reduced by 48% (p < 0.05) and this alteration was mostly prevented by glutamine (p < 0.02). In R15, density of blood vessels in the lamina propria was not significantly modified. However, epithelial thickness was reduced by 25% (p < 0.05) in R15, and this effect was prevented by glutamine (p < 0.01). In R15, epithelial cell density was increased by 35% (p < 0.02), but glutamine did not protect against this radiation-induced increase. Cell density in the lamina propria was likewise unaffected in R15. Density of mast cells in the lamina propria was markedly reduced in R7 and R15. The density was still reduced in RG7, but a higher density in RG15 suggested a glutamine-mediated recovery. Alpha-actin positive cells in the lamina propria formed a suburothelial layer and were identified as myofibroblasts. Thickness of this layer was increased in R7, but was similar to controls in RG7, while changes in R15 and RG15 were less evident. In conclusion, pelvic radiation leads to significant acute and post-acute alterations in the composition and structural features of the vesical lamina propria and epithelium. Most of these changes, however, can be prevented by glutamine nutritional supplementation. These results emphasize, therefore, the potential use of this aminoacid as a radioprotective drug.
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Terapia comportamental no controle da incontinência urinária da mulher idosa: uma ação de enfermagem na promoção do autocuidado / Behavioral therapy intne control of urinary incontinence in elderly women: a nursing action in promoting self-care

Barbara Martins Corrêa da Silva 18 December 2012 (has links)
A incontinência urinária gera implicações negativas nos âmbitos emocional, social e econômico tanto para o indivíduo incontinente, como para seus cuidadores. A terapia comportamental é uma das abordagens não-invasivas para a incontinência urinária. A terapia comportamental é realizada durante as consultas de enfermagem e a atuação do enfermeiro consiste na aplicação de um protocolo de orientações sobre hábitos de vida, medidas de controle da micção, treinamento para realização do diário miccional, treinamento de exercícios perineais e avaliação da resposta da paciente à terapia. O estudo tem como base teórica a Teoria do autocuidado de Dorothea Elisabeth Orem, pois a terapia comportamental visa instrumentalizar o indivíduo a realizar práticas de autocuidado a partir do protocolo de atendimento do ambulatório. O objetivo da pesquisa é avaliar a efetividade da terapia comportamental aplicada pelo enfermeiro para o controle miccional e melhora da qualidade de vida da mulher idosa. Trata-se de um ensaio clínico não-controlado.40 Foram incluídas no estudo mulheres acima de 60 anos que participam do Ambulatório do Núcleo de Atenção ao Idoso com a queixa clínica de perda involuntária de urina encaminhadas para o ambulatório de urogeriatria. A população estudada foi composta por 13 participantes. Os dados da pesquisa foram coletados a partir dos instrumentos de avaliação do ambulatório de urogeriatria que foram arquivados nos prontuários das pacientes: o diário miccional, avaliação de enfermagem na terapia comportamental e o questionário sobre qualidade de vida em mulheres com incontinência urinária chamado de Kings Health Questionnaire. Estes instrumentos foram aplicados antes e depois da terapia comportamental. Foram colhidos dados das pacientes acompanhadas no ambulatório durante o período de abril de 2011 a junho de 2012. Os resultados foram que após a terapia comportamental todas as idosas responderam que ingerem líquidos no período diurno, 92,30% das idosas responderam que estabeleceram um ritmo miccional de 2/2 horas ou de 3/3 horas. Sobre o parâmetro miccional perda de urina ao final da terapia comportamental 75% das idosas apresentaram ausência de perda de urina. Além disso, após a terapia comportamental nenhuma das pacientes teve perda de urina durante a realização dos exercícios e 92,30% apresentaram contração eficiente dos músculos perineais. Deste modo, esta pesquisa demonstrou que as idosas que participaram da terapia comportamental obtiveram melhora do controle urinário e da qualidade de vida. A terapia é um sistema que sofre retroalimentação à medida que o paciente adere às práticas de autocuidado e o enfermeiro reforça as orientações a fim de atingir o objetivo maior que é a sensação de bem estar. A teoria de Dorothea Orem se adequou bem ao estudo, pois a terapia comportamental permitiu aos idosos a assumirem responsabilidade com o seu corpo e se empenharem efetivamente para melhorar a sua condição de saúde e qualidade de vida. / Urinary incontinence generates negative implications in the fields emotional, social and economic incontinent for both the individual and for their caregivers. Behavioral therapy is a noninvasive therapyss for urinary incontinence. Behavioral therapy is performed during the visits by nurses and nursing work involves the application of a protocol for guidance on lifestyle habits, measures to control urination, training for performing voiding diary, training exercises and perineal assessment of patient response therapy. The theoretical study is based on the theory of self-care of Elisabeth Dorothea Orem, because behavioral therapy aims to equip the individual to perform self-care practices from the ambulatory care protocol. The objective of the research is to evaluate the effectiveness of behavioral therapy applied by nurses to control urination and improves the quality of life of women elderly. It is a non-controlled clinical trial. The study included women over 60 who participate in the Clinic's Center for Elderly Care clinic with the complaint of involuntary leakage of urine sent for geriatric clinic. The study population was composed of 13 individuals. The data were collected from records that have been filed in the records of patients: the voiding diary, nursing assessment and behavioral therapy on quality of life questionnaire in women with urinary incontinence called the King's Health Questionnaire. These instruments were administered before and after the behavioral therapy. Data were collected from medical records at the clinic during the period from April 2011 to June 2012. The results were that after behavioral therapy all elderly respondents that drink during the day, 92.30% of the women said they established a rhythm of urinary 2/2 hours or 3/3 hours. In parameter voiding urine loss the end of behavioral therapy, 75% of the women showed no loss of urine. Moreover, after behavioral therapy none of the patients had urine leakage during the exercises and showed 92.30% efficient contraction of the perineal muscles. Thus, this research demonstrated that the elderly who participated in the behavioral therapy had improved bladder control and quality of life. Therapy is a feedback system that the patient adheres to the practices of self-care and the nurse reinforces the guidelines in order to achieve the ultimate goal which is the feeling of well being. Dorothea Orem's theory is well adapted to study because behavioral therapy enabled the elderly to take responsibility with your body and engage effectively to improve their health status and quality of life.
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Eletroestimulação transcutânea do nervo tibial no tratamento da incontinência urinária de urgência em idosas: eficácia e seguimento

Schreiner, Lucas January 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T18:57:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000447976-Texto+Completo-0.pdf: 2294372 bytes, checksum: a52f283ed02e58ab228b1bcf5bd75ef1 (MD5) Previous issue date: 2013 / Population aging is a reality in all over the world, and aging increases the chance of developing urinary incontinence in women, so it is important to study effective therapeutic strategies and non-invasive for this growing population. The objectives of this study were: review the literature available regarding electrical stimulation and urinary incontinence, and examine the short-and long-term efficacy of transcutaneous tibial nerve electrical stimulation for the treatment of urge urinary incontinence in elderly women. We performed: a systematic review and a randomized clinical trial with 101 older women (> 60 years) with urge incontinence, followed by a cohort study with 50 who had improved after the initial therapy. The systematic review included 30 randomized studies that reported good results for intravaginal electrical stimulation for urge urinary incontinence, tibial nerve electrical stimulation and sacral stimulation in patients refractory; other therapies require further data. The 101 participants were treated with 12 weeks of bladder retraining and pelvic floor muscles training , and 51 were randomly selected to also receive electrical stimulation. The cases were evaluated by 3-day voiding diary, the Kings Health Questionnaire (KHQ) (scale of quality of life related to incontinence), the International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form (ICIQ-SF) and clinical data.The study population had a mean age of 69 years, clinical characteristics, the frequency of urinary incontinence and quality of life before treatment were similar between groups. Both groups showed significant improvement in ICIQ-SF in most KHQ domains, and clinical parameters. However, there was significantly improvement in the group treated with electrostimulation in all domains of the KHQ and ICIQ-SF. Throughout the follow-up, patients who relapsed in the group with electrostimulation, had good results in the repetition of therapy. Electrical stimulation techniques require more randomized trials to establish the benefit of each one for urinary incontinence. Our study showed that the tibial nerve transcutaneous electrical stimulation is safe, effective and durable in elderly patients with urge urinary incontinence. It should be considered the first line therapy to this group of patients. / O envelhecimento populacional é uma realidade em quase todo o mundo, e, o avanço da idade aumenta a chance de mulheres desenvolverem incontinência urinária, portanto, é muito importante o estudo de estratégias terapêuticas efetivas e não-invasivas para esta população cada vez maior. Os objetivos deste estudo foram: revisar a literatura disponível em relação a eletroestimulação e incontinência urinária, e; examinar a eficácia a curto e longo prazo da eletroestimulação transcutânea do nervo tibial, para o tratamento de incontinência urinária de urgência em idosas. Foram realizadas: uma revisão sistemática, e, um ensaio clínico randomizado, com 101 mulheres idosas (> 60 anos) com incontinência urinária por urgência, seguido de um estudo de coorte com as 50, que melhoraram com a terapia proposta. A revisão sistemática incluiu 30 estudos randomizados, que relataram bons resultados da eletroestimulação intravaginal para incontinência urinária de urgência, para eletroestimulação do nervo tibial e, para estimulação sacral em pacientes refratárias, as demais terapias carecem de mais informações. As 101 idosas foram tratadas com 12 semanas de retreinamento vesical e exercícios de reforço da musculatura do assoalho pélvico, sendo que 51 foram selecionadas aleatoriamente para receber também a estimulação elétrica. Os casos foram avaliados por: diário miccional de 3 dias, Kings Health Questionnaire (KHQ) (escala de qualidade de vida relacionada a incontinência), International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) e dados clínicos.A população em estudo tinha uma idade média de 69 anos, as características clínicas, o número de perdas urinárias e a qualidade de vida antes do tratamento foram semelhantes entre os grupos. Ambos os grupos apresentaram melhora significativa no ICIQ-SF, na maioria dos domínios do KHQ, e nos parâmetros clínicos. No entanto, houve melhora significativamente superior no grupo tratado com eletroestimulação em todos os domínios do KHQ e no ICIQ-SF. Ao longo do seguimento, as pacientes que recidivaram no grupo com eletroestimulação, tiveram bom resultado na repetição da terapia. As técnicas de eletroestimulação necessitam de mais estudos randomizados para estabelecer o benefício de cada uma delas frente a incontinência urinária. Nosso estudo mostrou que, a eletroestimulação transcutânea do nervo tibial é segura, efetiva e duradoura, em pacientes idosas com incontinência urinária de urgência, podendo ser usada como primeira linha terapêutica neste grupo de pacientes.
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A influência da intervenção fisioterapêutica sobre a qualidade de vida em pacientes com incontinência urinária

Knorst, Mara Regina January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T18:57:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000413193-Texto+Completo-0.pdf: 632939 bytes, checksum: 69fcf0622d194e96682c0422b3a2d373 (MD5) Previous issue date: 2009 / Urinary incontinence (UI) adversely affects the quality of life of the women that present this disorder. The effects of transvaginal electric stimulation and pelvic floor exercise on the quality of life of UI patients were investigated. The present study has as its objective to describe the characteristics of UI patients and to determine the effects of a physical therapy intervention on the UI symptoms, on the pelvic floor muscles, on the quality of life and on the symptoms of depression. This was a transversal, descriptive study developed in the São Lucas Hospital from the Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) between 2006 and 2008. Forty eight women with a clinical diagnosis of UI were referred from the Hospital’s urogynecology clinic. The patients were submitted to an initial and a final assessment which consisted of an anamnesis, perineometry, digital palpation, two quality of life questionnaires (King’s Health Questionnaire - KHQ e WHOQOL-bref) and the General Hospital Depression Scale. The conservative treatment consisted of transvaginal eletric stimulation and pelvic floor exercise for up to 15 sessions. The patients’ mean age was 53. 8 ± 10. 8 years, the majority was married (64. 6%), had complete or incomplete primary education (60. 4%) and lived outside Porto Alegre (58. 3%). Among the participants, 47. 9% had mixed UI (MUI), 39. 6% stress UI (SUI) and 12. 5% urge UI (UUI). The median duration of complaint of UI was 6. 5 years (3. 3 – 10). Half of the patients had between 2 and 4 pregnancies.The quality of life was affected and 36. 9% of the patients presented depressive symptoms. In average the patients underwent 12. 8 ± 3. 2 physical therapy sessions. In 87. 6% of the cases the patients reported being continent or satisfied with the treatment. After the treatment, there was no differences in the measurements of the perineometry (P=0. 29), but, according to the digital palpation, the muscle strength increased significantly (P<0. 01). After treatment, it was observed that the quality of life showed improvement in the KHQ’s eight dominions and in the WHOQOL-bref’s physical and psychological dominions, as well as there was improvement in the depression scale. The results suggest that the physical therapy intervention improves significantly the UI symptoms and the pelvic floor contraction and presents a positive impact on the quality of life and on the depressive symptoms. / A incontinência urinária (IU) afeta negativamente a qualidade de vida das mulheres que apresentam esta afecção. Os efeitos do uso de eletroestimulação transvaginal e cinesioterapia pélvica sobre a qualidade de vida de pacientes com IU foram estudados. O presente trabalho tem como objetivo descrever o perfil de pacientes com IU e analisar os efeitos da intervenção fisioterapêutica sobre os sintomas da IU, sobre a musculatura pélvica, sobre a qualidade de vida e sintomas de depressão. Trata-se de um estudo descritivo transversal realizado no Hospital São Lucas (HSL) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) nos anos de 2006 a 2008. Participaram do estudo 48 pacientes com diagnóstico de IU encaminhadas do ambulatório de uroginecologia. As pacientes foram submetidas a uma avaliação inicial e final que constou de anamnese, perineometria, teste bidigital, questionário de qualidade de vida King’s Health Questionnaire - KHQ e WHOQOL ABREVIADO e Escala de Depressão em Hospital Geral- EDHG). O tratamento conservador realizado consistiu de eletroestimulação transvaginal e cinesioterapia pélvica (máximo de 15 sessões). A idade das pacientes foi de 53,8 ± 10,8 anos, a maioria era casada (64,6%), tinha ensino fundamental completo ou incompleto (60,4%) e residia fora de Porto Alegre (58,3%). Das participantes do estudo, 47,9% tinham IU mista (IUM), 39,6% IU de esforço (IUE) e 12,5% IU de urgência (IUU). A mediana da duração da queixa de IU foi de 6,5 anos (3,3 – 10). Metade das pacientes tiveram entre 2 e 4 gestações.A qualidade de vida estava alterada e 36,9% das pacientes apresentavam sintomas depressivos. Foram realizadas em média 12,8 ± 3,2 sessões fisioterapêuticas. Em 87,6% dos casos as pacientes informaram estar continentes ou satisfeitas com o tratamento. Não houve diferença, após a intervenção, nas medidas da perineometria (P=0,29). No teste bidigital, a força muscular aumentou significativamente (P<0,01). Observou-se melhora da qualidade de vida nos oito domínios do KHQ e nos domínios físico e psicológico do WHOQOL, assim como houve melhora nos resultados da escala de depressão após o tratamento. Os resultados sugerem que a intervenção fisioterapêutica melhora significativamente os sintomas da IU e a contração da musculatura pélvica e apresenta impacto positivo na qualidade de vida e nos sintomas depressivos.
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O uso da acupuntura no tratamento de idosas com incontinência urinária

Gottlieb, Daniele Galdino January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T18:57:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000408801-Texto+Completo-0.pdf: 558334 bytes, checksum: 5965771e8a2acb21db98c9452fb233b9 (MD5) Previous issue date: 2009 / This project is meant to verify the use of acupuncture on the treatment for urinary incontinence in socially active elderly women. It also means to verify acupuncture’s efficiency and the increase of quality of life for those elderly women with urinary incontinence who have gone under acupuncture treatment. Methods Longitudinal and interventionist study, involving 24 women either of the same age or over 60 from Casa do Idoso (Elderly Home). It also involved others from Basic Health Units in Gravataí, RS. From the total of subjects, 13 were in the case group and 11 in the control group. The "King’s Health Questionnaire" (KHQ) has been adopted as the evaluation tool at the beginning and at the end of a 12-week treatment. The KHQ has been translated and validated. The control group went under 12 sessions with acupuncture, making use of the suggested points by the WHO, with disposable acupuncture needles being introduced with the help of a chuck to the depth of 1,5 mm during 25 minutes being stimulated by rotating movements twice in each session. The variables measured through the life quality questionnaire have been analyzed with the two-way ANOVA procedure. Significance at a level of 5% has been considered. Results The age average of the subjects on this study was 67,08 years of age and XX of standard deviation. The acupuncture group has shown an improvement on the total score of life quality and urinary incontinence in relation to the control group (p<0,0001). Considering the period of a 12-week observation, it is possible to notice the difference between both groups (p<0,0003). Some aspects like: How much do you think your bladder problem bothers you? (p=0,0001 in the acupuncture group); Impairment on task performance (p=0,0084 in the average of the groups); Physical and social limitation (p=0,0004 in the averages and p<0,0001 in the acupuncture group); How much do they affect you? (p=0,0008 in the average of the groups), and the use of hygienic protector (p=0,0004 in the acupuncture group) showed pretty satisfactory results, and because of that, in addition to other positive clinical factors found, although not significant statistically led to a positive total average score (p=0,0003). Conclusions This study has shown that acupuncture has improved the symptoms of urinary incontinence in a 12-week period and, consequently, has improved the quality of life of elderly women, obtaining positive results according to the scores from the KHQ. / Verificar a utilização da acupuntura no tratamento da incontinência urinária em mulheres idosas socialmente ativas. Verificar a eficiência da acupuntura e a melhora da qualidade de vida em mulheres idosas com incontinência urinária que passarem pelo tratamento com acupuntura. Métodos Estudo longitudinal e intervensionista, envolvendo 24 mulheres de idade igual ou superior a 60 anos freqüentadoras da Casa do Idoso e de Unidades Básicas de Saúde de Gravataí, RS. Do total de participantes, 13 estavam no grupo caso e 11 no grupo controle. Como instrumento de avaliaçãoutilizou-se o “King´s Helth Questionnaire” (KHQ) traduzido e validado, inicialmente e ao término de 12 semanas de tratamento. O grupo controle realizou 12 sessões com acupuntura, utilizando-se os pontos sugeridos pela Organização Mundial de Saúde, com agulhas de acupuntura descartáveis sendo introduzidas com mandril à profundidade de 1,5 mm durante 25 minutos e sendo estimuladas por movimentos de rotação duas vezes a cada sessão. As variáveis medidas através do questionário de qualidade de vida foram analisadas utilizando-se o procedimento de comparação de médias ANOVA two-way. Considerou-se um nível de significância de 5%.Resultados A média de idade das participantes do estudo foi de 67,08 anos e 6,10 de desvio padrão. O grupo da acupuntura apresentou uma melhora no escore total de qualidade de vida e incontinência urinária em relação ao grupo controle (p<0,0001). Considerando o desdobramento no tempo de acompanhamento de 12 semanas, observa-se diferença entre os grupos (p<0,0003). Alguns quesitos como: Quanto você acha que seu problema de bexiga atrapalha você? (p=0,0001 no grupo acupuntura); Limitação do desempenho de tarefas (p=0,0084 nas médias dos grupos); Limitação física e social (p=0,0004 nas médias e p<0,0001 no grupo acupuntura); Quanto eles afetam você? (p=0,0008 nas médias dos grupos) e, uso de protetor higiênico (p=0,0004 no grupo acupuntura), tiveram resultados suficientemente satisfatórios, e graças a estes bons resultados, aliados aos demais quesitos que apresentaram-se apenas clinicamente positivos, porém não significativos estatisticamente é que as médias do escore total tiveram resultado positivo (p=0,0003). Conclusões O estudo demonstrou que a acupuntura melhorou os sintomas de incontinência urinária no período de 12 semanas e, consequentemente, melhorou a qualidade de vida das mulheres idosas, sendo os resultados demonstrados positivamente pelos escores obtidos no KHQ.
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Associação entre a musculatura do assoalho pélvico e a função sexual de mulheres com diferentes tipos de incontinência urinária

Darski, Caroline January 2016 (has links)
Introdução: Incontinência Urinária (IU) é comum na população feminina afetando um terço das mulheres adultas, podendo comprometer sua função sexual (FS). Ainda há controvérsia sobre o impacto da IU sobre a FS. A associação da FS e da funcionalidade da MAP é uma questão relevante que necessita aprofundamento. Objetivo: Comparar a FS de mulheres com Incontinência Urinária de Esforço (IUE) e Incontinência Urinária Mista (IUM), e correlacionar a funcionalidade da musculatura do assoalho pélvico (MAP) à FS destas mulheres. Método: Observacional e transversal, n=61 mulheres, de 30 a 70 anos que tiveram relação sexual nos últimos 12 meses. As participantes foram classificadas em dois grupos: IUE (n=22) E IUM (n=39). A avaliação foi constituída por ficha de anamnese, biofeedback pressórico, escala PERFECT, e questionário PISQ-12. A análise estatística foi realizada através do teste Shapiro-Wilk para verificar a normalidade dos dados. Para comparação dos dados foi utilizado o teste T de amostras independentes e o teste U de Mann-Whitney. Para correlação foi utilizado o teste de Correlação de Spearman. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: Diferença significativa na paridade e duração da queixa entre os grupos; na comparação do escore total do PISQ-12 e no domínio físico; nos itens P e F da escala PERFECT. Não houve correlação significativa entre a CVM Média e o Escore Total PISQ-12. Conclusão: Não foi demonstrado correlação entre a função da MAP e a FS nos grupos. Porém, houve diferença significativa entre a FS nos grupos. / Introduction: Urinary Incontinence (UI) is common among the female population. It affects one third of adult women and can compromise their sexual function (SF). There are still controversy about the impacts of UI on the SF. The association of the SF and the functionality of the pelvic floor muscles (PMF) is a relevant issue that needs to be better comprehended. Goal: Comparing the SF of women with Stress Urinary Incontinence (SUI) and Mixed Urinary Incontinence (MUI), and correlating these women’s PMF functionality to their SF. Method: Observational and cross-sectional, n=61 women aged 30 to 70 yo, who had had sexual relations in the last 12 months. The participants were divided into two groups: SUI (n=22) and MUI (n=39). The assessment consisted of the anamnesis record, pressure biofeedback, PERFECT scale and the PISQ-12 questionnaire. Statistical analysis was carried out using the Shapiro-Wilk test to verify the normality of the data. The independent t-test and the Mann-Whitney U test were used for data comparison. Spearman’s rank correlation was used to correlate data. The adopted level of significance was 5%. Results: Significant difference between the groups regarding the parity and duration of complaints; the PISQ-12 total score and the physical domain; the items Power-Pressure and Fast of the PERFECT scale. There was no significant correlation between the Maximum Voluntary Contraction (MVC) and the PISQ-12 total score. Conclusion: The tests did not find a correlation between the PFM functions and the SF in the groups. However, there was a significant difference in the SF between groups.
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Comparação do estímulo vibratório com a eletroestimulação intravaginal em mulheres com incontinência urinária : um ensaio clínico randomizado

Rodrigues, Marina Petter January 2017 (has links)
Introdução: O treinamento dos músculos do assoalho pélvico (MAP) é a primeira linha de tratamento conservador da incontinência urinária (IU), contudo, muitas mulheres não conseguem contrair essa musculatura voluntariamente. A eletroestimulação intravaginal (EEIV) é bem documentada nestes casos e o estímulo vibratório intravaginal (EVIV) também tem sido utilizado, mas poucos estudos abordam o método. Objetivo: Comparar a EEIV com o EVIV na funcionalidade dos MAP de mulheres com IU que não conseguem contrair voluntariamente os MAP. Materiais e métodos: Ensaio clínico randomizado realizado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre de junho de 2016 a setembro de 2017. Critérios de inclusão: mulheres maiores de 18 anos, com IU e incapazes de contrair voluntariamente os MAP. Critérios de exclusão: alergia ao látex e treinamento dos MAP nos últimos seis meses Após avaliação, as pacientes que correspondiam aos critérios de inclusão foram randomizadas em grupo EEIV e EVIV. Foram realizadas seis sessões individuais de 20 minutos, uma vez por semana. Resultados: Foram randomizadas 21 mulheres para cada grupo e 18 completaram o protocolo de EVIV e 17 o de EEIV. Ao final, o grupo EVIV apresentou aumento significativo na força dos MAP em relação ao grupo EEIV (p=0,026) e houve interação significativa do tempo e tipo de intervenção para a mesma variável (p=0,008) no GEVIV. Conclusão: O EVIV foi significativamente melhor que a EEIV na melhora da força dos MAP, mas são necessários mais estudos para consolidar seu uso na melhora da funcionalidade dos MAP e no tratamento da IU. / Introduction: Pelvic floor muscle (PFM) training is the first line of conservative treatment for urinary incontinence (UI); however, many women are unable to contract these muscles voluntarily. Intravaginal electrostimulation (IVES) is well documented in these cases and intravaginal vibratory stimulation (IVVS) is also used, but few studies address this method. Objective: To compare the use of IVES and IVVS on the function of the PFM in women with UI who cannot voluntarily contract the PFM. Materials and methods: Randomized clinical trial performed at the Hospital de Clínicas de Porto Alegre from June 2016 to September 2017. Inclusion criteria: women over 18 years of age with UI and unable to voluntarily contract their PFM. Exclusion criteria: latex allergy and PFM training over the last six months. After the assessment, the patients that met the inclusion criteria were randomized into IVES and IVVS groups. Six individual 20-minute sessions were held once a week Results: Twenty-one women were randomly assigned to each group and 18 completed the IVVS and 17 the IVES protocols. In the end, the IVVS group presented a significant increase in strength of the PFM in relation to the IVES group (p = 0.026) and there was a significant interaction between time and type of intervention for the same variable (p = 0.008) in the IVVS group. Conclusion: IVVS was significantly better than IVES in improving PFM strength, but more studies are needed to consolidate its use regarding PFM function and the treatment of UI.
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Avaliação ultrassonográfica do diâmetro uretral pós-parto e sua correlação com fatores gestacionais e incontinência urinária em seis meses após o nascimento

Picoloto, Ana Selma Bertelli January 2018 (has links)
INTRODUÇÃO: A incontinência urinária (IU) é uma condição multifatorial, sendo que, para muitas mulheres, a gestação, o trabalho de parto e o parto constituem os eventos-sentinela para o seu aparecimento. A ultrassonografia transperineal (translabial) tem sido utilizada para avaliação das alterações anatômicas que ocorrem após o parto, sendo possível correlacionar seus resultados com os sintomas de IU. Delineamos um estudo para comparar o valor do diâmetro uretral de mulheres após o parto vaginal e após a cesariana eletiva, correlacionando estas medidas com fatores ligados à gestação e ao nascimento, e com a presença de IU no período de seis meses após o nascimento. MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, composto por 205 pacientes. Foi realizada ultrassonografia transperineal para medida do diâmetro uretral, a nível do colo vesical e da uretra média, após o nascimento, e foram obtidas informações sobre a gestação e o parto, utilizando-se uma ficha específica para a coleta de dados. Seis meses após o nascimento, avaliamos a presença de IU nas pacientes, e quantificou-se a perda utrinária através do questionário ICIQ-SF (International Consultation on Incontinence – Short Form) (Tamanini, Dambros et al. 2004). RESULTADOS: Das 151 pacientes, 73 tiveram parto vaginal (grupo 1), e 78, cesariana eletiva (grupo 2). Houve diferença estatisticamente significativa na medida do diâmetro uretral no colo vesical após o parto, a qual foi menor no grupo 2 (p< 0,0001). Não houve diferença significativa na medida do diâmetro na uretra média entre os grupos (p=0,505). A medida do diâmetro uretral na uretra média apresentou correlação inversa com a presença IU em seis meses de seguimento (rs=0,219; p=0,014). Houve correlação positiva entre a presença de incontinência urinária durante a gestação e em seis meses após o nascimento (p=0,016). CONCLUSÕES: Uma diferença na medida ultrassonográfica do diâmetro uretral no colo vesical foi observada entre os grupos. Houve correlação inversa entre a medida do diâmetro uretral na uretra média e a presença de IU após seis meses de acompanhamento. / BACKGROUND: Urinary incontinence (UI) is a multifactorial condition, and for most women, pregnancy, labor and delivery are the main factors that contribute to its appearance. Transperineal ultrasound has been used to evaluate anatomic damages due to vaginal delivery, and these findings can be correlated to postpartum UI symptoms. We outlined a study to compare the measure of the urethral diameter in women who had a vaginal delivery or elective cesarean section and correlate this measure with pregnancy and labor linked factors, as well as with the presence of UI six months after birth. METHODS: A cross-sectional study was outlined, and 205 patients were recruited. Transperineal ultrasound was performed to measure the urethral diameter, both at mid urethra and at vesical bladder level, immediately after delivery, and data regarding pregnancy and labor were obtained. Six months after birth, patients evaluate the presence of UI, symptom through the ICIQ-SF (International Consultation on Incontinence – Short Form) questionnaire RESULTS: Of the 151 patients studied, 73 had a vaginal delivery (group 1) and 78, elective cesarean section (group 2). We found a significant difference between groups in urethral diameter al bladder neck level, which was smaller for the group 2 (p< 0,0001). We didn’t find any significant difference between groups in urethral diameter at the level of mid urethra (p=0,505). The urethral diameter at the level of mid urethra showed an inverse correlation with presence of urinary incontinence at six-month analysis (rs=0,219; p=0.014) and a positive correlation between UI during pregnancy and at six months after delivery (rs=0,214; p=0.016) was observed. CONCLUSIONS: A difference in the urethral diameter at the level of the bladder neck was observed between groups. We found an inverse correlation between urethral diameter at the level of the mid urethra and the presence of UI at six months after delivery.

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