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Otimização da estratégia de longo prazo no tratamento da AIDS.

Juliana Matheus Grégio 22 December 2005 (has links)
Este trabalho tem como objetivo o desenvolvimento e a análise de métodos de filtragem e otimização aplicadas ao modelo de controle de infecções por HIV, incluindo implementação numérica computacional e avaliação dos resultados com dados reais. Os modelos utilizados contemplam a presença de incertezas paramétricas e ruídos exógenos estocásticos. É utilizado o Filtro de Kalman Estendido para se estimar o estado, necessário para realizar a versão malha fechada do Controle Ótimo. Avaliação comparativa dos métodos implementados são feitas à luz de critérios estabelecidos a priori, incluindo esquemas de tratamentos medicamentosos preconizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
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Estudo sobre a relação depressão e adesão aos ARTs entre diferentes grupos de homens portadores de HIV/AIDS / Study on the relationship depression and adherence to ARTs between different groups of men with HIV/AIDS

Moraes, Ricardo Pereira de 05 December 2016 (has links)
Objetivos: Investigar a prevalência de depressão no grupo de homens participantes do estudo, relacionar a incidência de depressão a baixa adesão e prevalência de depressão por faixa etária. Metodologia: Os 216 pacientes, (100 HSM e 116 HSH) foram submetidos ao questionário de investigação de depressão de BECK no ato do comparecimento às consultas previamente agendadas pelo setor responsável. O questionário consiste em 21 grupos de afirmações. Para investigação de aderência foi utilizado o questionário START. Resultados: Encontramos relação entre depressão e baixa adesão nestes pacientes, independente de faixa etária e orientação sexual. O estudo aponta que homens que fazem sexo com homens (HSH) é 2,0 prevalente em depressão, Conclusões: Por ser este um grupo que recebe cuidados há muito tempo por parte da equipe médica, o índice de adesão foi alto, mesmo em pacientes deprimidos. O grupo HSH mostrou-se claramente mais suscetível a desenvolver depressão, numa escala 2 vezes maior que o grupo HSM, quadros de depressão interferirem negativamente no desenrolar da doença com queda na adesão. O resultado deste trabalho (no grupo estudado a taxa de adesão encontrada é de 90%) indica que uma equipe multidisciplinar funcional pode mudar o curso da doença em pacientes vulneráveis ao desenvolvimento de quadros de depressão. Ações profiláticas diagnosticando e prevenindo quadros de depressão aumentam o índice de aderência dos pacientes, evitando comorbidades no curso da infecção por HIV/AIDS / Objectives: To investigate the prevalence of depression in the group of men participating in the study, the incidence of depression relate to low adherence and consider prevalence of depression by age. Methods: The 216 patients (100 MSW and 116 MSM) underwent questionnaire BECK depression research in attendance Act consultations previously scheduled by the responsible sector. The questionnaire consists of 21 groups of claims. For adherence research was used questionnaire START. Results: There was a relationship between depression and low adherence in these patients, regardless of age and sexual orientation. The study indicates that men infected in sexual contact with person of the same sex is 2.0 prevalent in depression Conclusions: Since this is a group that receives care for a long time by the medical staff, the adherence rate was high, even in depressed patients. The MSM group showed clearly more susceptible to developing depression, a scale 2 times the MSW group, shows the possibility of cases of depression negatively interfere in the course of the disease. This work indicates that a functional multidisciplinary team changes the course of disease in patients vulnerable to develop depression symptoms. Prophylaxis, diagnosing and preventing manifestations of depression increase the adhesion rate of the patients, avoiding comorbidities in the course of HIV infection / AIDS
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Hipertensão intracraniana na meningoencefalite criptocócica em pacientes soropositivos para o vírus da imunodeficiência humana: estudo de uma série de casos / Elevated intracranial pressure in HIV patients with cryptococcal meningoencephalitis: a case series

Andrade, Najara Maria Procópio 27 November 2006 (has links)
Os objetivos deste estudo foram: (1) Descrever e analisar as principais características da hipertensão intracraniana em pacientes com meningoencefalite criptocócica e aids; (2) Descrever e comparar as características clínicas, epidemiológicas, laboratoriais e evolutivas associadas à presença de hipertensão intracraniana em pacientes com meningoencefalite criptocócica e aids; (3) Identificar fatores associados à má evolução em pacientes com meningoencefalite criptocócica e aids. Este é um estudo de coorte prospectivo que avaliou 34 pacientes soropositivos para o HIV internados no Instituto de Infectologia Emílio Ribas no período de janeiro de 2003 a março de 2004. Definição de caso: paciente com sinais e sintomas de meningoencefalite com cultura de líquor positiva para Cryptococcus neoformans. Hipertensão intracraniana foi definida como pressão liquórica inicial >= 200 mmH2O. Todos os pacientes receberam tratamento inicial com anfotericina B e aqueles casos que apresentaram hipertensão intracraniana foram submetidos a um algoritmo específico de punções diárias de alívio ou shunt. Os pacientes foram analisados durante o período de internação. Vinte e seis pacientes eram do gênero masculino (76,5%); com média de idade de 35,4 anos; com imunodepressão grave (média de cels T CD4+ = 35,4 anos). Sete (20,6%) pacientes souberam do diagnóstico da infecção pelo HIV a partir da criptococose, que foi a primeira doença definidora de aids em 61,8% dos casos. Hemocultura foi positiva em 52,9% dos casos. Hipertensão intracraniana ocorreu em 20 (58,9%) pacientes à admissão e em 25 (73,52%) em qualquer momento da evolução clínica. Os fatores associados estatisticamente à ocorrência de hipertensão intracraniana foram: turvação visual (P=0,02), alteração de nervos cranianos (P=0,03), e número de células fungicas no LCR > 100 células/ mm3 à admissão (P=0,036). As punções diárias de alívio foram eficazes em controlar a hipertensão intracraniana em 21 (62%) casos e shunt foi realizado em seis casos. A mortalidade geral foi de 26,5%, porém na maioria dos casos a causa do óbito foi atribuída à infecção hospitalar. Os fatores estatisticamente associados à evolução para óbito foram: hipertensão arterial sistêmica (P=0,048), coma (P=0,048), déficit motor (P=0,014) e número elevado de células fúngicas no líquido cefalorraquidiano (P=0,030). / The objectives of this study were: (1) To describe and analyze the main characteristics associated to elevated intracranial pressure in patients with Cryptococcal meningoencephalitis and aids. (2) To describe and to compare clinical, epidemiologic, laboratorial and outcome characteristics associated to elevated intracranial pressure in patients with Cryptococcal meningoencephalitis and aids (3) To identify associated factors to poor outcome in patients with Cryptococcal meningoencephalitis and aids This is a prospective cohort study that analyzed 34 HIV infected patients hospitalized at Emilio Ribas Institute during the period of January 2003 to March 2004. Case definition: Patients with clinical manifestations of meningoencephalitis and isolation of Cryptococcus neoformans from Cerebrospinal Fluid. Elevated intracranial pressure was defined as cerebrospinal fluid opening pressure >= 200 mmH2O. All patients were initially treated with amphotericin B and that who presented with elevated intracranial pressure were submitted to a specific algorithm of repeated lumbar drainage or shunt. The patients were followed during hospitalization period. Results: Twenty six patients were male (76.5%); with mean of age of 35, 4 years. The means of T CD4 count was 28,5 cell/ . Cryptococcosis led to diagnosis of HIV infection in 20,6% of patients, whereas it was the aids-defining disease in 61,8% of patients. Blood cultures were positive in 52,9% of cases. Elevated intracranial pressure was presented in 20 (58,9%) patients at admission, and in 25 patients (73,52%) during evolution. Elevated intracranial pressure was associated to visual turvation (P=0,02), cranial nerve abnormalities (P=0,03) and number of fungal cells ³ 100 cells/ mm3 at admission (P=0,036). Lumbar puncture was efficient to control elevated intracranial pressure in 21 (62%) cases and six patients were submitted to shunt. Overall mortality was 26,5%. Factors associated to death were: arterial hypertension (P=0,048), coma (P=0,048), motor deficits (P=0,014) and raised number of fungal cells in cerebrospinal fluid at admission (P=0,03).
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Comunicação de diagnóstico de HIV a parceiros sexuais na perspectiva do cuidado em saúde / Disclosure of HIV infection to sexual partners in the comprehensive care context

Silva, Neide Emy Kurokawa e 11 May 2009 (has links)
A denominada ¨resposta brasileira à epidemia de aids¨ é exemplar pelas suas políticas e iniciativas públicas, incitando continuamente a emergência de desafios à atenção à saúde das pessoas vivendo com HIV. Um deles diz respeito a uma questão polêmica, ainda que pouco debatida no cenário nacional: a comunicação de diagnóstico de HIV aos parceiros sexuais de pessoas soropositivas. Por um lado, essa questão evoca a responsabilidade pelo controle da cadeia de transmissão do HIV. Por outro, há a preocupação com o bem estar psicossocial do paciente em suas relações afetivo-sexuais, conjugais e familiares. O objetivo do presente trabalho foi apreender, através dos discursos de sujeitos envolvidos nessa prática, como essas distintas lógicas - de uma perspectiva coletiva, informada pelos pressupostos da Saúde Pública e de uma tônica no indivíduo e suas singularidades - são operadas e articuladas nas práticas de comunicação de diagnóstico de HIV a parceiros sexuais, em serviços de saúde especializados em DST/aids, do Município de São Paulo. Trata-se de estudo qualitativo, orientado pelos discursos de profissionais de saúde, de membros da Comissão Nacional de Aids, de técnicos em vigilância epidemiológica e pacientes, captados através de grupos, focal e educativo, e de entrevistas individuais em profundidade, com roteiro semi-estruturado, entre 2007-2008. A base teórica para interpretação dos discursos combina aportes conceituais sobre a Esfera Pública e a Teoria da Ação Comunicativa (Habermas), e sobre o Cuidado (Ayres). A comunicação de diagnóstico de HIV aos parceiros sexuais apresenta-se como uma questão que, embora importante, não alcança esferas de debates públicos com os diferentes atores sociais envolvidos. Na prática, a lógica epidemiológica não se materializa nem é almejada sob a forma de ações clássicas da vigilância epidemiológica, como a busca de comunicantes. São valores implicados em seus pressupostos, contrastados com aqueles das esferas privadas e íntimas, que parecem tornar problemática a comunicação de diagnóstico de HIV ao parceiro sexual. Dentre as estratégias utilizadas pelos profissionais, oscila-se entre a ameaça (de cunho policialesco) e a cumplicidade (que trata a comunicação como um problema íntimo). O principal foco dessas iniciativas é minimizar o estigma que cerca o portador do vírus. Da amplitude das interpretações e proposições que consideram o estigma nas práticas de saúde, vislumbra-se que a sua ativa problematização nas situações concretas da atenção pode ser um caminho possível e prático para o seu enfrentamento, por meio da criação de repertórios argumentativos. Esse modo peculiar de fazer face ao estigma pode deslocar as perspectivas, higienista e de regulação jurídica, para horizontes normativos técnica, ética e politicamente relevantes para integrar comunicação de diagnóstico de HIV ao parceiro sexual e atenção à saúde das pessoas vivendo com HIV. / The Brazilian response to the AIDS epidemic outstands for its policies and public initiatives, continuously stimulating the challenges for the healthcare of people living with HIV to come out. One of them refers to a polemic issue, yet little debated in the national agenda: the HIV disclosure to sexual partners of HIV positive people. This question claims for the responsibility over HIV transmission control. On the other hand, the patients psychosocial well-being in their sexual-affective, marital and family relationships raises concern. The objective of the present study was to understand, based on the discourses of the subjects involved in this practice, how these distinctive logics the collective perspective based on Public Health concepts and the emphasis on the individual and their singularities are managed in the practices of disclosing HIV infection to sexual partners in STD/AIDS specialized clinics in the city of São Paulo. A qualitative study was carried between 2007-2008 out with health professionals, members of Brazils AIDS Program, surveillance technicians and patients who participated in focus and education groups and answered individual in-depth interviews, both oriented by a semi-structured guide. Public Sphere/ Communicative Action Theory (Habermas) and Comprehensive Care (Ayres) were the theoretical framework of the analysis. HIV disclosure to sexual partners constitutes an issue that, despite relevant, does not reach the public debate domains with the different social actors involved. In practice, the epidemiology logic is neither materialized, nor desired in terms of classic surveillance practices, such as the contact tracing. The contrast of assumptions between public and private spheres seems to be a barrier to HIV disclosure to the sexual partner. The strategies adopted by professionals range from threatening (acting as if they were the police) to complicity (the disclosure is managed as an intimate matter). The main focus of these initiatives is to minimize the stigma towards the seropositive person. From the great variety of interpretations and propositions about stigma in health practices, the constitution of argumentative repertoires that actively question the stigma in concrete situations may be a possible and practical way of facing it. This peculiar way of approaching stigma may change hygienist and law regulated perspectives into normative horizons that are technical, ethical and politically relevant to integrate HIV disclosure to sexual partners and care of people living with HIV.
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Perfil epidemiológico dos pacientes atendidos no ambulatório de HIV/Aids do Serviço de Assistência Especializada (SAE) de Conselheiro Lafaiete, MG, nos anos de 2001 e 2008 / Epidemiologic profile of patients attended at HIV/AIDS ambulatory of the Specialized Assistance Service (SAE) on Conselheiro Lafaiete city, Minas Gerais state, in the years of 2001 and 2008

Nascimento, Mario Antônio Nogueira do 23 August 2011 (has links)
INTRODUÇÃO: A epidemia pelo HIV/Aids é complexa, dinâmica e configura-se como um mosaico de subepidemias regionais. O aumento do número de casos em pequenos municípios brasileiros representa um desafio para o SUS. Conselheiro Lafaiete é uma cidade de 116.512 habitantes, sendo polo microrregional do estado de Minas Gerais. Possui um SAE que atende pacientes com HIV/Aids em toda a microrregião. Souto conduziu um levantamento do perfil epidemiológico dos pacientes deste SAE no ano de 2001. Este projeto se justifica pela necessidade de se conhecer melhor as tendências epidemiológicas da infecção pelo HIV/Aids nesta cidade. OBJETIVOS: Descrever os perfis demográfico, socioeconômico, relativos ao modo de exposição ao HIV, ao estado imunológico, ao uso da TARV, aos hábitos de vida, à taxa de letalidade e às comorbidades. Estabelecer um paralelo com alguns dos dados de Souto. MÉTODOS: Estudo descritivo, série de casos, de corte transversal utilizando dados institucionais, obtidos dos prontuários. Incluídos todos os 163 pacientes que passaram por pelo menos uma consulta no período de 15/01/2008 a 30/01/2009. RESULTADOS: Tempo de infecção, em média: 5,23 anos; 57,1% dos pacientes eram homens, razão homem/mulher 1,33:1; média de idade 38,5 anos; 86,7% dos indivíduos residiam em meio urbano; 63,2% tinham menos de oito anos de estudo; 62,5% recebiam menos de um salário-mínimo/mês, sendo esta renda menor entre as mulheres (p<0,001); 58% dos pacientes exerciam ocupações remuneradas e mais homens (75%) recebiam benefício previdenciário (p=0,037). Adquiriram o HIV por prática heterossexual 71,8%, com múltiplas parcerias mais frequente entre os homens (p<0,001) e parceria única entre as mulheres (p<0,001); 94,1% referiram a não utilização do preservativo antes do diagnóstico e 74,4% referiram que após o diagnóstico passaram a utilizá-lo (p<0,001); 21,2% referiram DST antes do diagnóstico, havendo associação desta variável com prática bissexual (p=0,039) e uso de drogas ilícitas (p=0,006); 3% eram VDRL/FTA-ABS positivos; 10,4% referiram uso de drogas ilícitas inalatórias, principalmente entre os residentes em áreas urbanas (p=0,045). Quanto aos marcadores das hepatites virais 1,5% eram AgHBs positivo e 1,5% VHC positivos. Consumo de tabaco foi referido por 37,9% e de álcool por 41% dos pacientes. Entre as mulheres, 32,9% tiveram o diagnóstico estabelecido em função da gestação, com média de idade mais baixa (p<0,001) e aferição de linfócitos T CD4+ mais alta (p<0,001) em relação ao restante das mulheres. Dos pacientes, 77,3% usavam TARV, com 81% de boa adesão; o autorrelato de adesão esteve relacionado à carga viral (CV) indetectável em 60,2% dos pacientes (p=0,017). Baixa adesão à TARV (p=0,029) e ao acompanhamento (p=0,003) esteve relacionada ao consumo referido de etílicos. A taxa de letalidade foi de 3,1%. CONCLUSÕES: População predominantemente de adultos jovens, do sexo masculino, heterossexual, urbana, de baixo nível de escolaridade e renda, embora economicamente ativa. A gestação contribuiu para diagnóstico mais precoce e em situação imunológica menos comprometida entre as mulheres e quando comparadas aos homens. A via de infecção na mulher foi provavelmente por relação heterossexual com parceiro único. A adesão ao uso de preservativo previamente ao conhecimento da doença foi baixa e independente dos hábitos sexuais, com aumento referido da adesão após o diagnóstico. O consumo de drogas ilícitas foi baixo e esteve relacionado à moradia em região urbana. Adesão terapêutica e ao acompanhamento foram satisfatórias, exceto nos pacientes que referiram consumo de etílicos. Em relação aos dados de Souto, o presente estudo revela um estreitamento da razão de sexo, pior rendimento mensal individual, melhora do padrão de escolaridade, menor ocorrência de DST, maior proporção de uso de TARV e maior consumo referido de etílicos. Constatou-se a necessidade de ampliação da área de abrangência do Centro de Testagem e Aconselhamento para toda a microrregião de Conselheiro Lafaiete / INTRODUCTION: The HIV/Aids epidemic is complex and dynamic and it spreads like a regional sub-epidemic mosaic. The increasing number of cases in small Brazilian municipal districts is a challenge to SUS. Conselheiro Lafaiete has 116,512 inhabitants and it is an micro-region center in the state of Minas Gerais. It has a SAE which attends HIV/Aids patients from the whole micro-region. Souto conducted a survey of the epidemiological profile of the patients of that SAE in 2001.The present project was designed because of the need of knowing better the epidemiological tendencies of the infection by HIV/Aids in that city. OBJECTIVES: To describe the social-economic and demographic profiles in relation to HIV exposure, immunological condition, use of TARV, way of life, lethality rate and the co morbidities; to draw a parallel with some of Soutos data. METHODS: Descriptive study, series of cases with transversal section utilizing institutional data. It were included all the 163 patients attended between 01/15/2008 and 01/30/2009. RESULTS: Period of infection, in average: 5.23 years; 57.1% of the patients were men, man/woman ratio: 1.33:1; average age: 38.5 years; 86.7% lived in the urban area; 63.2% had attended school for less than eight years and 62.5% earned less than the minimum salary/month, the womens income were smaller (p<0.001); 58% of the patients were regular workers and more men (75%) received health welfare benefits (p=0.037); 71.8% were infected by heterosexual practice, multiple partners being more frequent among men (p<0.001) and among women, an only partner (p<0.001); 94.1% mentioned not to have used condom before the diagnosis and 74.4% mentioned to have started using it after the diagnosis (p<0.001%); 21.2% referred to STD (sexually transmitted diseases) before the diagnosis and this variable was associated to bisexual practice (p=0.039) and use of illicit drugs (p=0.006); 3% were VDRL/FTA-ABS positive; 10.4% reported the use of inhalable illicit drugs, especially the ones that lived in urban areas (p=0.045). In relation to the viral hepatitis markers, 1.5% had AgHB positive and 1.5% VHC positive. Consumption of tobacco was reported by 37.9% of the patients and of alcohol by 41% of them. Among women, 32.9% had the diagnosis established due to their pregnancy; the average age being lower and the CD4+ lymphocyte count higher (p<0.001) than the remaining women. Among the patients, 77.3% used TARV, with 81% of good adherence; the self report of adherence was related to the viral charge undetectable in 60.2% of the patients (p=0.017). Low adherence to TARV (p=0.029) and to the follow up (p=0.003) was related to the consumption reported of ethylics. Lethality rate was 3.1%. CONCLUSIONS: The population studied was predominantly of young male heterosexual adult, living in urban areas, with low level of education and low income, though economically active. Pregnancy contributed to an early diagnosis, in a better immunological condition among women and when compared to men. Infection in women happened probably through heterosexual relationship with an only partner. Low frequency in the use of condom before the disease diagnosis, independent from sexual habits, with subsequent increase in its use after the diagnosis. The consumption of illicit drugs was low and related to living in an urban area. The adherence to TARV and the follow-up were satisfactory, with the exception of the consumption reported of ethylics. In relation to Soutos data, the present study show a narrowing ratio among sex, lower individual monthly income, better schooling pattern, lower occurrence of STD, increasing use of TARV and of referred consumption of ethylics. It was made clear the necessity of expand the coverage area of the CTA - HIV Testing and Counseling Center to include the whole micro-region of Conselheiro Lafaiete
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Prevenção e diagnóstico da tuberculose em pessoas que vivem com aids: análise da assistência prestada / Prevention and diagnosis of tuberculosis among people living with AIDS: analysis of delivered care in Ribeirao Preto

Magnabosco, Gabriela Tavares 12 February 2015 (has links)
A tuberculose (TB) constitui a principal comorbidade a acometer as pessoas que vivem com HIV/aids (PVHA), sendo considerada a primeira causa de morte nesta população. Assim, a prevenção da coinfecção TB/HIV pelos Serviços de Atenção Especializada ao HIV/aids (SAE) se faz imprescindível. O estudo objetivou analisar a oferta e a integração das ações e serviços de saúde para a prevenção e o controle da TB nas PVHA pertencentes à rede de atenção ao HIV/aids do município de Ribeirão Preto-SP. Utilizou-se o conceito teórico da integralidade da atenção, tomando como eixo de análise a oferta e a integração das ações e serviços dentro das equipes de referência e junto a outros profissionais/especialidades/serviços. Trata-se de um estudo exploratório, do tipo inquérito, com abordagem quantitativa. Participaram 253 PVHA em acompanhamento nos cinco SAE sob gestão municipal, considerando-se os seguintes critérios de inclusão: indivíduos maiores de 18 anos, residentes no próprio município e não pertencentes ao sistema prisional. A coleta de dados foi realizada no período de janeiro/2012 a maio/2013, por meio de entrevistas com apoio de um instrumento específico. Os dados foram analisados por meio de distribuição de frequência, construção de indicadores e análise de correspondência múltipla. Quanto ao perfil dos sujeitos, identificou-se acometimento maior dentre o sexo feminino, faixa etária adulta, indivíduos casados/união estável e solteiros, baixa escolaridade, empregados e predomínio da classe econômica C. Tais características e especificidades sociais e demográficas expõem a complexidade que envolve a assistência às PVHA e, em contiguidade, o controle da TB nesta população. A oferta de ações e serviços para o controle da TB nas PVHA por todos os SAE do município foi considerada regular, reforçando a necessidade de melhor planejamento da assistência de forma integral, articulação dos profissionais nas equipes e entre estas e os demais serviços da rede, além da formação profissional e educação permanente. A integração, de modo geral, foi classificada como satisfatória, entretanto, identificou-se diferentes desempenhos entre os SAE, principalmente no que se refere à abordagem das condições sociais e encaminhamentos realizados, o que permite refletir sobre a complexidade da coordenação da assistência prestada às PVHA. O desafio que se coloca é pensar a integralidade da atenção que articule a oferta de ações e serviços de saúde para o controle da TB, sobretudo, destacando a necessidade de estratégias que favoreçam o desenvolvimento de ações compartilhadas e cooperadas dentro da equipe, entre os programas de TB e HIV/aids e entre os diferentes serviços, com o intuito de fortalecer a rede local de atenção visando a produção de um cuidado integral, singular e resolutivo. Para tanto, urge a necessidade de transformar os conceitos e práticas de saúde que orientam o processo de formação acadêmica no sentido de conceber profissionais capazes de compreensão e ação relativas à integralidade nas práticas de saúde / Tuberculosis (TB) is a major morbidity that affects people living with HIV/ AIDS (PLWHA), and it is considered the leading cause of death among this population. Thus, prevention of TB by HIV/AIDS Care Specialized Services is a prerogative. The study aimed to analyze the supply of health actions and the integration of health services for TB\' prevention and control among PLWHA in treatment at the HIV/AIDS care network in the city of Ribeirão Preto, SP. The theoretical concept of comprehensive care was used, by considering the supply and integration of programs and services within the reference teams and between other professionals/skills/services. This is an exploratory study, survey type, with a quantitative approach. A total of 253 PLWHA participated in the study. They were followed at the five municipal HIV/AIDS Specialized Assistance Services (SAS), and the following inclusion criteria were considered: patients over 18 years old, living in the study site and outside the prison system. Data collection was performed from January 2012 to May 2013, through interviews with the support of a specific instrument. Data were analyzed by frequency distribution, indicators development and multiple correspondence analysis. Regarding the subjects\' profile, we identified a higher prevalence of females, adult age, married/stable union or single, low education, employees and a predominance of economic class C. Such social and demographic characteristics expose the complexity involving the assistance to PLWHA, and, as a result, the complexity of controlling TB in this population. The availability of services for TB control in PLHIV in all five SASs was rated as regular, reinforcing the need for better planning focused on comprehensive care, coordination of professionals inside their teams, as well as between different teams and services, thinking beyond vocational training and continuing education. Although integration was generally rated as satisfactory, SASs presented different performances, especially with regard to addressing the social conditions and establishing referrals, allowing a reflection on the complexity of PLWHA care coordination. The challenge that arises is thinking about an integrated care that articulates the availability of health actions and services for TB control, e highlighting the need for strategies that favor the development of cooperative actions within health teams, between TB and HIV/AIDS programs and among different services in order to strengthen the local care network and develop unique, decisive and comprehensive care. Therefore, there is an urgent need to transform the health concepts and practices that guide the process of academic training to build professionals capable of understanding and acting for comprehensive health practices
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O viver com HIV/aids na perspectiva de pessoas idosas atendidas em ambulatório especializado da cidade de São Paulo / Living with HIV/AIDS in the perspective of elderly people assisted at a specialised outpatient clinic in the city of São Paulo

Castro, Mildred Pitman de 13 July 2007 (has links)
A epidemia da aids é um dos mais graves problemas mundiais de Saúde Pública da atualidade. No Brasil, com o avanço da disseminação epidêmica, observou-se recentemente incremento no número de casos notificados na faixa etária de 60 anos e mais, as pessoas na terceira idade. Neste estudo investigou-se o viver com HIV na perspectiva de homens e mulheres idosos acompanhados na Casa da Aids- HC/FMUSP. Foram entrevistados 75 pacientes, buscando-se: dados sóciodemográficos e relatos sobre vida sexual; percepção de risco de aquisição da infecção por HIV; circunstâncias em que se deu a revelação do diagnóstico e o impacto deste sobre sua vida; relatos de vivência de estigma/discriminação e a percepção do idoso sobre o cuidado recebido no serviço de saúde e as dificuldades por eles enfrentadas. A população foi composta predominantemente por homens (64%), brancos (65,3%), com escolaridade de até 4 anos e renda mediana de 600 reais. O tempo de diagnóstico variou entre 18 meses e 17 anos. Em relação às condições de vida, verificou-se que 28% residia sozinho e 52% responsabilizavase pelo cuidado de outros. Embora 66,7% estivesse aposentado, a participação do idoso na renda familiar foi expressiva. Dentre os 47 pacientes com atividade sexual, apenas 30 possuíam parceria fixa, e destes, 70% informou parceiro sorodiscordante. A grande maioria dos entrevistados relatou uso de condom após o diagnóstico. A percepção de risco de aquisição da infecção foi baixa e a maioria dos pacientes (74,7%) acreditava ter-se infectado em relação sexual desprotegida. O teste diagnóstico foi mais freqüentemente realizado por solicitação médica (73,3%) do que por iniciativa do idoso (26,7%), na maior parte das vezes em hospital (66,7%) e sem aconselhamento pré-teste (85,1%). Onze idosos relataram indiferença ou discriminação por parte do profissional envolvido na revelação do diagnóstico. O reconhecimento da soropositividade afetou principalmente o relacionamento com o parceiro sexual. Vivências de estigma e discriminação foram informadas por 18,7%. Em relação ao acesso e a percepção do cuidado prestado no serviço de saúde, constatou-se que embora os idosos possuissem facilidade para chegar ao local e acesso aos insumos necessários para seu cuidado (medicamentos, exames laboratoriais, condons), faltavam-lhes canais de comunicação para diálogo mais efetivo com os profissionais. Exceto pela maior freqüência de homens, não se observaram diferenças significativas, quando se compararam os idosos diagnosticados com 60 anos e mais àqueles diagnosticados em idades inferiores. As dificuldades apontadas pelos idosos no viver com HIV não se restringiram a limitações físicas, necessidade de acompanhamento clínico ou uso contínuo de medicamentos e suas eventuais conseqüências. Apontaram também para sentimentos de solidão, isolamento e receio de discriminação na família e no serviço de saúde. A identificação de particularidades nos aspectos psicossociais do viver com HIV/aids na terceira idade pode ser útil para subsidiar políticas públicas de cuidado a essa população nos serviços especializados, além de permitir a inclusão de abordagens preventivas nas ações que integram a atenção à saúde do idoso. / The AIDS epidemic is one of the most serious Public Health problems of our time. With the spread of the Brazilian epidemic, the number of reported cases among the elderly has recently increased. In the present study living with HIV was investigated, from the perspective of elderly men and women under follow-up at the AIDS Clinic-HC/FMUSP. Seventy-five patients were interviewed in search of socio-demographic data, information on their sexual lives, risk perception of HIV exposure, circumstances involving disclosure of diagnosis and how it impacted on their lives, reported episodes of stigma and discrimination, as well as their perception of provided care, the difficulties they had to face, and their plans for the future. The study cohort comprised mainly white men (65.3% and 64%, respectively), with less than 5-year schooling and a median income of 600 reais. Time since HIV diagnosis ranged from 18 months to 17 years. As far as their living conditions were concerned, 28% reported to live alone and 52% to be caregivers. Though 66.7% were retired, elderly patients significantly contributed for the family income. Out of 47 sexually active patients, 30 informed having a steady partner, more likely, serodiscordant (70%). Most patients reported consistent condom use after HIV diagnosis. Risk perception of HIV exposure was low and most (74.7%) patients believed having acquired the infection in unsafe sex. Serodiagnosis was carried out more often after healthcare professionals recommendation (73.3%), as compared to patients own initiative (26.7%), in a hospital setting and without pre-test counselling (85.1%). Eleven patients reported having received the diagnosis from an indifferent healthcare worker or, alternatively, felt discriminated against at the time of disclosure. Diagnosis affected their relationships with sexual partners, mainly. Episodes of stigma and discrimination were experienced by 18.7%. As for their perception of provided care, even though patients reported easy access to the clinic and to necessary care tools (medication, laboratory tests and condoms), they lacked efficient communication with the healthcare team. Except for a higher proportion of men, no significant difference was seen, when patients diagnosed aged 60 or more were compared to those tested younger. Among their difficulties in living with HIV, elderly patients not only reported physical handicap, or the need for continuous clinical follow-up and medication and its adverse effects, but highlighted feeling lonely and isolated, and feared being discriminated against by relatives and healthcare workers. Identifying particular psychosocial features of living with HIV/AIDS in elderly life may help establish public care policies for this population at specialised centres. In addition, it may allow integrating prophylactic strategies in a comprehensive care approach to elderly men and women.
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Análise espaço temporal e epidemiológica da síndrome da imunodeficiência adquirida dos pacientes em terapia antirretroviral em município do Centro-Sul do Brasil

Brasil, Daniele 05 December 2017 (has links)
Submitted by Eunice Novais (enovais@uepg.br) on 2018-04-12T19:13:50Z No. of bitstreams: 1 Daniele Brasil.pdf: 2409488 bytes, checksum: a5789e573f78b8d77e0c80de3c718bd3 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-04-12T19:13:50Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Daniele Brasil.pdf: 2409488 bytes, checksum: a5789e573f78b8d77e0c80de3c718bd3 (MD5) Previous issue date: 2017-12-05 / Introdução: A epidemia da AIDS tem se revelado um fenômeno global, contínuo e instável, a dinamicidade do perfil epidemiológico da doença e os índices alarmantes de morbimortalidade fizeram desta um desafio e um grave problema de saúde pública.Objetivo: Descrever a tendência e a distribuição espacial dos coeficientes de incidência de HIV/AIDS na população do município de Ponta Grossa no período de 2002 a 2015. Métodos: Estudo epidemiológico com desenho misto ecológico e coorte retrospectiva entre PVHA atendidos no Serviço de Atenção Especializada do município de Ponta Grossa. Os dados foram coletados com base nos registros dos prontuários e das fichas de notificação de agravos de pacientes em terapia antirretroviral. As variáveis de interesse para o estudo foram: endereço, bairro, cidade de residência, data do diagnóstico, sexo, data de nascimento, raça/cor, escolaridade no momento da notificação, ocupação, estado civil, modo de transmissão e comportamento sexual. Foi realizada a análise descritiva das variáveis, assim como a taxa de incidência de AIDS por ano e a média de idade no momento da notificação. As taxas de incidência de AIDS foram organizadas por triênios, para verificar a ocorrência de associação entre as taxas e as variáveis de interesse do estudo. Para verificar os coeficientes de incidência de HIV/AIDS por bairros foram construídos mapas temáticos. Para verificar a concentração de casos nos bairros do município foi utilizada a técnica estimativa de densidade de Kernel. Para identificar os grupos distintos relacionados a variável sexo e faixa etária foi utilizada a lógica Fuzzy. Resultados: No período de 2002 a 2015 foram coletados dados de 512 pacientes com diagnóstico de HIV/AIDS em TARV. Verificou-se 58,5% eram do sexo masculino. A média de idade de 37,17 (dp=11,34). 84,4% eram brancos, 47.5% casados com comportamento heterossexual (87,8%). 68,8% possuía até o primeiro grau completo e 22,8% eram do lar. Observou-se crescimento percentual de 586% nas taxas de AIDS no período de estudo, verifica-se comportamento crescente das taxas ao longo do estudo para os homens, houve declínio de 33,50% para 26,83% entre as mulheres no período de 2010 a 2015. A faixa etária de 30 a 39 anos apresentou a maior taxa de AIDS ao logo dos triênios, exceto no triênio 2008-2010. Para a faixa etária de 50 a 79 anos, a maior taxa de AIDS ocorreu no biênio 2014-2015, 45,09% (IC95% 30,64 – 64,00), com crescimento constante ao longo do tempo. O bairro Piriquitos apresentou a maior taxa de incidência em todos os triênios, no biênio 2014-2015 a maior taxa de incidência no bairro Colônia Dona Luiza, seguida do Bairro Centro. Conclusão:Por meio das informações levantadas neste estudo evidencia-se a necessidade de ações interdisciplinares aliando a educação, orientação por grupos multiprofissionais. Conclui-se ainda que tecnologias relacionadas à análise espacial, podem ser favoráveis ao monitoramento e ações preventivas na vigilância e controle da disseminação da doença. / Introduction: The AIDS epidemic has proved to be a global phenomenon, continuous and unstable, the dynamicity of the epidemiological profile of the disease and the alarming rates of morbidity and mortality have made this a challenge and a serious public health problem. Objective: To describe the trend and spatial distribution of HIV / AIDS incidence coefficients in the population of the city of Ponta Grossa from 2002 to 2015. Methods: Epidemiological study with mixed ecological design and retrospective cohort among PLHA patients assisted by the Specialized Attention Service of thecity of Ponta Grossa. The data were collected based on the records of the medical records and the records of notification of diseases of patients in ART. The variables of interest for the study were: address, neighborhood, city of residence, date of diagnosis, sex, date of birth, race / color, education at time of notification, occupation, marital status, mode of transmission and sexual behavior. A descriptive analysis of the variables was performed, as well as the AIDS incidence rate per year and the mean age at the time of notification. The incidence rates of AIDS were organized for three years in order to verify the occurrence of association between the rates and the variables of interest in the study. Thematic maps were constructed to verify the incidence of HIV / AIDS coefficients by neighborhoods. In order to verify the concentration of cases in the districts of the city, the Kernel density estimation technique was used. Fuzzy logic was used to identify the distinct groups related to gender and age. Results: From 2002 to 2015, data were collected from 512 patients diagnosed with HIV / AIDS in ART. It was found that 58.5% were male. The mean age was 37.17 (SD = 11.34). 84.4% were white, 47.5% were married with heterosexual behavior (87.8%). 68.8% had completed high school and 22.8% were from the home. There was a 586% increase in AIDS rates in the study period, there was an increase in rates for the men during the study, from 33.50% to 26.83% among women in the study period. 2010 to 2015. The age group of 30 to 39 years presented the highest AIDS rate during the triennium, except for the triennium 2008- 2010. For the age group 50-79, the highest AIDS rate occurred in the biennium 2014- 2015, 45.09% (95% CI 30.64 - 64.00), with constant growth over time. The Piriquitos neighborhood had the highest incidence rate in all three years, in the biennium 2014- 2015 the highest incidence rate in the Colonia Dona Luiza neighborhood, followed by Centroneighborhood. Conclusion: The information gathered in this study shows the need for interdisciplinary actions combining education and guidance by multiprofessional groups. It is also concluded that technologies related to spatial analysis can be favorable to monitoring and preventive actions in the surveillance and control of the spread of the disease.
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Configurações familiares de idosos que vivem com HIV/Aids

Lima Neta, Maria Irene Ferreira 17 March 2017 (has links)
Submitted by Filipe dos Santos (fsantos@pucsp.br) on 2017-03-24T11:45:58Z No. of bitstreams: 1 Maria Irene Ferreira Lima Neta.pdf: 6047924 bytes, checksum: 46e5ed53c0d01c2fb4b2c1eaf521b0d8 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-03-24T11:45:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Maria Irene Ferreira Lima Neta.pdf: 6047924 bytes, checksum: 46e5ed53c0d01c2fb4b2c1eaf521b0d8 (MD5) Previous issue date: 2017-03-17 / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq / Talking about family today means encountering several historically and socially changed issues regarding this institution. These changes, which are both structural and functional, have taken place over its existence, which dates from thousands of years ago. In relation to family, there must be taken into consideration the experiences lived and the affectional bonds formed by an individual within the familial relationship. In this aspect, familial relationships may be constructive or destructive or, in some families, both constructive and destructive. These family patterns must be taken into consideration when discussing and studying families. We observe that all changes in families are influenced by social, legal and work-related events, in addition to health and illness factors. Slightly over three decades ago, society learned of a new disease which is sexually transmissible through the human immunodeficiency virus (HIV). This disease is the cause of changes, not only to the lives of persons living with HIV, but also to the lives of their relatives as they learn of the lived experiences of a seropositive family member. Since an HIV diagnosis is associated with strong prejudice and, in many cases, reveals a person’s sexual practices and/or betrayal by a spouse or partner, few people disclose their HIV seropositive status to their families. Among those who do, there are criteria for telling one family member and not telling another one. Therefore, studies show that an HIV diagnosis causes changes in family functioning and in the relationships between family members. At times, these relationships become so deteriorated that what is considered as family, family experiences and family patterns changes in a different manner for each family member. With the increase in the number of elderly seropositive persons and considering that they are the oldest representatives and the depositaries of family traditions, the objective of our study was to unveil the family structures of elderly people living with HIV. We worked with both extended and nuclear families. The study was carried out at the Outpatient Clinic for Infection-Contagious and Parasitic Diseases of the Federal University of Sao Paulo, state of Sao Paulo. Participants were 37 elderly people (24 men and 13 women) aged between 60 and 82 years, in addition to 19 family members aged between 17 and 79 years. All participants signed the Free and Informed Consent Form, and individually provided responses, which were audio-recorded, to questions about familial relationships, sexuality, the influence of HIV on familial relationships, and secrecy. Finally, family-of-origin and currentfamily genograms were built. Results show that the family structures of elderly people living with HIV are the constructive ones, with behaviors of care, shelter and union, whereas destructive family structures are those of isolation, prejudice and discrimination. In most cases, gender is represented by unequal gender practices, where the hegemonic roles are those of caregivers for women and providers for men. For most participants, HIV plays a secondary role in familial relationships, since other family issues prove to be of greater importance than living with the virus, and the condition does not interfere with familial relationships. For those families where HIV is a determining factor, this causes family members to live under constant alert and limits familial relationships. Secrecy is protective when it safeguards familial relationships and shields family members against prejudice. It is destructive when it causes suffering to those family members who know, and when it limits their behaviors. Our conclusion is that for both groups, i.e. families and participants without family members, family structures involve constructive patterns with care, shelter and union, where HIV plays a secondary role in familial relationships and secrecy has a protective function. In turn, also for both groups, destructive family patterns are formed with isolation, prejudice and discrimination, where HIV is a determining factor and secrecy plays a destructive role / Falar de família atualmente é se deparar com várias questões modificadas histórica e socialmente com relação a esta instituição. Tais modificações, tanto estruturais quanto funcionais, ocorreram ao longo de sua existência, há milhares de anos. Com relação à família, devem-se levar em consideração as vivências e vínculos protagonizados pelo indivíduo nesta relação. Neste aspecto, pode haver relações de construtividade, de destrutividade ou ainda famílias que possuem ambas as características. São padrões familiares que devem ser levados em consideração ao se falar de família e ao estudá-la. Notamos que todas as mudanças na família sofrem influência de acontecimentos sociais, jurídicos, profissionais, bem como de saúde e doença. Há pouco mais de três décadas, a sociedade tomou conhecimento de uma nova doença sexualmente transmissível por meio do vírus da imunodeficiência humana (HIV). Esta é causadora de alterações não apenas na vida de quem vive com HIV, mas também na de familiares que tomam conhecimento da vivência de um familiar soropositivo. Sendo uma doença que carrega grandes preconceitos e por seu diagnóstico, em muitos casos, revelar a traição de um dos membros do casal e/ou práticas sexuais, são poucas as pessoas que falam para a família sobre sua soropositividade do HIV. Dentre as que falam, há critérios para contar a um familiar e não contar a outro; desta forma, estudos mostram que este diagnóstico provoca uma mudança no funcionamento familiar, bem como na relação existente entre seus membros. E estas relações por vezes ficam tão desqualificadas que o que se assume como família, vivência e padrões familiares se modificam de forma diferenciada para cada um. Com o aumento do número de idosos soropositivos, e sendo estes os representantes mais antigos da família, depositários das tradições familiares, objetivamos desvendar as formas constitutivas de família de pessoas idosas vivendo com HIV. Trabalhamos tanto com a família extensa quanto com a família nuclear. Este trabalho foi realizado no Ambulatório de Moléstias Infectocontagiosas e Parasitárias da Universidade Federal de São Paulo/SP. Participaram 37 idosos, sendo 24 homens e 13 mulheres, com idades entre 60 e 82 anos, e 19 familiares, na faixa etária de 17 a 79 anos. Todos assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e, de forma individual e gravada, responderam a questões sobre relações familiares, sexualidade, HIV nas relações familiares e segredo. Por fim, foi feito o genograma da família de origem e da atual. Os resultados mostram que as formas constitutivas de família para a vida com HIV são as construtivas com comportamentos de cuidado, acolhimento e união, enquanto as formas destrutivas de família são as isoladas, preconceituosas e discriminatórias. Para a maioria, a sexualidade é representada por práticas sexuais de desigualdade em que os papéis hegemônicos são de cuidadora para a mulher e de provedor para o homem. O HIV nas relações familiares torna-se coadjuvante para a maioria, pois os demais problemas familiares mostram-se maiores que a vida com o vírus, e este não interfere nas relações familiares. Já para as famílias em que o HIV é determinante, assim se configura por viver em alerta constante e por limitar as relações familiares. O segredo se torna protetor quando preserva as relações familiares e protege do preconceito. E é destruidor quando gera sofrimento aos familiares que sabem, e quando limita seus comportamentos. Concluímos que as formas constitutivas de família para ambos os grupos, famílias e participantes sem familiares, foram os padrões de construtividade com cuidado, acolhimento e união, tendo o HIV nas relações familiares como coadjuvante e o segredo como protetivo. Enquanto os padrões familiares de destrutividade, também para ambos os grupos, se configuram com isolamento, preconceito e discriminação, tendo o HIV nas relações familiares como determinante e o segredo como destruidor
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Percepções de adolescentes frente as IST/HIV/AIDS : demandas de cuidado à saúde, na perspectiva das vulnerabilidades / Perceptions of adolescents in relation to IST/HIV/SIDA: demands of health care from the perspective of vulnerabilities.

Brum, Maria Luiza Bevilaqua January 2017 (has links)
Considerando as situações de vulnerabilidades individuais, sociais e programáticas presentes nos cotidianos de vida adolescentes perante as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), avaliadas atualmente como principal fator facilitador da transmissão sexual do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), este estudo objetivou conhecer os elementos que constituem as vulnerabilidades na prevenção das IST/HIV/AIDS de um grupo de adolescentes e identificar suas demandas de cuidado à saúde com base no Modelo Bioecológico do desenvolvimento humano. É um estudo qualitativo, conduzido pelo método Photovoice de Caroline C. Wang, usado parcialmente para coleta de informações. O estudo ocorreu em uma Organização Não Governamental (ONG) situada em um município do oeste de Santa Catarina com a participação de dez adolescentes de ambos os sexos, com idades entre 12 e 18 anos. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade do Estado de Santa Catarina, sob o número 1.267.706. As informações foram interpretadas à luz da Hermenêutica proposta por Paul Ricouer, com suporte no referencial da Vulnerabilidade e do Modelo Bioecológico, emergindo dois temas principais: percepções dos adolescentes perante a prevenção das IST/HIV/AIDS e demandas de cuidado perante a prevenção das IST/HIV/AIDS dos adolescentes. Os resultados sinalizam que o microssistema, ou sistema familiar, é o alicerce do cuidado à saúde sexual dos adolescentes: mesmo que existam constrangimentos e conhecimento incipiente, o que ela ensina repercute em seus comportamentos. O mesossistema, isto é, as vivências com vizinhos e amigos, oportuniza aprendizados; já o exossistema, por meio da ONG, influencia seus crescimentos e desenvolvimento saudáveis; o cronossistema compõe suas histórias de vida, contribuindo com o somatório de conhecimentos que adquirem, enquanto o macrossistema envolve a cultura, as políticas e as ações programáticas de saúde, inseridas nos seus convívios sociais que os fazem perceber a necessidade de autocuidado. Identificou-se que os adolescentes são carentes de informações sobre as IST/HIV/AIDS, sobressaindo o sentimento de vergonha, problemática que também favorece as dificuldades de acesso aos bens e serviços disponibilizados gratuitamente. As demandas de cuidado na saúde sexual englobam o desejo de informações/educação sobre as IST/HIV/AIDS, visitas domiciliares, promoção de campanhas, distribuição de folders e panfletos para despertar nas pessoas a necessidade da prevenção às doenças sexuais. A proposta é empoderar a família porque, como a formadora das bases dos conhecimentos dos adolescentes, poderá contribuir para o não fortalecimento das vulnerabilidades individuais, sociais e programáticas, como também o não favorecimento de ambientes suscetíveis à possibilidade de adoecimento. Acredita-se que os resultados deste estudo fornecem subsídios para o cuidado de enfermagem porque, no âmbito das vulnerabilidades e dos ambientes bioecológicos em que vivem os adolescentes, destacam pontos importantes possíveis de serem incluídos nas estratégias de cuidado à saúde dos mesmos. / Considering situations of individual, social and programmatic vulnerabilities present in the daily lives of adolescents, against Sexually Transmissible Infections (IST), currently evaluated as the main facilitator of sexual transmission of Human Immunodeficiency Virus (HIV) and Syndrome Immunodeficiency Acquired (SIDA). This study aimed to know the elements that constitute vulnerabilities in the prevention of IST/HIV/SIDA of a group of adolescents and to identify their health care demands based on the Bioecological Model of human development. It is a qualitative study, driven by the Photovoice method of Caroline C. Wang, used partially for information gathering. The study was carried out at a non-governmental organization (ONG) located in a municipality in the west of Santa Catarina with the participation of ten adolescents of both sexes, aged between 12 and 18 years. The research was approved by the Research Ethics Committee of the State University of Santa Catarina, under the number 1,267,706. The information was interpreted in the light of the hermeneutics proposed by Paul Ricouer, supported by the Vulnerability and Bioecological Model, with two main themes emerging: adolescents' perceptions regarding IST/HIV/SIDA prevention and care demands for prevention IST/HIV/SIDA of adolescents. The results indicate that the microsystem, or family system, is the foundation of adolescent sexual health care: even if there are constraints and incipient knowledge, what it teaches has repercussions on their behaviors. The mesosystem, that is, the experiences with neighbors and friends opportunize learning; already, the exosystem, through the ONG, influences its healthy growth and development. The chronosystem composes their life histories and thus contributes with the sum of knowledge they acquire, while the macro system involves the culture, the policies and the programmatic actions of health, inserted in their social relations that make them realize the necessity of self-care. It was identified that adolescents lack information about IST/HIV/SIDA, with a feeling of shame, a problem that also favors the difficulties of access to the goods and services available free of charge. The demands for sexual health care include the desire for information / education about IST/HIV/SIDA, home visits, promotion of campaigns, distribution of folders and leaflets to awaken in people the need to prevent sexual diseases. The proposal is to empower the family because, as the founder of the knowledge bases of adolescents, it can contribute to the non-strengthening of individual, social and programmatic vulnerabilities, and the non-favoring of environments susceptible to the possibility of becoming ill. It is believed that the results of this study provide subsidies for nursing care, since, within the scope of the bioecological vulnerabilities and environments in which adolescents live, highlights important and possible points to be included in the health care strategies of the same.

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