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As politicas sociais do Banco Mundial para os paises em desenvolvimento

Santos Junior, Raimundo Batista dos, 1962- 02 November 2010 (has links)
Orientador: Shiguenoli Miyamoto / Tese doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas / Made available in DSpace on 2018-08-15T19:47:47Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SantosJunior_RaimundoBatistados_D.pdf: 1938466 bytes, checksum: 1be6afe2148952f80e822847ddcc03dc (MD5) Previous issue date: 2010 / Resumo: O presente trabalho analisa os princípios teórico-estratégicos que orientam as políticas de financiamento e ação do Banco Mundial, em particular, aqueles voltados para o setor social. Para empreender tal análise, foi premente examinar o fomento das políticas sociais e de alívio da pobreza que fazem parte da agenda do Banco, desde início da década de 1960. O objetivo principal dessa pesquisa é dar a conhecer que as políticas sociais são parte integrante do projeto de desenvolvimento econômico desenhado pelo BIRD para os países em desenvolvimento, o que significa dizer que elas não são residuais ou dependentes da política econômica, mas integrantes de uma conjunção de medidas voltadas ao desenvolvimento econômico dos países "atrasados". Desse modo, é possível concluir que esse tipo de política legitimava os programas de desenvolvimento dos governos nacionais. Ao longo das últimas seis décadas, o Banco Mundial se transformou em um dos principais organismos de financiamento do desenvolvimento e no principal provedor de recursos para o combate à pobreza. Assim, importantes decisões tomadas pelos governos nacionais foram custeadas ou monitoradas por essa instituição de fomento, o que torna urgente o estudo de sua atuação diante do desenvolvimento dos países pobres. / Abstract: This study analyzes the underlying theoretical and strategic principles applied by the World Bank to determine policies for financing and implementing interventions, especially in the social sector. In order to carry out the analysis, it was necessary to examine the Bank's fomentation of social policies and poverty alleviation that has been part of its agenda since the beginning of the 1960's. As such, the main objective of this research is to provide evidence that social policies are an integral component of the economic development program designed by this institution for developing countries. This means that such policies are neither residuals nor dependent upon economic policymaking practices; they constitute an integrated part of the steps adopted by this Bank for the economic development of "underdeveloped countries". Accordingly, it is understandable to conclude that it is this practice in designing policies that has given legitimacy to development programs drawn up by national governments. During the last six decades, the World Bank has transformed itself into one of the principal agencies for financing development. It has, at the same time, become the main source for the resources in the fight against poverty. In this way, important decisions taken by national governments have been paid for or monitored by this institution set up for fomenting economic development. This is what makes it relevant to study the World Bank's performance with regards to the development of poor countries / Doutorado / Doutor em Ciência Política
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Acordo de Basileia 2 e estabilidade financeira em paises em desenvolvimento / Basel II accord and financial stability in developing coutries

Freitas, Jean Toledo de 12 August 2018 (has links)
Orientador: Marcos Antonio Macedo Cintra / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Economia / Made available in DSpace on 2018-08-12T03:54:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Freitas_JeanToledode_M.pdf: 1461969 bytes, checksum: 03b77f234297768c063f5c04cab4b1b2 (MD5) Previous issue date: 2008 / Resumo: O objetivo deste trabalho e avaliar os impactos potenciais sobre os paises em desenvolvimento derivados da implementação do Acordo de Basiléia 2 nos membros do G-10. Para tanto, apresenta a seguinte estrutura. O primeiro capitulo discute os elementos que conduzem a emergência de períodos de instabilidade financeira e como os bancos participam neste processo, partindo de um referencial heterodoxo. O segundo capitulo avalia os principais instrumentos que compõem a estrutura de Basiléia 2. O terceiro capitulo analisa os principais condicionantes impostos pelo Acordo aos paises em desenvolvimento, tendo em vista suas especificidades. Apesar de Basiléia 2 possibilitar uma disseminação dos instrumentos de gerenciamento de riscos pelos bancos do ponto de vista individual; pode intensificar o potencial de geração de crises financeiras como resultado da tendência prociclica dos fluxos de credito, exacerbando a alternância entre períodos de euforia e pânico. Dada a maior volatilidade macroeconômica dos paises em desenvolvimento, estes efeitos tendem a ser intensificados nestas regiões. Basiléia 2 penaliza os tomadores de credito por perfis de riscos mais elevados. E esperado que maiores exigências de capital regulatorio se revertam em aumento dos spreads sobre empréstimos ou redução de sua oferta por parte dos bancos. Para os paises em desenvolvimento, que concentram maior proporção de devedores com piores avaliações de credito ou com insuficiência de informações quantitativas, estes impactos podem ser potencializados. Adicionalmente, ha desafios para os órgãos supervisores destes paises com relação a sua habilidade em suportar pressões dos bancos internacionais em adotar os critérios estabelecidos por suas matrizes, em sua capacidade de assimilação dos modelos de riscos mais avançados ou em impedir que as exigências de capital não se revertam em diferenciais competitivos para os bancos estrangeiros. Com isto, e vislumbrada a necessidade de medidas complementares ou mitigadoras a Basiléia 2 e de reforma dos órgãos internacionais de regulação financeira, em especial o BCBS, que apresenta uma estrutura de representação concentrada e excludente. / Abstract: This document aims to investigate the potential impacts on the financial stability of the developing countries related to the implementation of the Basel II Capital Accord in G10 members. For this purpose, the following discussions are introduced. The first chapter comments the elements which lead to the emergency of financial instability and how banks participate in this process, based on a heterodox approach. The second chapter evaluates the main instruments in the Basel II structure. The third chapter discusses the main conditioners imposed by the Accord to the development countries, having their specificities as a reference. In spite of the contribution of Basel II to the dissemination of the risk management instruments for the banks in the individual point of view; it may intensify the financial instability processes, as a consequence of the its procyclical trend, and exacerbate the alternation between periods of euphoria and panic. Given the largest macroeconomic volatility of the developing countries, this effect tends to be intensified in these regions. Basel II penalizes the less creditworthy borrowers. It is expected that larger requirements of regulatory capital result in an increase of bank loans spreads or in a reduction of credit offer on the part of the banks. For the developing countries, which concentrate a bigger proportion of debtors with worst credit evaluations or insufficiency of quantitative information, these impacts can be amplified. Additionally, Basel II presents challenges for the supervisors from these countries, concerning their ability to support pressures from foreign banks concerning the local implementation of the Accord, their capacity in assimilating the most advanced bank risk models, or in preventing that the different capital requirements patterns among banks revert in competitive advantages for the foreign banks. In this way, it is recognized the necessity of complementary or mitigation procedures to Basel II and of reform of the international organisms of financial regulation, especially BCBS, that presents a concentrated and exclusionary representation structure. / Mestrado / Mestre em Ciências Econômicas
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Multiplicador fiscal nos países desenvolvidos e em desenvolvimento

Nalini, José Eduardo 12 February 2015 (has links)
Submitted by José Eduardo Nalini (nalini@br.ibm.com) on 2015-03-05T20:44:27Z No. of bitstreams: 1 MPFE 2013 Projeto_Jose E Nalini_04.03.2015_Final V5.pdf: 810030 bytes, checksum: 167c69c2eb5d9dc0b4a74870cdedaee9 (MD5) / Approved for entry into archive by Renata de Souza Nascimento (renata.souza@fgv.br) on 2015-03-05T21:25:57Z (GMT) No. of bitstreams: 1 MPFE 2013 Projeto_Jose E Nalini_04.03.2015_Final V5.pdf: 810030 bytes, checksum: 167c69c2eb5d9dc0b4a74870cdedaee9 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-06T12:24:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MPFE 2013 Projeto_Jose E Nalini_04.03.2015_Final V5.pdf: 810030 bytes, checksum: 167c69c2eb5d9dc0b4a74870cdedaee9 (MD5) Previous issue date: 2014-02-12 / The effectiveness of fiscal stimulus or an expansionary fiscal policy has been the subject of analysis and debate in recent decades, been studied using different methods, historical periods and groups of countries. The work aims to study the impact of fiscal policy in other relevant macroeconomic variables, such as: taxes, inflation, unemployment, savings and investment rate, the last 20 years, for developed and developing countries, and in particular the case Brazil in the last 60 years. Some important work, show that fiscal shocks depend primarily on some main characteristics of countries, such as level of development, exchange rate regime, opening of the economy and public debt, among others. In addition, the response to the stimulus will depend on the stage of the economic cycle that particular economy is, recession or expansion. The results based on structural autoregressive (SVAR), through the impulse response function shows that for both groups of countries, developed and developing, and also to Brazil, the output response to a fiscal stimulus is negative, ie, there is a fall in output due to the fiscal stimulus. / A eficácia do estímulo fiscal ou uma política fiscal expansionista, tem sido alvo de análise e debate durante as últimas décadas, sendo estudada através de diferentes metodologias, períodos históricos e grupos de países. O trabalho tem como objetivo estudar o impacto da política fiscal em outras variáveis macroeconômicas relevantes, dentre elas: carga tributária, inflação, desemprego, poupança e taxa de investimento, nos últimos 20 anos, para países desenvolvidos e em desenvolvimento, e em especial o caso Brasileiro nos últimos 60 anos. Alguns trabalhos importantes, evidenciam que os choques fiscais dependem basicamente de algumas características principais dos países, como nível de desenvolvimento, regime cambial, abertura da economia e dívida pública, entre outras. Além disso, a resposta ao estímulo irá depender do estágio do ciclo econômico que determinada economia se encontra, recessão ou expansão. Os resultados encontrados com base no modelo autoregressivo estrutural (SVAR), através das função impulso resposta, demonstra que para ambos os grupos de países, desenvolvidos e em desenvolvimento, e também para o Brasil, à resposta do produto a um estímulo fiscal é negativo, ou seja, há uma queda do produto em função do estímulo fiscal.
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Mhealth entrepreneurship: an exploratory research for a managerial model for mhealth start ups in low and middle income countries

Buckman, Reymound Yaw 14 December 2015 (has links)
Submitted by Rey Buckman (rey.buckman@gmail.com) on 2016-01-10T15:01:59Z No. of bitstreams: 1 2015-Dec_MSc-Thesis_mHealth-Entrepreneurship-LMICs_Buckman.pdf: 5201516 bytes, checksum: 5c371c945ff66496fee5110423bd8cb8 (MD5) / Rejected by Ana Luiza Holme (ana.holme@fgv.br), reason: Dear Reymound, In the first page your name should appear before the title of your thesis. The number of the pages should appear in the introdution, they should count form the first page but only appear in the thesis in the introdution. and it can'T be as you put in the thesis ex: i of 149 pages You can't have a page in blank in your thesis. Ana Luiza Holme 3799-3492 on 2016-01-11T11:29:28Z (GMT) / Submitted by Rey Buckman (rey.buckman@gmail.com) on 2016-01-12T23:30:25Z No. of bitstreams: 1 2015-Dec_MSc-Thesis_mHealth-Entrepreneurship-LMICs_Buckman.pdf: 5038358 bytes, checksum: 4f2b04bebf79c72c1aa4664114581fb6 (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Luiza Holme (ana.holme@fgv.br) on 2016-01-13T11:07:34Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015-Dec_MSc-Thesis_mHealth-Entrepreneurship-LMICs_Buckman.pdf: 5038358 bytes, checksum: 4f2b04bebf79c72c1aa4664114581fb6 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-01-13T12:13:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015-Dec_MSc-Thesis_mHealth-Entrepreneurship-LMICs_Buckman.pdf: 5038358 bytes, checksum: 4f2b04bebf79c72c1aa4664114581fb6 (MD5) Previous issue date: 2015-12-14 / Tecnologias móveis na saúde (mHealth) representam há alguns anos a força de transformação para melhorar problemas de saúde em países de baixa e média renda (LMIC). Embora vários estudos tenham identificado evidências inconsistentes e novos quadros de avaliação tenham sido propostos, poucos trabalhos exploraram o papel do empreendedorismo para criar mudança disruptiva em um setor tradicionalmente conservador. Defendo que a melhoria da eficácia dos empresários mHealth pode aumentar a adoção de soluções mHealth. Assim, este estudo tem como objetivo propor um modelo de gestão para a análise de soluções mHealth do ponto de vista empresarial no contexto de LMIC. Identifiquei o ‘Khoja-Durrani-Scott (KDS) framework’ como base teórica para o modelo de gestão, devido ao seu foco explícito no contexto de LMICs. Na pesquisa exploratória introduzida a seguir utilizei entrevistas semi-estruturadas com cinco especialistas em mHealth, os sistemas de saúde locais e de investimento para identificar as necessárias adaptações ao modelo. Os resultados das entrevistas propuseram que especialmente a questão econômica deveria ser clarificada, assim como a questão empresarial deveria ser adicionada. Além disso, foi proposto um questionário de avaliação. Na segunda fase, apliquei o questionário a cinco start-ups, que operam no Brasil e na Tanzânia. Realizei entrevistas semi-estruturadas com os empresários para obter insights práticos para o desenvolvimento teórico. Três dos cinco empresários perceberam que os resultados correlacionavam com as expectativas dos pontos fortes e fracos das start-ups. As principais deficiências do modelo foram relacionadas com a ambigüidade de algumas questões. Além dos resultados para o modelo, os resultados das pontuações foram analisados. A análise sugeriu que entre os start-ups que participaram os resultados ‘comportamentais e sócio-técnicos’ foram os mais fortes e os resultados ‘política’ foram os mais fracos. O modelo de gestão integra várias perspectivas, estruturadas em torno do empresário. A fim de validar o modelo, a pesquisa futura pode vincular o desenvolvimento de uma start-up com a evolução das pontuações em estudos de caso longitudinais ou testes em grande escala. / Since some years, mobile technologies in healthcare (mHealth) stand for the transformational force to improve health issues in low- and middle-income countries (LMICs). Although several studies have identified the prevailing issue of inconsistent evidence and new evaluation frameworks have been proposed, few have explored the role of entrepreneurship to create disruptive change in a traditionally conservative sector. I argue that improving the effectiveness of mHealth entrepreneurs might increase the adoption of mHealth solutions. Thus, this study aims at proposing a managerial model for the analysis of mHealth solutions from the entrepreneurial perspective in the context of LMICs. I identified the Khoja–Durrani–Scott (KDS) framework as theoretical basis for the managerial model, due to its explicit focus on the context of LMICs. In the subsequent exploratory research I, first, used semi-structured interviews with five specialists in mHealth, local healthcare systems and investment to identify necessary adaptations to the model. The findings of the interviews proposed that especially the economic theme had to be clarified and an additional entrepreneurial theme was necessary. Additionally, an evaluation questionnaire was proposed. In the second phase, I applied the questionnaire to five start-ups, operating in Brazil and Tanzania, and conducted semi-structured interviews with the entrepreneurs to gain practical insights for the theoretical development. Three of five entrepreneurs perceived that the results correlated with the entrepreneurs' expectations of the strengths and weaknesses of the start-ups. Main shortcomings of the model related to the ambiguity of some questions. In addition to the findings for the model, the results of the scores were analyzed. The analysis suggested that across the participating mHealth start-ups the ‘behavioral and socio-technical’ outcomes were the strongest and the ‘policy’ outcomes were the weakest themes. The managerial model integrates several perspectives, structured around the entrepreneur. In order to validate the model, future research may link the development of a start-up with the evolution of the scores in longitudinal case studies or large-scale tests.
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Entry mode choice and market selection of born globals in developing countries: a multiple-case study of the ecuadorian software sector

Salazar, María Alejandra Calvache 08 January 2016 (has links)
Submitted by Maria Alejandra Calvache (alecalvache16@hotmail.com) on 2016-02-04T22:23:34Z No. of bitstreams: 1 THESIS FINAL VERSION REVISED.pdf: 805774 bytes, checksum: e5b313a6f2ef9f8dd9654ad4e4641fa6 (MD5) / Rejected by Ana Luiza Holme (ana.holme@fgv.br), reason: Maria Alejandra, The number of the pages should count from the first page but only appear in the introduction Ex: Introcution page 10. Best. Ana Luiza 3799-3492 on 2016-02-05T11:34:43Z (GMT) / Submitted by Maria Alejandra Calvache (alecalvache16@hotmail.com) on 2016-02-05T17:18:29Z No. of bitstreams: 1 THESIS FINAL VERSION REVISED.pdf: 806138 bytes, checksum: 8149af036255fcd333f46d724d7df774 (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Luiza Holme (ana.holme@fgv.br) on 2016-02-05T17:20:19Z (GMT) No. of bitstreams: 1 THESIS FINAL VERSION REVISED.pdf: 806138 bytes, checksum: 8149af036255fcd333f46d724d7df774 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-02-11T10:27:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 THESIS FINAL VERSION REVISED.pdf: 806138 bytes, checksum: 8149af036255fcd333f46d724d7df774 (MD5) Previous issue date: 2016-01-08 / The 'Born Global' phenomenon refers to companies that regard the global market as their natural context and that start their internationalization process very early after inception. Traditional theories like the Uppsala model no longer can explain this process. Therefore, other theories have been emerging, such as the network perspective. There are some studies related to this field, mainly performed in developed countries with small markets and open economies. However, very few studies have been done in developing economies. Moreover, there are limited researches regarding the choice of entry mode and market selection of born global firms. Consequently, this study pretends to describe the main factors influencing the choice of entry mode and market selection of born global companies from developing economies. The focus of the research is the software industry and a multiple case study was performed to three companies in Ecuador. The methodology included in-depth interviews to founders as well as collection of secondary data. Drawing from empirical evidence, it was found that the main factors influencing entry mode choice are financial constraints, expected revenues, internationalization speed, niche markets and previous business experience of founders. On the other hand, market selection is influenced by similarities in language and culture, niche markets and network relations. / O fenômeno 'Born global' refere-se a empresas que consideram o mercado global como seu contexto natural e que iniciam seu processo de internacionalização muito cedo após sua criação. As teorias tradicionais como o modelo de Uppsala não conseguem explicar este processo. Portanto, outras teorias têm surgido, como a perspectiva de redes. Existem alguns estudos relacionados a esta área, principalmente realizados em países desenvolvidos com pequenos mercados e economias abertas. No entanto, poucos estudos têm sido feitos em economias em desenvolvimento. Além disso, o número de pesquisas quanto à escolha do modo de entrada e seleção de mercados das empresas 'born global' é bastante limitado. Consequentemente, este estudo pretende descrever os principais fatores que influenciam a escolha do modo de entrada e seleção de mercados das empresas, de economias em desenvolvimento, nascidas globais. O foco da pesquisa é a indústria de software e um estudo de casos múltiplo foi realizado com três empresas no Equador. A metodologia incluiu entrevistas com fundadores, bem como a coleta de dados secundários. Com base na evidência empírica, verificou-se que os principais fatores que influenciam a escolha do modo de entrada são as restrições financeiras, as receitas esperadas, a velocidade de internacionalização, mercados nicho e a experiência empresarial anterior dos fundadores. Por outro lado, a seleção de mercado é influenciada por semelhanças de língua e cultura, mercados nicho e relações em rede.
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A gestão do modelo de negócios de empresas multinacionais de países emergentes

Calixto, Cyntia Vilasboas 21 March 2017 (has links)
Submitted by Cyntia Vilasboas Calixto (cyntiacalixto@gmail.com) on 2017-03-30T18:16:25Z No. of bitstreams: 1 Cyntia_Tese_v. Biblioteca.pdf: 2666826 bytes, checksum: e553bf33e1e293beffd424fb7c3d4105 (MD5) / Approved for entry into archive by Pamela Beltran Tonsa (pamela.tonsa@fgv.br) on 2017-03-30T18:35:58Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Cyntia_Tese_v. Biblioteca.pdf: 2666826 bytes, checksum: e553bf33e1e293beffd424fb7c3d4105 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-03-30T19:36:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Cyntia_Tese_v. Biblioteca.pdf: 2666826 bytes, checksum: e553bf33e1e293beffd424fb7c3d4105 (MD5) Previous issue date: 2017-03-21 / Usually, one multinational enterprise deals with a portfolio of business models, since its foreign subsidiaries cannot just copy the headquarters’ model. Studies on the business model literature highlighted the complexity of this kind of organization, but they did not go further on their international operations. I’m aiming to understand what differs in those models around the globe and how the headquarters can cope with more than one business model by developing the ambidextrous capability. Thus, I’m looking forward to identifying some organizational elements as well as analyzing the network in the host country, which in juxtaposition, will determine the replication, renewal or even innovation of the original business model. In order to do that, I developed a theoretical framework and suggested some propositions based on the literature to evaluate the phenomena. The empirical setting was Brazilian Multinationals, composed by 40 interviews with executives of 17 different firms in both headquarters and their foreign subsidiaries. In addition, I triangulated the information with several types of secondary data, accounting to more than 300 documents. Then, selected four of them to analyze in depth through a multiple case study. The results had shown that multinational enterprises could use several tools to standardize some organizational procedures and share them by best practices through online systems and personal training. However, the host country environment (such as local institutions, staff and customers) stimulates several adaptations in their original model. Therefore, they created some separation mechanisms – spatial, temporal, and contextual - to be able to manage different business models concomitantly, trying to integrate the local culture in their business. Thus, this study contributes to the literature in two ways: (i) it brings to the international business’ perspective the analysis of the multinational’s business model, which can help us to improve our knowledge about the relationship between headquarters and foreign subsidiaries using a different lens; and (ii) in the business model literature, it explores the concept of business models’ portfolio and shows that the process of replication and renewal should be analyzed per foreign operation established by the company. / Em geral, uma empresa multinacional possui um portfólio de modelo de negócios, uma vez que suas subsidiárias no exterior não podem simplesmente copiar o modelo da matriz. A literatura de modelo de negócios destacou a complexidade desse tipo de organização, mas não desenvolveu estudos acerca das operações internacionais. Neste trabalho busca-se compreender quais as divergências entre esses modelos ao redor do globo e de que modo a matriz gerencia mais de um modelo de negócios ao desenvolver a capacidade de ambidestria. Assim, o intuito é identificar alguns elementos organizacionais, bem como analisar a rede em que a empresa está inserida no exterior, que, em justaposição, podem determinar a replicação, renovação ou até mesmo a inovação no modelo de negócios. Para isso, foi desenvolvido um modelo teórico e sugeridas algumas proposições com base na literatura para avaliar o fenômeno. O contexto empírico se estrutura a partir de empresas multinacionais brasileiras, 17, em número mais preciso, onde foram entrevistados 40 executivos, tanto na matriz quanto em suas subsidiárias no exterior. Ainda, a informação foi triangulada com diversos tipos de dados secundários, contabilizando mais de 300 documentos sobre as empresas em questão. Posteriormente, selecionaram-se quatro casos para fazer a análise em profundidade por meio de estudo de caso múltiplo. Os resultados revelaram que as multinacionais brasileiras podem utilizar mais de uma ferramenta para padronizar os procedimentos organizacionais e compartilhá-los por meio de sistemas on-line e treinamentos pessoais. Contudo, o ambiente país de destino (como as instituições locais, as pessoas e os consumidores) estimula algumas adaptações no modelo original. Logo, as empresas criaram mecanismos de separação – espacial, temporal e contextual – para gerenciar concomitantemente diferentes modelos de negócio, tentando integrar a cultura local em suas operações. Sendo assim, este estudo visa contribuir para a literatura em duas formas: (i) insere na perspectiva de negócios internacionais a análise do modelo de negócio de empresas multinacionais, o que pode auxiliar no conhecimento sobre a relação entre matriz e subsidiárias; e (ii) explora, na literatura de modelo de negócios, o conceito de portfólio de modelo de negócios, apresentando que processo de replicação e renovação devem ser analisados por subsidiária no exterior.
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Variance decomposition of firm productivity: evidence from the Peruvian economic context

Mejia, Lino 24 May 2017 (has links)
Submitted by LINO MEJIA (estebanllamosam@gmail.com) on 2017-06-22T20:39:35Z No. of bitstreams: 1 MasterThesis_Lino_Mejia_FGV_Ficha.pdf: 4647982 bytes, checksum: 29d2e5446d8872f2ad94a5fac6a16c72 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Tereza Fernandes Conselmo (maria.conselmo@fgv.br) on 2017-06-23T21:17:44Z (GMT) No. of bitstreams: 1 MasterThesis_Lino_Mejia_FGV_Ficha.pdf: 4647982 bytes, checksum: 29d2e5446d8872f2ad94a5fac6a16c72 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-06-23T21:47:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MasterThesis_Lino_Mejia_FGV_Ficha.pdf: 4647982 bytes, checksum: 29d2e5446d8872f2ad94a5fac6a16c72 (MD5) Previous issue date: 2017-05-24 / Academics have performed several studies on variance decomposition of several types of performance in context of developed economies. Nevertheless, empirical research of variance decomposition in emerging economies is more limited than that of developed economies. This study analyzes the variance decomposition of Peruvian enterprises in the period between 2010 and 2014, employing multidimensional performance measures, and thus two objectives are present. Firstly; determine the financial performance variance composition and compare this with developed economies. Secondly; determine the variance composition of productivity and compare it with the variance structure of financial performance. This empirical research is based on an original longitudinal dataset which contains financial, production and labour market information at firm level and it uses the Hierarchical Lineal Model (HLM) which provides conceptual and robust statistics for analyzing the nested structure of the data. Regarding the first objective, the empirical results demonstrate that the industry effect account for 34% and the firm effect account for 66% of the variance explained. This differs with previous studies such as Makino et al. (2004) who presented an industry effect of 18% of the variance explained in a developed economy. Regarding the second objective, three measures of performance are used to capture the multidimensional nature of performance. The dimensions are financial (measured as ROA and ROS) and operational (measured as productivity). The findings show that operational productivity model explain 65% of their variability; whereas the ROA and ROS explain 55% and 61% respectively. This study also confirms that the variance structure impacts the performance of each aggregate sector separately. For manufacturing, the result show that the percentage of industry effect is stronger than that of other aggregate sectors. For service, the industry effect (when it uses profitability measures) show similar values with some studies in the Latin American context. Finally; for wholesale & retail trade, the results confirm that the industry effect is lower than the other aggregate sector, and shows values around 4%, and therefore, firm effect ranges between 40% and 70% of the total variance. / Académicos han realizado varios estudios sobre la descomposición de varianza utilizando diversas clases de desempeño y principalmente en contexto de economías desarrolladas. Sin embargo, investigaciones empíricas sobre descomposición de la varianza en economías emergentes es más limitada que en contexto de economías desarrolladas. El presente estudio analiza la descomposición de la varianza en una muestra de empresas peruanas durante el período 2010-2014, empleando medidas de desempeño multidimensionales y, por lo tanto, dos objetivos de investigación son presentados. Primero; determinar la composición de la variación del rendimiento financiero y comparar estos resultados con los estudios en economías desarrolladas. Segundo; determinar la composición de la varianza de la productividad y compararla con la estructura de la varianza del rendimiento financiero. Esta investigación empírica se sustenta en una exclusiva base de datos en panel, los cuales contienen información financiera, de producción y de mercado de trabajo a nivel de empresa y además utiliza el Modelo Lineal Jerárquico (MLJ) el cual proporciona un método conceptual e robusto para analizar datos jerárquicos. En cuanto al primer objetivo, los resultados empíricos demuestran que el efecto industria representa el 34% y el efecto firma representa el 66% de la varianza explicada. Estos resultados difieren con estudios previos como Makino et al. (2004), quienes encontraron un efecto industria del 18% de la varianza explicada en un contexto de economía desarrollada. Con respecto al segundo objetivo, se utilizan tres medidas de rendimiento para captar la naturaleza multidimensional del desempeño. Las dimensiones son financieras (medidas como ROA y ROS) y operacional (medidas como productividad). Los resultados muestran que el modelo de productividad operacional explica el 65% de su variabilidad; Mientras que el ROA y el ROS explican el 55% y el 61%, respectivamente. Este estudio también confirma que la estructura de la varianza depende del desempeño de cada sector agregado. En el sector de manufactura, el resultado muestra que el porcentaje del efecto industria es más fuerte que el de otros sectores agregados. Para el sector servicio, el efecto industria (cuando utiliza la rentabilidad) muestran valores similares en estudios en el contexto latinoamericano. Finalmente; para el sector de comercio, los resultados confirman que el efecto industria es menor en comparación a los otros sectores, y muestra valores alrededor del 4%, y por lo tanto, el efecto firma oscila entre 40% y 70% del total de la varianza. / Acadêmicos têm realizado vários estudos sobre a decomposição da variância de vários tipos de desempenho no contexto de economias desenvolvidas. Não obstante, a investigação empírica da decomposição da variância nas economias emergentes é mais limitada do que a das economias desenvolvidas. Este estudo analisa a decomposição da variância das empresas peruanas no período entre 2010 e 2014, empregando medidas de desempenho multidimensionais, e, portanto, dois objetivos se fazem presentes. Primeiramente; determinar a composição da variância do desempenho financeiro e compará-la com as das economias desenvolvidas. Em segundo lugar; determinar a composição da variância da produtividade e compará-la com a estrutura de variância do desempenho financeiro. Esta pesquisa empírica é baseada em um conjunto de dados longitudinal original, que contém informação financeira, de produção e do mercado de trabalho a nível de empresa e usa o Modelo Hierárquico Linear (MHL), que oferece estatísticas robustas para analisar a estrutura hierárquica dos dados. Em relação ao primeiro objetivo, os resultados empíricos demonstram que o efeito setor responde por 34% e o efeito firma corresponde por 66% da variância explicada. Isso difere de estudos anteriores, como o de Makino et al. (2004) , que apresentou um efeito setor de 18% da variância explicada numa economia desenvolvida. Quanto ao segundo objetivo, três medidas de desempenho são usadas para capturar a natureza multidimensional do desempenho. As dimensões são financeiras (medidas como ROA, ROS, crescimento de ativos e receitas) e operacional (medida como produtividade). Os resultados mostram que o modelo de produtividade operacional explica 65% da sua variabilidade; enquanto que o ROA e ROS explicam 55% e 61% respectivamente. Este estudo também confirma que a estrutura da variância muda para cada setor agregado separadamente. Para manufatura, o resultado mostra que a percentagem do efeito setor é maior do que em outros setores agregados. Para serviços, o efeito setor (quando usada medidas de rentabilidade) mostra valores semelhantes com alguns estudos realizados no contexto latino-americano. Finalmente; para comércio atacadista e varejista, os resultados confirmam que o efeito setor é menor do que o outro setor agregado, e mostra valores em torno de 4%, e, portanto, o efeito firma varia entre 40% e 70% da variância total.
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Meio ambiente e resíduos sólidos: avanços e limites na cidade de Viena e lições para São Paulo

Demajorovic, Jacques 09 December 1994 (has links)
Made available in DSpace on 2010-04-20T20:17:11Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 1994-12-09T00:00:00Z / Este trabalho discute o desenvolvimento da política ambiental e seus reflexos sobre a reestruturação das políticas de gestão de resíduos sólidos. No início do trabalho, identifíca-se a importância do meio ambiente dentro da análise econômica e o estabelecimento das novas prioridades da atual política ambiental. Em seguida, mostra-se as mudanças nos sistemas de gestão de resíduos sólidos, principalmente na cidade de Viena, adaptadas prioridades da atual política ambiental. A análise mais detalhada do sistema que opera na cidade de Viena tem dois objetivos principais: evidenciar os avanços dos atuais modelos de gestão de resíduos sólidos e discutir algumas contradições observadas entre discurso e prática existentes nesses modelos nos países desenvolvidos. Por fim, utliza-se aquilo que foi observado na cidade de Viena, para fazer algumas considerações sobre a política de gestão de resíduos sólidos da cidade de São Paulo
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O Banco Mundial e as políticas de combate a pobreza: financiando a educação no estado de São Paulo

Schneider, Carolina Fonseca 05 April 2000 (has links)
Made available in DSpace on 2010-04-20T20:17:24Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2000-04-05T00:00:00Z / Analisa a criação e a composição do Banco Mundial, e a mudança nas suas formas de atuação ao longo dos anos. Enfatiza sua atuação nos anos 90 voltada para o combate à pobreza e os financiamentos para a área social. Aborda a importância atribuída à educação nesse processo e um financiamento específico concedido para a educação básica no estado de São Paulo.
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A fratura histórica entre ajuste externo e estabilização: a economia brasileira no período 83-84

Vieira, Flávio Vilela 23 December 1992 (has links)
Made available in DSpace on 2010-04-20T20:18:37Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 1992-12-23T00:00:00Z / Procura analisar o último programa convencional de ajuste externo e estabilização implementado na economia brasileira em 83/84, no intuito de apreender suas características comportamenteias mais relevantes, para que a partir disso se possa fazer um diagnóstico fundamentado tanto o embasamento teórico, como na análise das variáveis macroeconômicas fundamentais no período referido

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