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Conhecimento, atitude e pratica sobre metodos anticoncepcionais, prevenção de DST/AIDS em adolescentes de escolas publicas e privadas do municipio de São Paulo

Martins, Laura Bernardi Motta 28 February 2005 (has links)
Orientador: Lucia Helena Simões da Costa Paiva / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-04T02:45:47Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Martins_LauraBernardiMotta_M.pdf: 1493090 bytes, checksum: 2d9dfc32377389ea4b9212035fc4647e (MD5) Previous issue date: 2005 / Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar e comparar o conhecimento, atitude e prática sobre métodos anticoncepcionais e prevenção de DST/AIDS em adolescentes de escolas públicas e privadas do Município de São Paulo. Sujeitos e métodos: Realizou-se um estudo de corte transversal, do tipo conhecimento, atitude e prática, com seleção aleatória da amostra, que incluiu 13 escolas públicas e cinco privadas de Ensino Fundamental e Médio do Município de São Paulo. Foram selecionados 1594 adolescentes entre 12 e 19 anos, que responderam um questionário autopreenchido anonimamente contendo cinco seções que contemplavam aspectos sociodemográficos e reprodutivos, conhecimento e uso de métodos anticoncepcionais, adequação do conhecimento sobre métodos anticoncepcionais, conhecimento e adequação do conhecimento sobre métodos de prevenção de DST/AIDS e uso consistente de preservativo masculino. Os questionários foram aplicados em sala de aula sob supervisão da pesquisadora. A análise estatística foi realizada utilizando-se a técnica de conglomerados para avaliar o nível socioeconômico categorizado em alto e baixo. Os testes estatísticos utilizados para comparação das escolas públicas e privadas foram o teste qui-quadrado de Pearson, teste qui-quadrado de Yates ou o qui-quadrado de Fisher, e Wilcoxon-Gehan. A análise por tabela de vida foi utilizada para avaliar as taxas acumuladas de idade de início da atividade sexual. Calcularam-se as razões de prevalência para as variáveis uso de métodos anticoncepcionais, uso consistente de preservativo masculino, conhecimento e adequação do conhecimento sobre métodos anticoncepcionais, conhecimento e adequação do conhecimento sobre métodos de prevenção de DST/AIDS, com a variável tipo de escola. Para verificar os fatores associados ao uso de métodos anticoncepcionais, uso consistente de preservativo masculino, conhecimento adequado sobre métodos anticoncepcionais e conhecimento adequado sobre prevenção de DST/AIDS, utilizou-se a análise de regressão múltipla de Poisson. Resultados: Foram incluídos 1325 adolescentes de escolas públicas e 269 de escolas privadas. A média de idade foi de 15,1 anos nas escolas públicas e 14,7 nas escolas privadas (p<0,002). Cerca de 61% dos adolescentes das escolas privadas e 61,2% das escolas públicas eram do sexo feminino (p>0,05). Houve predomínio de adolescentes do nível socioeconômico alto nas escolas privadas e baixo nas escolas públicas (p<0,001). Cerca de 18,6% dos adolescentes nas escolas privadas e 28,6 % dos adolescentes das escolas públicas tinham atividade sexual (p< 0,002). A mediana de idade à primeira relação sexual foi de 17,5 anos em ambos os tipos de escolas. A prevalência de uso de método anticoncepcional foi de 84% nas escolas privadas e 78,8% nas escolas públicas RP=1,07 IC (0,93-1,22). As principais razões para o não uso de métodos anticoncepcionais foram imprevisibilidade das relações e objeção pessoal ou do parceiro em ambos os tipos de escolas. A religião católica foi o único fator associado ao uso de métodos anticoncepcionais. Os adolescentes das escolas privadas relataram conhecer mais métodos anticoncepcionais que os das escolas públicas. Apenas 25,7% dos adolescentes das escolas públicas e 40,8% das escolas privadas apresentaram escore superior ou igual a cinco RP=1,59 [1,34-1,88], considerado satisfatório. Os fatores associados ao maior nível de conhecimento sobre métodos anticoncepcionais foram sexo feminino, pertencer à escola privada, estar no ensino médio, nível socioeconômico alto, ter relação sexual e maior idade. O uso consistente de preservativo masculino foi de 60% nas escolas privadas e 57,1% nas escolas públicas (p>0,05) e associou-se negativamente ao sexo feminino e ao nível socioeconômico alto. As variáveis associadas ao conhecimento adequado sobre prevenção de DST/AIDS foram sexo feminino, maior escolaridade, escola privada, cor branca e estado marital solteiro. Conclusão: A prevalência de uso de métodos anticoncepcionais foi alta em ambos os tipos de escolas e concentrada basicamente no preservativo masculino e na pílula. O conhecimento foi inadequado em ambas as escolas e associado a variáveis socioeconômicas, questões de gênero, maior idade e início da atividade sexual. O conhecimento sobre prevenção de DST foi adequado, entretanto esse conhecimento não determinou o uso consistente de preservativo masculino. Os resultados encontrados apontam a necessidade de programas nas áreas da saúde, educação e comunicação visando minimizar a vulnerabilidade dos adolescentes tanto de escolas públicas quanto de escolas privadas / Abstract: The aim of this study was to assess and compare knowledge, attitudes and practices relating to contraceptive methods and STD/AIDS prevention among adolescents from public and private schools in São Paulo City, Brazil. Subjects and Methods: A cross-sectional study of knowledge, attitudes and practices was conducted using a randomly selected sample. Thirteen public and 5 private elementary, junior high and high schools in São Paulo City were included. One thousand five hundred and ninety-four adolescents aged between 12 and 19 years were selected to complete an anonymous self-administered questionnaire containing 5 sections. Questions concerned sociodemographic and reproductive characteristics, knowledge and use of contraceptive methods, adequacy of contraceptive knowledge, knowledge/suitability of knowledge about STD/AIDS prevention, and consistent condom use. Questionnaires were distributed in a classroom supervised by the researcher. Cluster analysis was the statistical technique used to evaluate the socioeconomic status of respondents, categorized as high and low. For comparison of public and private schools, the statistical tests performed were Pearson¿s chi-square test, Yates chi-square test or Fisher¿s chi-square test and Wilcoxon-Gehan test. Life table analysis was used to assess the cumulative rates of age at first sexual intercourse. Prevalence ratios were calculated for the following variables: contraceptive use, consistent use of a male condom, knowledge and adequacy of knowledge about contraceptive methods, knowledge and adequacy of knowledge about STD/AIDS prevention, and school system. To confirm factors associated with contraceptive use, consistent use of a male condom, adequate contraceptive knowledge and adequate knowledge about STD/AIDS prevention, Poisson¿s multiple regression analysis was employed. Results: One thousand three hundred and twenty-five adolescents of public schools and 269 adolescents from private schools were included. The mean age was 15.1 years in public schools and 14.7 years in private schools (p<0.002). About 61% of adolescents in private schools and 61.2% of adolescents in public schools were females (p> 0.05). Adolescents of high socioeconomic status predominated in private schools, whereas adolescents of low socioeconomic status predominated in public schools (p< 0.001). About 18.6% of adolescents in private schools and 28.6% of adolescents in public schools were sexually active (p< 0.002). The median age at first sexual intercourse was 17.5 years in both school systems. The prevalence of contraceptive use was 84% in private schools and 78.8% in public schools (PR=1.07 CI [0.93-1.22]). In both school systems, the main reasons for not using contraceptives were unexpected intercourse and refusal of the respondent or the partner. The Catholic religion was the sole factor associated with contraceptive use. Adolescents in private schools reported having more contraceptive knowledge than their counterparts in public schools. Only 25.7% of public school adolescents and 40.8% of private school adolescents scored 5 or more, PR=1.59 [1.34-1.88], which was considered a satisfactory score. Factors associated with greater contraceptive knowledge were: being female, attending a private school, being in junior high and high school, having a high socioeconomic status, being sexually active and being older. Consistent use of a male condom was reported to be 60% in private schools, 57.1% in public schools (p>0.05), and was negatively associated with the female sex and high socioeconomic status. Variables associated with greater STD/AIDS knowledge were female sex, higher education, private school, white race and unmarried status. Conclusion: The prevalence of contraceptive use was high in both school systems and focused primarily on the condom and the pill. Contraceptive knowledge was inadequate in both school systems and was associated with socioeconomic status, gender issues, older age and onset of sexual activity. Knowledge of STD/AIDS prevention was adequate, however it did not determine consistent condom use. Our findings indicate the need to implement health, educational and communications programs to minimize the vulnerability of adolescents in both public and private school systems / Mestrado / Tocoginecologia / Mestre em Tocoginecologia
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A vida que anda no mundo: contextos de vulnerabilidade de caminhoneiros ao HIV/AIDS.

Sousa, Laio Magno Santos de 20 March 2014 (has links)
Submitted by Maria Creuza Silva (mariakreuza@yahoo.com.br) on 2015-08-25T11:26:11Z No. of bitstreams: 1 Diss Final. Laio Magno. 2014.pdf: 2042415 bytes, checksum: 9ff3fbe88a2f30368cc0fdbb6b037a46 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Creuza Silva (mariakreuza@yahoo.com.br) on 2015-08-25T11:26:25Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Diss Final. Laio Magno. 2014.pdf: 2042415 bytes, checksum: 9ff3fbe88a2f30368cc0fdbb6b037a46 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-08-25T11:26:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Diss Final. Laio Magno. 2014.pdf: 2042415 bytes, checksum: 9ff3fbe88a2f30368cc0fdbb6b037a46 (MD5) / Introdução: A comunidade de caminhoneiros é considerada por muitos estudos como uma população com vulnerabilidade acrescida à infecção ao HIV. Alguns estudos mostram que isso se deve, dentre outros fatores, às barreiras de acessibilidade aos serviços de saúde, à alta mobilidade, bem como às questões de gênero e de cultura de grupo que podem influenciar suas práticas sexuais e sociais mais amplas. Objetivo: Analisar os contextos e processos de vulnerabilização que favorecem a infecção por HIV/AIDS entre caminhoneiros que fazem rotas de longa distância nas estradas brasileiras. Metodologia: Adotou-se abordagem metodológica qualitativa. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 22 caminhoneiros de rota longa, complementadas por observação participante em alguns de seus locais de trabalho. A análise foi calcada em pressupostos da antropologia interpretativa, utilizando-se os conceitos de gênero, masculinidade e vulnerabilidade para análise do material empírico. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto de Saúde Coletiva. Resultados: Neste trabalho, foram identificados diversos elementos estruturantes e relacionais dos contextos de vulnerabilidade ao HIV, vivenciados pela população estudada. Estes elementos estiveram presentes em diferentes graus nos relatos obtidos, sendo categorizados em três dimensões: trajetória social, contexto social e interação social. O espectro diminuído de oportunidades laborais, a valorização do risco e da mobilidade e o afastamento físico e moral do espaço da "casa" foram identificados como elementos significativos que orientaram as trajetórias sociais dos caminhoneiros. As condições precárias de trabalho, a pressão das empresas para entrega de cargas, as rotas de longa distância, a violência nas estradas, o uso de substâncias psicoativas e o baixo acesso aos serviços de saúde foram identificados como elementos importantes do contexto social mais amplo de vulnerabilização que envolve os caminhoneiros. Por fim, a divisão simbólica entre a “casa” e a “rua” foi operada pelos caminhoneiros para orientar e/ou descrever interações sociais identificadas neste estudo como fortemente relacionadas ao seu processo de vulnerabilização social ao HIV/Aids. A esse propósito, pode-se mencionar que as relações sexuais e/ou afetivas com mulheres inscritas no espaço físico e simbólico da “rua” (prostitutas e namoradinhas) e com mulheres inscritas no espaço da “casa” (esposas), não apenas diferem entre si, mas também são definidas em uma relação de oposição. Essa situação produz diferentes consequências para as estratégias de proteção à contaminação pelo HIV. Essas interações sociais são pautadas por concepções hegemônicas de masculinidade, assumidas com leves, porém, significativas diferenças entre os entrevistados. Essas diferenças são demarcadas simbolicamente, por exemplo, pela noção de “envelhecimento” ou “amadurecimento”. Tais diferenças trazem implicações para o uso declarado do preservativo. Conclusão: Consideramos que a vulnerabilidade não é um estado substantivo, demarcado e mensurado por atributos individuais ou coletivos, mas consubstancia-se em processos sociais dinâmicos e complexos. Entendemos que o processo de construção social da vulnerabilidade pode ser analisado em maior profundidade através do entrecruzamento de elementos das trajetórias sociais, dos contextos de interação social e dos contextos sociais mais amplos dos sujeitos investigados. Nesse sentido, tanto aspectos estruturais quanto relacionais das situações sociais investigadas devem ser levados em consideração. Ademais, o ponto de vista dos sujeitos (e os sentidos atribuídos às suas práticas sociais) tem um lugar importante na definição de seu processo de vulnerabilização. Esse tipo de análise exige um esforço interpretativo profundo e uma compreensão histórica, pois requisita a análise de processos, contextos e práticas sociais, implicados na construção de identidades (individuais e coletivas).
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Influências das normas de gênero na prevenção de Aids: avaliando um modelo educativo para jovens / Influences of gender norms on AIDS prevention: evaluating an educative model for young adults

Maria Cristina Antunes 10 March 1999 (has links)
Estuda as práticas sexuais de risco para a infecção pelo HIV entre jovens (18 a 25 anos) do período noturno de escolas públicas da cidade de São Paulo; avalia os efeitos de um modelo de prevenção segundo variáveis baseadas no Modelo de Redução de Risco em AIDS; analisa diferenças entre os gêneros. Desenvolveu-se um estudo longitudinal, envolvendo 4 escolas divididas randomicamente em grupo-intervenção e grupo-controle. 394 estudantes participaram do baseline, sendo que 77% completaram o questionário pós-intervenção. Desenvolvimento de Oficinas de Sexo Mais Seguro com 4 encontros, de 3 horas cada, onde foram discutidos: o simbolismo da AIDS; percepção de risco; influência das normas de gênero nas atitudes; informações sobre AIDS; corpo erótico e reprodutivo; prazer sexual; negociação do uso do preservativo. Dados do baseline mostraram que a freqüência do uso de preservativo foi baixa entre os jovens que mantiveram relação sexual, e que há diferenças significativas entre os gêneros com relação à sexualidade e aspectos envolvidos na prevenção de AIDS. Ao avaliar as oficinas, observaram-se efeitos estatisticamente significativos entre as mulheres, que tiveram relações sexuais mais seguras, e em algumas variáveis envolvidas com a prevenção da AIDS. As mudanças foram menos significativas entre os homens. Conclui-se que o risco para a infecção pelo HIV pode ser diminuído, mas resultados mais expressivos podem ser encontrados se forem enfatizados os obstáculos sócio-econômicos e papéis sexuais de gênero através de programas comunitários específicos de longa duração. / Examines sexual risk for HIV infection among young adults (18 to 25 years old) night school students in São Paulo city; evaluates effects of an HIV/AIDS prevention model through AIDS Risk Reduction Model variables; analyzes gender differences. A longitudinal study was conducted among four public night schools that were randomized into intervention group and control group. 394 students participated in the baseline survey, 77% completed a post intervention questionnaire. Development of Safer Sex Workshops during four sessions with 3 hours each, where they discussed: AIDS symbolism, risk perception, influences of gender norms on attitudes, AIDS-related knowledge, erotic and reproductive body, sexual pleasure, condom negotiation. Condom use was low among students that had sexual relation and gender differences were significant at baseline. Workshops evaluation showed significant effects among women that had more safer sex and in some variables involved with AIDS prevention. Changes were less significant among men. We conclude that the risk to HIV infection can be lowered, but more significant results can be achieved if the socioeconomic barriers and gender differences are considered in specific long-term community programs.
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CONHECIMENTOS E PREVENÇÃO DE DST/AIDS EM ADOLESCENTES / Knowledge and prevention of AIDS and other sexually transmissible dieseases in adolescents

Duarte, Regina Célia 25 June 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-03T16:34:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Regina Celia Duarte.pdf: 261386 bytes, checksum: 48266073445c2a314a7381cb2dd7f611 (MD5) Previous issue date: 2008-06-25 / The Psychology of the Health has been dedicating itself to assisting the demand of the public health, mainly regarding to the prevention of diseases and promotion of the health. Referring to the epidemic of AIDS and other sexually transmissible diseases, the adolescent has been the most vulnerable public. Adolescence is considered a disturbed and disturbing phase. In this period of the life the adolescent is more susceptible to the contamination of such dieseases due to the emotional instability and his/her own position towards values and patterns of conduct. The aim of this study is to evaluate knowledge and protection/risk behaviors of adolescents' sexual practices, to identify socioeconomic and demographic data of those adolescents', to investigate the adolescents' knowledge about AIDS and other sexually transmissible dieseases and to know the protection behaviors and risks regarding these dieseases. The population of this study was constituted by 95 adolescents between 14 and 21 years old, of both sexes, with a predominance of the masculine gender and with an average family income of 4 (four) minimum wages. It is a descriptive research, in which a questionnaire composed by questions directly related to the theme was used. The collection of data took place at classroom of a state school from Guarulhos, a city nearby São Paulo, with pupils from the evening school. After answering the questionnaire, the adolescents attended a lecture about prevention and orientation about AIDS and other sexually transmissible dieseases, in which they could elucidate doubts. The results show that 67,4% of the adolescents have difficulties in defining the sexuality concept, in an almost equal proportion between feminine and masculine gender, and 84,2% know correctly the definition of sexually transmissible diseases. Most of the adolescents (67,4%) answered that they know some types of sexually transmissible diseases, standing out AIDS and the gonorrhea. The masculine gender had the beginning of the sexual life at the age of 10 and the feminine gender, at the age of 13: this represents 53,7% with active sexual life. In this study, 58,9% of them inform that they know what are the protection behaviors, however, among these, only 55,8% use the masculine preservative (condom). There are no significant differences concerning the relationship type and the constant use of the masculine preservative. It was verified that 63,1% of the adolescents obtain information and knowledge about AIDS and other sexually transmissible dieseases through the professionals of the education and of the health. In that way, the classroom turns to be a protection factor. This study confirms that part of the adolescents has knowledge and information about AIDS and other sexually transmissible dieseases, however, this knowledge is fragile when it comes to the practices for a protection behavior, what produces a risk behavior. These situations endanger the taking of protection behaviors. Therefore, a continuous program from the health and the education areas made directly inside the school, which develops interactive activities in order to transform the adolescent's behavior about information and knowledge in effective conscience of protection behaviors can improve this relation between having the knowledge and using it in the practice.(AU) / A Psicologia da Saúde vem se desdobrando para atender a demanda da saúde pública, principalmente sobre prevenção de doenças e promoção da saúde. No que se refere a epidemia da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, o adolescente tem sido o público mais vulnerável. A adolescência é considerada uma fase perturbada e perturbadora. Nesse período da vida o adolescente está mais sujeito à contaminação das DST/AIDS em razão da instabilidade emocional e sua postura frente a valores e padrões de conduta. Este estudo tem por objetivo descrever conhecimentos e comportamentos de proteção e risco de práticas sexuais de adolescentes; descrever dados sócio-econômicos e demográficos desses adolescentes, descrever o conhecimento dos adolescentes em relação as DST/AIDS e descrever os comportamentos de proteção e riscos a respeito das DST/AIDS. A população deste estudo foi constituída por 95 adolescentes de ambos os gêneros, com um predomínio do gênero masculino, faixa etária entre 14 e 21 anos e com renda familiar média de 4 (quatro) salários mínimos. Trata-se de pesquisa descritiva, para o qual utilizou-se um questionário de autopreenchimento composto por questões norteadas ao tema. A coleta de dados ocorreu em sala de aula no período noturno, de uma escola estadual do município de Guarulhos. Após o término do preenchimento do questionário, os adolescentes assistiram uma palestra de prevenção e orientação sobre DST/AIDS, onde elucidaram dúvidas. Os resultados demonstram 67,4% dos adolescentes, tanto o gênero feminino quanto o gênero masculino, tem dificuldades de definir o conceito de sexualidade e 84,2% sabem corretamente a definição de doenças sexualmente transmissíveis. A maioria dos adolescentes (67,4%) respondeu conhecer algum tipo de doença sexualmente transmissível, destacando-se aqui a AIDS e a gonorréia. O gênero masculino teve início da vida sexual aos 10 anos e o gênero feminino aos 13 anos, representando 53,7% com vida sexual ativa. Neste estudo 58,9% informam saber quais são os comportamentos de proteção, porém entre estes, apenas 55,8% utilizam o preservativo masculino (camisinha). Não há diferenças significativas quanto à modalidade de relacionamento e o uso constante do preservativo masculino. Verificou-se que 63,1% dos adolescentes obtém informações e conhecimentos sobre as DST/AIDS através dos profissionais da educação e da saúde. Portanto, a sala de aula passa a ser um fator de proteção. Esse estudo confirma que parte dos adolescentes tem conhecimento e informações sobre conceitos relativos as DST/AIDS, porém quanto às práticas para um comportamento de proteção frente às mesmas apresentam conhecimentos frágeis, gerando assim comportamentos de risco. Estas situações comprometem a tomada de comportamentos de proteção. Portanto, um programa contínuo da área da saúde e da educação dentro da escola que desenvolva atividades interativas a fim de transformar o comportamento do adolescente sobre informações e conhecimentos em consciência de comportamentos de proteção efetivas poderá melhorar essa relação entre ter o conhecimento e utilizá-lo na prática.(AU)
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Aspectos comunicacionais e adoção de condutas preventivas, frente ao HIV/AIDS, por adolescentes do ensino médio de Florianópolis, Itajaí e Balneário Camboriú

Souza, Elaine da Silva Brito e January 2002 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia / Made available in DSpace on 2012-10-20T00:27:25Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / O presente estudo refere-se à análise da prevenção da transmissão sexual do HIV, através do estudo das relações entre aspectos comunicacionais relativos a sexualidade e a adoção de condutas preventivas diante da AIDS. Realizou-se a aplicação de 1386 questionários, abrangendo alunos da rede de Ensino Médio de Florianópolis, Itajaí e Balneário Camboriú, municípios que apresentam maiores taxas de incidências por 100.000 habitantes do país. As questões categorizadas foram analisadas de modo descritivo e correlacional, através do software SPSS versão 11.0. Uma questão aberta sobre a percepção do controle do uso do preservativo (auto-eficácia), foi tratada pelo software de análise quantitativa de dados textuais ALCESTE, que fornece classes de segmentos de texto agrupados pela proximidade do vocabulário. Os resultados indicam: a) falsos modos de transmissão do HIV fazem parte do conhecimento destes jovens sobre a doença; b) relação entre amigos como fonte principal de informação sobre HIV/AIDS e problemas de conhecimento sobre a transmissão do vírus; c) relação entre uso do preservativo e o contexto de conversa sobre sexualidade (pais e irmãos como interlocutores). A análise textual do corpus sobre a "percepção do controle" mostra que a experiência de namoro e de relação sexual influenciam na percepção da auto-eficácia, bem como caracterizam especificidade nos apelos persuasivos utilizados na comunicação preventiva com o parceiro: os jovens com experiência de namoro e relação sexual utilizam apelos persuasivos "afetivos" na comunicação com o parceiro, enquanto que os jovens sem experiência de namoro e sexual, utilizam argumentos "racionais". Estes resultados apontam para uma comunicação mais efetiva na família sobre sexualidade e AIDS, para uma reflexão de médicos e profissionais de saúde sobre seu papel na influência de comportamentos e para programas de saúde que discutam as implicações afetivas no comportamento preventivo.
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Territórios de vulnerabilidade ao HIV : homossexualidades masculinas em São Paulo / Landscapes of HIV vulnerability : male homosexualities in São Paulo

Maria Cristina Antunes 21 March 2005 (has links)
Estudos têm demonstrado que homens que fazem sexo com homens (HSH) têm estilos de vida diferenciados e ocupam diferentes espaços sociais e culturais. Mapeando as redes sociométricas e as subculturas homoeróticas, é possível entender a disseminação do HIV e os fatores de vulnerabilidade. O objetivo desse trabalho é descrever como subculturas sexuais de homens que fazem sexo com homens que freqüentavam bares e boates em duas regiões de São Paulo ocupavam diferentes territórios, descrever suas subculturas e práticas sexuais. Foi realizado um mapeamento etnográfico em dois bairros de São Paulo, onde se localizam 58 bares e boates gays. Foram aplicados questionários em 500 homens (Centro e Jardins), sobre: dados sócio-demográficos, percepção de risco, práticas sexuais, prevenção de aids e uso de drogas. Durante 12 meses foram realizadas intervenções, com distribuição de preservativos, lubrificantes e folhetos informativos. Durante o mapeamento etnográfico observamos que a região do Centro tem bares mais antigos e tradicionais, com a presença mais explícita de travestis e garotos de programa, com imagens identitárias baseadas na divisão de papéis de gênero. O Jardins tem bares requintados, com a presença mais acentuada de imagens identitárias baseadas na identidade gay. A análise dos questionários mostrou que 52% tiveram prática sexual de risco com parceiros fixos e 42% com parceiros casuais. 71% fizeram o teste HIV, sendo que 5% afirmaram que eram soropositivos. Foram encontradas diferenças significativas nas respostas obtidas nas duas regiões, observando que maior proporção de homens que freqüentavam o Centro: eram pobres, menos escolarizados, negros; tinham uma menor percepção de risco e menos confiança nos métodos preventivos para aids; tinham mais práticas de risco; concordavam que não usavam preservativo porque estavam apaixonados e porque existiam medicamentos para tratar a aids. Observamos que diferentes subculturas sexuais de HSH, redes sociométricas, imagens identitárias e performances de papéis ocupam diferentes espaços na cidade de São Paulo, configurando territórios diferentes de vulnerabilidade ao HIV. O conceito de territórios de vulnerabilidade enfatiza a importância de intervenções para prevenção da aids com foco comunitário, atuando nos componentes individuais, sociais e programáticos. Pensando em termos de desenvolvimento de estratégias de prevenção que têm como horizonte a emancipação psicossocial além do incremento do uso de camisinha, devemos levar em consideração essas redes sociométricas, que ocupam territórios dentro da cidade, criando territórios de atualização/realização de desejos e vulnerabilidade. / Studies demonstrated that men who have sex with men (MSM) have different lifestyles and occupied different cultural and social spaces. It is possible to understand the HIV transmission and vulnerabilities’ factors through mapping sociometric networks and their subcultures. The main goal of this thesis is to describe how sexual subcultures of men that have sex with men, that attended bars and discos in two different districts of São Paulo, occupied different landscapes, and describe subcultures and sexual practices. An ethnographic mapping of two districts of São Paulo, with 58 gay bars and discos was done. Questionnaires were applied in 500 men (Centro and Jardins) about: demographic data, risk perception, sexual practices, aids prevention, and drug use. Interventions were applied during 12 months, with distribution of condom, lubricants, and informative material. Evidences on ethnographic mapping showed that Centro district has traditional and oldest bars, more hustlers’ men and travesties, with identity images based on gender roles. Jardins district has refined bars, with image identity based on gay identity. The questionnaire demonstrated that 52% had risk sexual practices with regular partners, and 42% with casual partners. 71% did the antibody test, and 5% were positive for HIV. We found significant differences between districts. Men who go to bars and discos at Centro: were poor, less educated, black; had lower risk perception; they where less confident of preventive methods for aids; they have more sexual risk practices; agree more that they don’t use condom because passion and because there are medicines to aids. Different sexual subcultures of MSM, sociometric networks, identity images and role performances occupy different spaces at São Paulo city, formatting different landscapes of HIV vulnerability. The concept of vulnerability landscapes emphasizes importance of interventions for aids prevention with community focus, acting on individual, social and programmatic components. Thinking in terms of developing prevention strategies that has the psychosocial emancipation how horizon, beyond the condom use increment, we need consider sociometric networks that occupy landscapes at the city, creating landscapes of actualization/realization of desires and vulnerabilities.
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Transmissão materno-infantil HIV/AIDS

Oliveira, Fernanda Cristina Leite de 25 January 2013 (has links)
Resumo: Esta pesquisa, financiada pela bolsa de mestrado CAPES/REUNI, é um estudo sobre as relações entre mães e filhos quando há a transmissão vertical do vírus HIV. Em pesquisa anterior verificou-se que quando a mulher se descobre soropositiva ela busca a reconstrução de si, sobretudo a partir de um filho ou marido. É justamente a relação com esse filho, também portador do vírus, cuja contaminação ocorreu através da transmissão maternoinfantil, que exploramos agora. Entender o que houve para que essa transmissão não tenha sido evitada foi um dos objetivos principais desta pesquisa. Trabalhamos com estudo de casos, sendo assim, entrevistamos 5 mulheres soropositivas que tinham filhos (as) também soropositivos (as), sendo que 4 destas filhas também foram entrevistadas. Os locais onde encontramos essas pessoas, nas condições necessárias para a pesquisa, foram os ambulatórios de infectologia adultos e os grupos de adesão também dos adultos, ambos do Hospital de Clínicas de Curitiba. E para isso tivemos que passar pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos do hospital, com o projeto aprovado em 27 de setembro de 2010, com registro no CEP número 2269.163/2010-07, de acordo com a Resolução 196/96 e suas complementares sobre Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisa Envolvendo Seres Humanos do Ministério da Saúde.
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Sexualidade masculina homossexual, prevenção da aids e corpos em ambiente virtual

Honorato, Eduardo Jorge Sant'ana January 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2014-09-09T12:22:49Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) 69592.pdf: 1554008 bytes, checksum: a4164fd0e5077827e063c4790ee1d7f9 (MD5) Previous issue date: 2013 / Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Departamento de Ensino. Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. / Esta tese contem dois artigos, resultantes de uma pesquisa que objetivou analisar aspectos relacionados à prevenção contra a Aids em ambientes virtuais homossexuais masculinos que se centravam na veiculação do corpo. Tomou-se como referência a idéia de que o cibercorpo se encontra na cibersexualidade, onde o corpo do outro, virtualizado, passa a ser somente um lugar de visita, como uma página na Internet e o sexo entre eles é o ideal. O primeiro artigo traz uma proposta de reflexão sobre a relação entre a cibercultura e a saúde pública e sua utilização como meio para pesquisa, e não apenas como instrumento. O segundo traz os resultados da pesquisa de campo realizada em um website. O desenho metodológico utilizado foi de natureza qualitativa, focalizando tanto a análise dos sentidos subjacentes às ideias quanto a sua contextualização à luz de significados culturais mais amplos. Os artigos trazem reflexões sobre as necessidades da Saúde Pública, enquanto campo e área de estudos, voltar seu olhar para a cibercultura e as novas formas de interação, levando em consideração os aspectos sócio-virtuais. Entre os resultados encontrados destacam-se os seguintes: corpo masculino desejado formatado por músculos definidos e ausência de pelos; percepção de vantagens da internet na busca do parceiro sexual e uso ou não do preservativo como medida de proteção contra à Aids baseado em avaliações do parceiro. Conclui-se ser importante fazer do ambiente virtual um espaço de problematização de ideias e experiências em prol da realização do prazer entre as pessoas, do mesmo sexo ou de sexos diferentes, sem que haja adoecimento do corpo. / This thesis contains two papers, resulting from a research that aimed to analyze aspects related to AIDS prevention in virtual gay men environments which focused on the image of the body. It has taken, as a reference, the idea that the cyberbody meets in c i bersexuality , where the body of another , virtualized , becomes only a place to visit, as a web page and the sex between them is the ideal. The first article presents a proposal for a reflection on the relationship between cyberculture and public health a nd its use as a way of research, and not just as a tool. The second one presents the results of field research conducted in a website. The design methodology was qualitative in nature, focusing on both the analysis of the meanings underlying ideas as to th e context in the light of broader cultural meanings. Both articles bring reflections on the needs of Public Health as a field and field of study, returning his gaze to cyberculture and new forms of interaction, taking into account the socio - virtual aspec ts . Among the results , we highlight the following: the desired male body defined by muscles and without hair; perceived advantages of the internet in a search for sexual partners and use or nonuse of condoms as a protection against AIDS based on assessme nts partner. It is concluded that important to the virtual environment of a space questioning of ideas and experiences to assist the achievement of pleasure between people of the same sex or different sexes , without the body getting sick.
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Territórios de vulnerabilidade ao HIV : homossexualidades masculinas em São Paulo / Landscapes of HIV vulnerability : male homosexualities in São Paulo

Antunes, Maria Cristina 21 March 2005 (has links)
Estudos têm demonstrado que homens que fazem sexo com homens (HSH) têm estilos de vida diferenciados e ocupam diferentes espaços sociais e culturais. Mapeando as redes sociométricas e as subculturas homoeróticas, é possível entender a disseminação do HIV e os fatores de vulnerabilidade. O objetivo desse trabalho é descrever como subculturas sexuais de homens que fazem sexo com homens que freqüentavam bares e boates em duas regiões de São Paulo ocupavam diferentes territórios, descrever suas subculturas e práticas sexuais. Foi realizado um mapeamento etnográfico em dois bairros de São Paulo, onde se localizam 58 bares e boates gays. Foram aplicados questionários em 500 homens (Centro e Jardins), sobre: dados sócio-demográficos, percepção de risco, práticas sexuais, prevenção de aids e uso de drogas. Durante 12 meses foram realizadas intervenções, com distribuição de preservativos, lubrificantes e folhetos informativos. Durante o mapeamento etnográfico observamos que a região do Centro tem bares mais antigos e tradicionais, com a presença mais explícita de travestis e garotos de programa, com imagens identitárias baseadas na divisão de papéis de gênero. O Jardins tem bares requintados, com a presença mais acentuada de imagens identitárias baseadas na identidade gay. A análise dos questionários mostrou que 52% tiveram prática sexual de risco com parceiros fixos e 42% com parceiros casuais. 71% fizeram o teste HIV, sendo que 5% afirmaram que eram soropositivos. Foram encontradas diferenças significativas nas respostas obtidas nas duas regiões, observando que maior proporção de homens que freqüentavam o Centro: eram pobres, menos escolarizados, negros; tinham uma menor percepção de risco e menos confiança nos métodos preventivos para aids; tinham mais práticas de risco; concordavam que não usavam preservativo porque estavam apaixonados e porque existiam medicamentos para tratar a aids. Observamos que diferentes subculturas sexuais de HSH, redes sociométricas, imagens identitárias e performances de papéis ocupam diferentes espaços na cidade de São Paulo, configurando territórios diferentes de vulnerabilidade ao HIV. O conceito de territórios de vulnerabilidade enfatiza a importância de intervenções para prevenção da aids com foco comunitário, atuando nos componentes individuais, sociais e programáticos. Pensando em termos de desenvolvimento de estratégias de prevenção que têm como horizonte a emancipação psicossocial além do incremento do uso de camisinha, devemos levar em consideração essas redes sociométricas, que ocupam territórios dentro da cidade, criando territórios de atualização/realização de desejos e vulnerabilidade. / Studies demonstrated that men who have sex with men (MSM) have different lifestyles and occupied different cultural and social spaces. It is possible to understand the HIV transmission and vulnerabilities’ factors through mapping sociometric networks and their subcultures. The main goal of this thesis is to describe how sexual subcultures of men that have sex with men, that attended bars and discos in two different districts of São Paulo, occupied different landscapes, and describe subcultures and sexual practices. An ethnographic mapping of two districts of São Paulo, with 58 gay bars and discos was done. Questionnaires were applied in 500 men (Centro and Jardins) about: demographic data, risk perception, sexual practices, aids prevention, and drug use. Interventions were applied during 12 months, with distribution of condom, lubricants, and informative material. Evidences on ethnographic mapping showed that Centro district has traditional and oldest bars, more hustlers’ men and travesties, with identity images based on gender roles. Jardins district has refined bars, with image identity based on gay identity. The questionnaire demonstrated that 52% had risk sexual practices with regular partners, and 42% with casual partners. 71% did the antibody test, and 5% were positive for HIV. We found significant differences between districts. Men who go to bars and discos at Centro: were poor, less educated, black; had lower risk perception; they where less confident of preventive methods for aids; they have more sexual risk practices; agree more that they don’t use condom because passion and because there are medicines to aids. Different sexual subcultures of MSM, sociometric networks, identity images and role performances occupy different spaces at São Paulo city, formatting different landscapes of HIV vulnerability. The concept of vulnerability landscapes emphasizes importance of interventions for aids prevention with community focus, acting on individual, social and programmatic components. Thinking in terms of developing prevention strategies that has the psychosocial emancipation how horizon, beyond the condom use increment, we need consider sociometric networks that occupy landscapes at the city, creating landscapes of actualization/realization of desires and vulnerabilities.
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HIV/AIDS e conjugalidade: a experiência de pessoas em relacionamentos afetivo-sexuais sorodiscordantes.

Lourenço, Gilclécia Oliveira 04 April 2018 (has links)
Submitted by Biblioteca Central (biblioteca@unicap.br) on 2018-11-27T18:30:13Z No. of bitstreams: 2 gilclecia_oliveira_lourenço.pdf: 1198962 bytes, checksum: 14772057f1bac3dfe959da10a95f37e7 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Made available in DSpace on 2018-11-27T18:30:13Z (GMT). No. of bitstreams: 2 gilclecia_oliveira_lourenço.pdf: 1198962 bytes, checksum: 14772057f1bac3dfe959da10a95f37e7 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Previous issue date: 2018-04-04 / This study planned to understand the conjugality experience of people with mixed HIV status for HIV/AIDS. It is very important to expand knowledge of sexual-affective relational possibilities affected by the contamination with HIV/AIDS to reflect about intake practices that consider the context and demands of people living with this virus. In this sense, this study is categorized as a qualitative research in which 16 individuals were separately interviewed, 05 of them were HIV-negative and the remaining 11 were HIV-positive, all in serodiscordant relationships. In addition to the semi-structured interview, we also used a Field Journal where several experiences, observations and reflections built along the process of data production were recorded. As an analytical strategy, we used the discursive analysis inspired on Foucault. Reports of the interviewees point to a conjugality experience marked by stigmas, prejudices and conflicts on the understanding of the virus in the lives of the couples and an ongoing surveillance in their daily lives. In serodiscordant couples, sexual relations affected by discourses of risk and prevention, are experienced with fear, doubt and insecurity. Moreover, we noticed that HIV infection comprises tensions and experiences in the dynamics of the couples that cannot be reduced to aspects of sexuality, prevention and risk. The experience of serodiscordant conjugality has complex effects on the couples’ daily lives and involves the development of different strategies required for the construction and/or maintenance of the sexual-affective relationship. It is concluded that the AIDS discourse acts on the individual, producing means to relate, be a couple and be serodiscordant, in a subjectivation process determined by political, regulatory and cultural strategies. However, the experience of serodiscordant conjugality is defined as a complex phenomenon that cannot be explained by causal and simplistic explanations. The individual presented here is active in its subjectivation process, creating means of resistance and subversion that emphasize the disciplinary power of the AIDS discourse. / Este trabalho objetivou compreender a experiência de conjugalidade de pessoas que vivem em situação de sorodiscordância para HIV/aids. Aprofundar o entendimento das possibilidades relacionais afetivas e sexuais atravessadas pelo acometimento do HIV/aids é de fundamental relevância para se pensar práticas de acolhimento que levem em consideração o contexto e as demandas das pessoas que (con)vivem com o vírus. Neste sentido, este estudo se caracteriza como uma pesquisa de natureza qualitativa em que foram entrevistadas, individualmente, dezesseis pessoas, sendo cinco participantes com sorologia negativa e outras onze pessoas soropositivas para HIV, todas em relacionamentos sorodiscordantes. Além da entrevista semidirigida, também fizemos uso de um Diário de Campo, em que foram registradas diversas vivências, observações e reflexões construídas ao longo do processo de produção dos dados. Como estratégia de análise, lançamos mão da analítica discursiva de inspiração foucaultiana. As narrativas dos sujeitos entrevistados apontam para uma experiência de conjugalidade marcada por estigmas, preconceito e conflitos sobre o entendimento da entrada do vírus na vida a dois e uma constante vigilância sobre o cotidiano. Nas díades sorodiscordantes, as práticas sexuais, atravessadas pelos discursos de risco e prevenção, são vivenciadas com medo, dúvida e insegurança. Além disso, percebemos que o acometimento pelo HIV compreende tensões e vivências na dinâmica do par, que não podem ser reduzidas aos aspectos da sexualidade, prevenção e risco. A vivência da conjugalidade sorodiscordante tem efeitos sobre o cotidiano do casal na sua mais diversa complexidade e comporta a organização de diferentes estratégias necessária à construção e/ou manutenção do relacionamento afetivo-sexual. Conclui-se que, o discurso da aids atua sobre os sujeitos, produzindo modos de se relacionar, de ser casal, de ser sorodiscordante, num processo de subjetivação agenciado por estratégias políticas, normativas e culturais. No entanto, a experiência de conjugalidade sorodiscordante se caracteriza como um fenômeno complexo e não passível de explicações causais e simplórias. O sujeito que aqui se apresenta é ativo no seu processo de subjetivação, produzindo modos de resistência e de subversão que tencionam o poder disciplinador do discurso da aids.

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