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"Efeito da especificidade de atividades motoras prévias no controle motor de indivíduos idosos" / EFFECT OF SPECIFICITY OF PREVIOUS MOTOR ACTIVITIES ON MOTOR CONTROL IN ELDERLY INDIVIDUALSSilva, Juliana Bayeux da 04 June 2004 (has links)
O objetivo deste estudo foi analisar em que medida a prática extensiva de habilidades em uma modalidade esportiva e a maior capacidade aeróbia estão relacionadas com a preservação do desempenho motor de indivíduos idosos. Foram testadas duas hipóteses: (a) oxigenação cerebral, que postula que o desempenho motor pode ser preservado de uma maneira geral através do aumento do aporte de oxigênio para o cérebro; e (b) manutenção seletiva, na qual se propõe que a capacidade de movimento é preservada exclusivamente para aquelas funções sensório-motoras empregadas intensivamente durante a prática sistemática. Essas hipóteses foram testadas através da avaliação de indivíduos idosos atletas, praticantes de tênis e corrida, e de idosos e jovens ativos, em tarefas envolvendo funções sensório-motoras diversas e VO2max. Os resultados indicaram superioridade de desempenho na maioria das tarefas estudadas para o grupo de adultos jovens em comparação aos grupos de idosos, que não diferiram entre si. A única exceção a esse padrão foi para a tarefa de coincidência temporal, na qual o grupo de idosos tenistas apresentou desempenho similar ao grupo de adultos jovens e superior aos outros dois grupos de idosos. Foi encontrada uma correlação moderada entre desempenho motor e VO2max, a qual atingiu valores mais elevados para os grupos de idosos atletas. Esses resultados oferecem sustentação para ambas as hipóteses testadas, indicando que há um componente específico à prática e outro genérico para o sistema como um todo na preservação da motricidade durante o envelhecimento. / The aim of this study was to analyse the influence of extensive practice in specific sport skills and a higher aerobic fitness on the maintanance of motor performance in the elderly. Two hypotheses were tested: (a) cerebral oxygenation, which explains that motor performance can be preserved in general through the increment of the oxygen available to the brain; and (b) selective maintanance, which proposes that movement capacity is preserved only in sensorimotor functions used intensively during sistematic practice. These hypotheses were tested through the evaluation of senior athletes in tennis and running, and active young and old adults, in tasks requiring several sensorimotor functions and in VO2max. The results indicated a higher performance in most tasks for the young adults in relation to the elderly groups, which did not differ from each other. The only exception to this pattern was observed in the analysis of the coincident timing task, which showed that master tennis players performed similarly to the young adults and were superior to the other elderly groups. A moderate correlation between motor performance and VO2max was observed, which reached higher values for the senior athletes. These results supported both hypotheses, selective maintenance and cerebral oxigenation, indicating that there is a component specific to the practice and another one that is general to the whole system in the preservation of movement control as an individual gets older.
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Avaliação dos efeitos da corrida de maratona nos marcadores de estresse oxidativo, inflamatórios e miocárdicos / Assessment of the marathon race effects on oxidative stress, inflammatory and myocardial markersDioguardi, Giuseppe Sebastiano 14 July 2011 (has links)
Fundamentos: Os efeitos benéficos do exercício físico regular, moderado, estão bem estabelecidos. De outra parte, os efeitos do exercício intenso, prolongado e exaustivo são controversos. Alguns efeitos indesejáveis podem ser o estresse oxidativo, a oxidação da LDL nativa e a resposta inflamatória de fase aguda. Objetivo: avaliar essas variáveis em maratonistas. Os efeitos agudos foram avaliados imediatamente e 72 h após a corrida e os efeitos crônicos foram avaliados na comparação com grupo controle. Casuística e métodos: população constituída por vinte e sete maratonistas, homens, 41+- 8 anos de idade, 74% brancos, sadios e 26 controles equiparáveis. Resultados: 1) Em condições basais (maratonistas x controles) no perfil oxidativo evidenciou-se: a) estado antioxidante total do plasma (TAS); 3,76+-0,34 versus 3,45+-0,32, mmol/L, p=0,002; b) peróxidos; 0,41+-0,15 versus 0,65+-0,42, p=0,011; c) LDLox; sem diferença significativa; d) anticorpos anti-Ldlox; não houve diferença significativa. No perfil imunoinflamatório observou-se: a) PCR us; 1,49+-1,11 versus 1,03+-1,39, mg/L, p=0,004; b) IL-15; 42,83+-109,47 versus 34,80+-128,57 pg/ml, p=0,021; c) TNF-alfa 8,07+-13 versus 33,98+-39,63 pg/ml. 2) Maratonistas, condições basais versus imediatamente após a prova: a) LDLox; 88,18+-22,05 versus 148,46+-74,76 U/L, p<0,001; b) Interleucinas: IL-6=30,08+-40,66 versus 113,61+-91,39, pg/ml, p<0,05, IL-8=38,36+-36,57 versus 85,02+-53,91,pg/ml,p<o,05, IL-10=21,08+-36,12 versus 141,82+-124,98,pg/ml,p<0,05, IL-15=42,83+-109,47 versus 169,60 +- 244,84 pg/ml,p<0,05, e TNF-alfa=8,07+-13 versus 32,65+- 42,24, pg/ml,p<0,05; c) leucócitos; 5,581+-1.122 versus 13.807+-5.393,mil/ml, p<0,05; d) Marcadores músculo-esqueléticos: mioglobina; 41+-31 versus 659+-344,ng/ml,p<0,05 ( > 1600%); CPK; 205+-121 versus 403+-134, p<0,05; DHL; 107+-28 versus 302+-44 U/L, p<0,05. e) Marcadores cardíacos: CKMB-Massa; 2,65+-2,43 versus 5,34+-3,01, troponina I; 0,023+-0,032 versus 0,045+-0,044,ng/ml,p<0,05. 3) Maratonistas, condições basais versus 72 h após a prova: a) TAS; 3,76+-0,34 versus 3,39+-0,92 U/L, p=0,05; b) anticorpos anti-LDLox; 439,23+-409,65 versus 225,10+-189,16,U/L, p<0,001; c) peróxidos=0,41+-0,15 versus 0,49+-0,11 U/L, p=0,03. No perfil inflamatório observou-se: a) PCR us 1,49+-1,11 versus 3,15+-2,22, mg/l,p<0,05; b) IL-8;38,36 +- 36,57 versus 45,28+-25,21 pg/ml, p <0,05. Marcadores músculo-esqueléticos a) CPK; 205,93+-121,47 versus 601,30+_567,80 U/L, p<0,001e b)DHL;197,44+-28,99 versus 267,30+-78,21 U/L, p<0,001. Enzimas cardíacas: a) CKMB-Massa;2,65+-2,43 versus 4,88+-5,60 ng/ml, p<0,05. O ecocardiograma mostrou cavidades esquerdas e massa do VE maiores em maratonistas que em controles. Adicionalmente foram submetidos a angiotomografia coronária 22 maratonistas e 20 controles. Em 5 (22,7%) dos maratonistas e em 3 (15%) dos controles, foram encontradas placas ateroscleróticas discretas. Conclusões: após corrida de maratona observa-se agudamente estresse oxidativo, aumento da LDLoxidada, resposta inflamatória de fase aguda e aumento da CKMB-massa. Estas alterações não foram observadas em condições basais. / The beneficial effects of regular, moderate exercise are well estabilished. On the other hand, the effects caused by the heavy and exhaustive exercise for longer periods are controversial. Some of these unpleasant effects. may be oxidative stress, the oxidation of the native LDL and acuse phase inflammatory response. Objective: Assess these variables in marathon runners. The acute effects were assessed immediately and 72 hours after the race, the chronical effects were assessed in basal condition and in comparision with the control group. Methods: A population consisting of 27 marathon runners, male, 41± 8 y old, 74% white, healthy and 26 matchable controls. Results: 1) On basal conditions (marathon runners X control group) regarding oxidative profile, the findings were the following: a) Total Anti-oxidant State of the plasma (TAS); 3.76 ± 0.34 versus 3.45 ± 0.35 mmol/L , p=0.002; b) Peroxides 0.48± 0.15 versus 0.65± 0.42, p=0.011 c) Anti ox LDL antibodies, and oxLDL without a significative difference. In the immunoinflamatory profile the findings are the following observed: a) us CRP; 1.49± 1.11 versus 1.03± 1.36, mg/L, p=0.004; b) IL-15; 42.83± 109.47 versus 4.80± 128.57 pg/ml, p=0.021; c) TNF-alfa 8.07± 13 versus 33.98± 39.63 pg/ml. 2) Marathon runners´ basal conditions versus their condition immediately after the race. a) OxLDL; 88.18± 22.05 versus 148.46± 74.76 U/L, p<0.001; b) Interleukynes: IL-6=30.08± 40.66 versus 113.61± 91.39, pg/ml p<0.05, IL-8=38.63± 36.57 versus 85.02± 53.91,pg/ml, p<0.05, IL-10=21.08± 36.12 versus 141.82± 124.98,pg/ml, p<0.05, IL-15=42.83± 109.47 versus 169.60± 244.84 pg/ml, p<0.05, e TNF-alfa=8.07± 13 versus 32.65± 42.24, ph/ml, p<0.05; c) leucocytes; 5.581± 1.122 versus 13.807± 5.393, mil/ml, p<0.05; d) skeletal muscle markers: myoglobine; 41± 31 versus 659± 344,ng/ml, p<0.05 (>1600%); CPK; 205± 121 versus 403± 134, p<0.05; DHL; 107± 28 versus 302± 44 U/L, p<0.05. e) Myocardial markers: CKMB-mass; 2.65± 2.43 versus troponina I; 0.023± 0.032 versus 0.045± 0.044, ng/ml, p<0.05. 3) Marathon runners´ basal conditions versus their condition 72 hours after the race: a) TAS; 3.76± 0.34 versus 3.39± 0.92 U/L, p=0.05; b) Anti-oxLDL antibodies; 439.23± 409.65 versus 225.10± 489.16, U/L, p<0.001; c) Peroxides= 0.41± 0.15 versus 0.49± 0,11 U/L, p=0.03. Regarding the oxidative profile, the following was found: a) us CRP 1.49± 1.11 versus 3.15± 2.22, mg/l, p<0.05; b) IL-8; 38.36± 36.57 versus 45.28± 25.21pg/ml, p<0.05. Skeletal muscle markers: a) CPK; 205.93± 121.47 versus 601.30± 567.80 U/L, p<0.001 e b) DHL; 197.4± 28.99 versus 267.3± 78.21 U/L, p<0.001. Cardiac enzymes: a) CMKB-mass; 2.65± 2.43 versus 4.88± 5.6 ng/ml, p<0.05. The echocardiogram showed bigger left cavities and increased VE mass in marathon runners than the ones in the control group. In addition, 22 marathon runners and 20 individuals in the control group were submitted to coronary angiotomography. Discreet atherosclerotic plaques were found in five marathon runners and in three individuals of the control group. Conclusion: Accute oxidative stress, inflammatory response acute phase, increased oxLDL as well as a higher level of the CKMB mass were observed after the marathon race.
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Associação do polimorfismo da ECA e variáveis fisiológicas determinantes da aptidão aeróbia / Association of the ACE polymorphism and physiological variables correlated with aerobic fitnessSilva, Salomão Bueno de Camargo 13 March 2015 (has links)
O consumo máximo de oxigênio (VO2máx), o limiar ventilatório (LV), ponto de compensação respiratória (PCR) e a economia de corrida (EC) são importantes variáveis fisiológicas associadas com a aptidão aeróbia em corrida. Acredita-se que o polimorfismo da enzima conversora de angiotensina (ECA) possa estar influenciando nos valores dessas variáveis. Contudo, essa relação causal não tem sido amplamente estudada durante a corrida. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi investigar a associação entre os genótipos da ECA e o VO2máx, LV, PCR e EC mensuradas durante a corrida em esteira. Cento e cinquenta (n = 150) voluntários fisicamente ativos realizaram os seguintes testes: a) teste incremental máximo para determinação do VO2máx, LV e PCR; b) dois testes de velocidade constante (10 km/h e 12 km/h) em esteira para determinação da EC. Os genótipos apresentaram a frequência de: II = 21% ; ID = 52% e DD = 27%. Os resultados apresentaram uma tendência dos indivíduos com o genótipo II apresentarem maiores valores do VO2máx (p = 0.08), bem como a análise do efeito prático apresentou um possível efeito benéfico desse genótipo. No entanto, não foi constatada diferença entre os valores do LV, PCR, e EC entre os indivíduos. Esses resultados sugerem que o genótipo II da ECA pode estar influenciando nos valores da variável máxima relacionada com o consumo de oxigênio / The maximal oxygen uptake (VO2máx), ventilatory threshold (VT), respiratory compensation point (RCP), and running economy (RE) are important variables associated with running aerobic fitness. However, the influence of Angiotensin Converting Enzyme (ACE) polymorphism on these variables determined in running has not been largely investigated. Therefore, the present study aimed to investigate the relationship between ACE genotypes and maximal oxygen uptake, respiratory compensation point, and running economy measured in running. One hundred and fifty (n = 150) physically active young men performed the following tests: a) a maximal incremental treadmill test to determine VO2máx and RCP, b) two constant-speed running test (10 km.h-1 and 12 km.h-1) to determine the RE. The genotype frequency were II = 21 %; ID = 52 %; DD = 27 %. There were a likely beneficial effect and a tendency for the participants with ACE II genotype to have higher VO2max values than DD or ID genotypes (p = 0.08) and the smallest worthwhile effects show a beneficial effect. There were not associations between the genotypes for RCP and RE. These findings suggest that II ACE genotype would influence in maximal variable correlated with oxygen consumption
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Identités de genre et identité nationale à travers l'histoire des corridas de taureaux en Espagne (1874-1923). / Gender identities and national identity through the history of bullfights in Spain (1874-1923)Castro Devesa, David 19 October 2018 (has links)
Cette thèse doctorale présente la corrida de taureaux comme un phénomène culturel producteur de représentations nationales et genrées. L’objectif principal est l’analyse des discours reliant le spectacle taurin à la construction de la nation et aux identités de genre en Espagne entre 1874 et 1923, une période de crise nationale et de reconfiguration des rôles masculins et féminins dans la société espagnole. L’approfondissement de ces questions se réalise principalement à travers trois études de cas : le succès d’une équipe de toreras, les Noyas ; la transsexualité d’un/e torero/a, la Reverte ; la célèbre rivalité entre les toreros Joselito et Belmonte. Cette recherche aborde les trajectoires de ces personnages notamment à partir des articles de presse généraliste et taurine, repérant les pratiques discursives des journalistes sur la nation et le genre, les encadrant dans l’évolution de la société espagnole et son système de représentations culturelles de l’identité nationale et des identités de genre. La corrida de taureaux s’articule autour de la régénération nationale configurant une masculinité à l’espagnole, à partir de la figure du torero, et des rapports de genre par la domination, symbolisés dans l’exclusion des femmes en tant que protagonistes de la nommée fête nationale. / This thesis addresses the Spanish bullfighting as a cultural phenomenon producer of national and gendered representations. The main objective of this research is to analyze the discourses linking bullfighting show to the construction of the nation and to gender identities in Spain between 1874 and 1923. It covers a time of national crisis in the Spanish history and a period of reconfiguration of the male and the female roles in the society. To do so, this research explores these questions through an in-depth study of three cases relevant to this period: the success of a team of women bullfighters, the Noyas; the transsexuality of a bullfighter, the Reverte; and the famous rivalry between two bullfighters, Joselito and Belmonte. The research approaches the trajectories of each case through content analysis of articles in the general and the bullfighting press. It identifies journalists’ discursive practices on the nation and gender, in close connection with the evolution of the Spanish society and its system of cultural representations of national and gender identities. Bullfighting revolves around national regeneration by reconfiguring a Spanish masculinity, starting from the figure of the bullfighter and gender relations of domination symbolized in the exclusion of women as protagonists of the so-called national party.
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O corredor de rua no interior de São Paulo: das barreiras ao comprometimento / The street runners in the countryside of São Paulo state: from constraints to commitmentAlves, Caio Tarcisio Ventura 18 May 2018 (has links)
A corrida é um dos esportes mais acessíveis atualmente, pois sua prática não requer alto investimento financeiro, sendo praticável em academias ou ao ar livre. Indivíduos sedentários alegam falta de tempo, outras obrigações e outros fatores para não praticar exercícios físicos. Estratégias de negociação de barreiras às práticas esportivas se fazem necessárias para que indivíduos comecem ou continuem suas práticas de exercício físico. Esta pesquisa tem como objetivos:(1) descrever as principais barreiras que corredores de rua têm que superar para continuar correndo, (2) descrever as principais estratégias de negociação usadas por estes corredores para superar tais barreiras, (3) comparar corredores orientados com corredores autônomos nas suas estratégias de negociação para continuar correndo e (4) verificar se diferentes estratégias de negociação podem explicar a variância no envolvimento e no comprometimento de corredores amadores com a corrida de rua.. A escala de barreiras foi baseada em Alexandris, Tsorbatzoudis e Grouios (2002). A escala de negociação foi baseada em Alexandris, Kouthouris e Girgolas (2007). A escala de envolvimento foi traduzida a partir de Beaton et al. (2011) e a escala de comprometimento foi traduzida a partir de Pritchard, Havitz e Howard (1999), Funk et al. (2011) e Ridinger et al. (2012). Os corredores amadores (n = 437) eram, na sua maioria, do sexo masculino (60,1% homens), 45% eram alunos de assessoria de corrida, com idade média de 39,9 anos (DP = 11,6) e tinham experiência média em corrida de 6,79 anos (DP = 7,19). As principais barreiras encontradas por corredores amadores foram a falta de tempo (M = 2,93; DP = 1,22) e a falta de local adequado (M = 2,65; DP = 1,31). Os corredores investigados informaram que utilizam estratégias para continuar correndo baseadas na negociação para falta de vontade (M = 5,93; DP = 0,8) e na flexibilidade de local, dias e horários para correr (M = 4,26; DP = 1,16). Com relação ao envolvimento, os respondentes informaram que se tornam mais envolvidos com a corrida principalmente por valores hedônicos (M = 5,9; DP = 1,13). O nível de comprometimento com a corrida de rua informado pelos corredores foi moderado (M = 4,89; DP = 1,56). Os resultados dos testes t mostraram que não houve diferença entre corredores autônomos e corredores orientados nas estratégias de negociação de flexibilidade e de negociação para dor, mas eles diferiram nas estratégias de negociação de tempo (t=-6,605; p<0,001), na busca de parceiros e informação (t=-10,613; p<0,001) e na negociação para falta de vontade (t=-3,243; p =0,001). A partir do modelo de regressão, foram explicadas pelas cinco dimensões da negociação: 25,3% do envolvimento hedônico, 42,2% da centralidade, 21,6% do valor simbólico e 30,2% do comprometimento. As dimensões negociação para falta de vontade, e busca por parceiros e informação foram preditores significantes em todas as análises. Conclui-se que corredores amadores que utilizam estratégias de negociação para superar barreiras são mais envolvidos e comprometidos com a corrida de rua. / Running is one of the most accessible sports currently, because its practice does not require high financial investment, once it can be performed in gyms or outdoors. Sedentary individuals claim they do not have enough time to exercise, besides other personal obligations and reasons not to practice physical activities. Because of these excuses, it is necessary to create negotiation strategies to overpass these constraints and make people start or continue practicing exercises. The purposes of this study are: (1) describing the main constraints which street runners must overcome to keep running, (2) describing the main negotiation strategies used by these runners to surpass those constraints, (3) comparing runners who are coached by a running club to those who practice running autonomously in their negotiation strategies to keep running and (4) to verify if different negotiation strategies can explain the variation of amateur runner\'s involvement and commitment with the running.. The scale of negotiation was based on Alexandris, Kouthouris e Girgolas (2007). The scale of involvement was translated from Beaton et al. (2011) and the scale of commitment was translated from Pritchard, Havitz & Howard (1999), Funk et al. (2011) and Ridinger et al. (2012). The amateur runners (n = 437) were mostly male (60,1% men), 45% of them were coached by a running club, their average age was of 39,9 years old (SD = 11, 6) and they had been running for an average of 6,79 years (SD = 7,19). The main constraints that were faced by amateur runners were: lack of time (M = 2,93; SD = 1,22) and the absence of a suitable place (M = 2,65; SD = 1,31). The studied runners told that they make use of the strategies to keep on running based on negotiation due to the lack of will (M = 5,93; SD = 0,8) and on the flexibility of place, days and time to run (M = 4,26; SD = 1,16). Regarding involvement, the studied runners informed that they become more concerned to the running activity mainly because of the pleasant factors (M = 5,9; SD = 1,13). It was observed an average level due to the commitment with the street running (M = 4,89; SD = 1,56). The results of the t tests showed that there were no differences between the autonomous runners and the coached runners regarding the flexibility and pain strategies of negotiation. On the other hand, they differed in the time strategies of negotiation (t=-6,605; p<0,001), in the search of partners and information (t=-10,613; p<0,001) and in the negotiation for the lack of will (t=-3,243; p =0,001). Through regression model they were explained through five negotiation dimensions: 25,3% of involvement by pleasure, 42,2% of centrality, 21,6% of symbolism and 30,2% of commitment. The factors \'negotiation for the lack of will\' and \'negotiation for the search of partners and information\' were very important predictors for the analysis. It was possible to conclude that amateur runners who make use of negotiation strategies to overpass constraints are more engaged and committed to running.
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Avaliação estática do complexo tornozelo-pé e padrões dinâmicos da distribuição da pressão plantar de corredores com e sem fasciite plantar / Static evaluation of the anklefoot complex and dynamic patterns of the plantar pressure distribution in runners with and without plantar fasciitisAna Paula Ribeiro 28 April 2010 (has links)
A fasciite plantar é considerada a terceira doença mais comum em corredores. Apesar dessa alta prevalência, sua patogênese ainda é inconclusiva. Na literatura desalinhamento do retropé, mudanças na conformação do arco longitudinal plantar e um aumento da carga mecânica sobre os pés, têm sido embasados como fatores de risco para o desenvolvimento da fasciite plantar. No entanto, há uma escassez de estudos que investigaram estes fatores, durante a corrida. A maior parte da literatura investigou, especificamente, a marcha e os resultados apresentam-se controversos e ainda não claros, principalmente, em relação ao efeito da dor associada à doença. Para alívio da dor, a maioria dos tratamentos baseia-se na inserção de palmilhas, porém, há longo prazo, elas não impedem as recidivas dos sintomas. Isso pode ser justificado pela carência de bases científicas que melhor descrevam as características posturais do complexo tornozelo-pé e os padrões dinâmicos da carga plantar, durante a corrida, para que possam perpetuar uma maior eficácia deste tipo de tratamento. Assim, o objetivo geral desse estudo foi verificar a influência da fasciite plantar com e sem dor sobre o alinhamento do retropé e o arco longitudinal medial na postura ortostática bipodal, bem como a análise da distribuição da pressão plantar durante a corrida. Foram estudados 105 corredores adultos de ambos os sexos entre 20 a 55 anos. Destes 45 apresentavam fasciite plantar (30 com dor - FPS e 15 sem dor - FPA) e 60 eram corredores controles - GC. Para responder as questões científicas específicas foram realizados dois experimentos. O experimento um teve como objetivo específico avaliar a influência da fasciite plantar sintomática e assintomática sobre o alinhamento do retropé e o arco longitudinal medial durante a postura ortostática bipodal de corredores recreacionais. Para tanto, foram avaliadas, por meio da fotogrametria digital, duas medidas clínicas: ângulo do retropé e o arco longitudinal medial. O experimento dois teve como objetivo específico investigar e comparar a distribuição da pressão plantar de corredores com fasciite plantar sintomática e assintomática e corredores sem a presença da doença, durante a corrida. Para tanto, a distribuição da pressão plantar foi avaliada por meio de palmilhas capacitivas (Pedar X System) durante uma corrida de 40m a uma velocidade de 12km/h, utilizando um calçado esportivo padrão. A dor foi mensurada pela escala visual analógica. Para análise das variáveis biomecânicas da pressão o pé foi dividido em seis áreas: retropé lateral, central e medial, mediopé e antepé lateral e medial. Os principais resultados desse estudo mostraram que a fasciite plantar sintomática e assintomática não apresentou diferenças significativas no alinhamento em valgo do retropé, mas a condição de fasciite plantar influenciou no arco longitudinal medial, onde ambos os grupos com fasciite plantar (com e sem dor) apresentaram um arco mais elevado em relação ao controle. Já em relação às cargas plantares, durante a corrida, não houve diferença significativa nas variáveis: pico de pressão (p = 0,609), área de contato (p = 0,383), tempo de contato (p = 0,908) e integral da pressão (p = 0,504). Conclui-se que a fasciite plantar sintomática e assintomática não altera o alinhamento do retropé na postura ortostática bipodal e a distribuição da pressão plantar, durante a corrida. No entanto, a condição fasciite plantar, independente do sintoma de dor, associa-se com um aumento do arco longitudinal medial na população de corredores / The plantar fasciitis has been the third most common disease in runners. Despite this high prevalence, its pathogenesis is still inconclusive. In literature, the rearfoot misalignment, changes in the conformation of longitudinal plantar arch and increased mechanical load on the feet, have been described as risk factors for developing of plantar fasciitis. However, there are few studies investigating these factors during the running. The most of the literature investigated the gait and the results are still controversial and unclear, mainly on the effect of pain associated with disease. For pain relief, most of the treatments are based on use of the insoles, however, they do not have long-term beneficial effects. This can be explained by the lack of scientific evidence that describe the characteristics of postural ankle-foot complex and dynamic load patterns on plantar surface during the running, thus, improve effectiveness this type of treatment. The general purpose of this study was to investigate the influence of plantar fasciitis with and without pain on the rearfoot alignment, longitudinal medial plantar arch in bipedal standing posture and on the plantar pressure distribution during the running. One hundred and five adult recreational runners of both sexes between 20 to 55 years old were studied. Of these, 45 had plantar fasciitis (symptomatic 30 SPF and asymptomatic 15 APF) and 60 controls runners CG. Two experiments were realized in order to respond the specific scientific questions. The first experiment had the specific purpose of verify the influence of plantar fasciitis symptomatic (with pain) and asymptomatic (without pain) on the rearfoot alignment and on the longitudinal medial plantar arch during bipedal standing posture of runners. Therefore, were evaluated by mean of digital photogrammetry, two clinical measures: the rearfoot angle and arch index. The experiment two aimed specifically to investigate and comparing the plantar pressure distribution in runners with plantar fasciitis symptomatic and asymptomatic and runners without plantar fasciitis during the running. Therefore, the plantar pressure distribution was measured by capacitive insoles (Pedar System X) during a running of 40 m at a speed of 12km/h, using a standard sport shoes. Pain was measured by visual analogue scale. For analysis of the pressure variables, the foot was divided into six areas: rearfoot lateral, central and medial; midfoot and forefoot medial and lateral. The principal results of this study showed that the symptomatic and asymptomatic plantar fasciitis do not show significant difference in the valgus rearfoot misalignment, but the condition of plantar fasciitis (symptomatic and asymptomatic) caused an increase of the longitudinal medial plantar arch compared to CG. In relation to the plantar loads during the running, there was no significant difference on pressure peak (p = 0.609), contact area (p = 0.383), contact time (p = 0.908) and pressure integral (p = 0.504). We concluded that the symptomatic and asymptomatic plantar fasciitis does not change the valgus rearfoot alignment during bipedal standing posture and the plantar pressure distribution during the running. However, the condition of symptomatic and asymptomatic plantar fasciitis showed an increase in the longitudinal medial plantar arch of recreational runners
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Dinâmica de aeronaves em corrida no solo : estudo de sensibilidade de parâmetros aerodinâmicosFlávio Pires Oliva 15 April 2011 (has links)
O desempenho em pista de aeronaves é de extrema importância para o sucesso do projeto, pois ele pode limitar a operação da aeronave, dependendo do comprimento da pista dos aeroportos.
Para aeronaves da aviação executiva, o sucesso de vendas guarda uma relação direta com esses parâmetros, já que as mesmas podem atender um número maior de aeroportos e/ou operar com maior variedade de combinações de carga paga e combustível carregados, tornando a aeronave muito mais versátil. Com essa premissa em mente, se torna importante a obtenção da estimativa do comprimento de pista para decolagem e pouso nas fases iniciais do projeto aeronáutico, possibilitando tempo, à baixo custo, para que se possa corrigir qualquer problema que possa comprometer o desempenho da aeronave. As manobras que determinam a velocidades mínimas de decolagem e velocidades mínimas de controle em solo são as escolhidas para serem estudadas, dada a importância que possuem no dimensionamento da empenagem da aeronave. As principais dificuldades na estimativa dessas velocidades são a obtenção dos dados aerodinâmicos sob efeito solo e das características dinâmicas do trem de pouso. Portanto decidiu-se concentrar o estudo na sensibilidade de alguns parâmetros aerodinâmicos a fim de melhor direcionar os trabalhos de modelagem.
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Corrida de rua: um fenômeno sociocultural contemporâneo / Road Race: a sociocultural contemporary phenomenonDallari, Martha Maria 16 March 2009 (has links)
Corridas são praticadas há milênios. Nos últimos 30 anos reuniram milhões de praticantes nas ruas do mundo todo. Como outras atividades físicas, passou por transformações ao longo da história. Estas mudanças estão diretamente ligadas a questões da sociedade. A sociedade contemporânea tem duas características principais, a questão da identidade e a globalização. Estes pontos influenciam a visão de corpo, a compreensão de saúde, definem as relações pessoais, o papel das mulheres, os vínculos locais, a incorporação da tecnologia e o empreendedorismo. A Corrida Internacional de São Silvestre incorpora todas as características da sociedade formada nos últimos 30 anos. É um exemplo da ligação entre a corrida de rua e a sociedade. A corrida de rua é um fenômeno sociocultural contemporâneo. / People has being running for thousand years. In the last 30 years distance running put toghether million people in streets all around the world. As other physical activities, distance running has gone through changes along History. These changes relate directally to social issues. Contemporary society has two major characteristics, identity and globalization. These points relate on how eaach one sees the human body, health comprehension, personal relationship, women role, the urban ties, uses of technology and entrepreneurship. São Silvestre International Road Race bring togheter all characteristics of society in the last 30 years. It is an example of relation between running and society. Road races are a contemporary phenomenon.
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Instabilidade financeira com (e sem) serviço sequencial / Financial instability with (and without) sequential serviceMelo, Matheus Anthony de 13 June 2017 (has links)
A teoria econômica mostra que instabilidade financeira é um problema que atinge as economias nos períodos de recessão causando desemprego, queda nos níveis de consumo e poupança, surgimento de corridas bancárias e, consequentemente, a redução do bemestar da sociedade. A literatura que estuda instabilidade financeira divide-se em duas vertentes as quais importantes referências nas áreas de estudo sem serviço sequencial e com serviço sequencial são Allen e Gale (2000) e Bertolai, Cavalcanti, e Monteiro (2016), respectivamente. A contribuição deste trabalho consiste em apresentar os modelos e principais resultados de Allen e Gale (2000) e Bertolai et al. (2016) como casos limites de um mesmo problema de escolha do sistema bancário ótimo para estabelecer, em seguida, resultados complementares à essas referências. A primeira contribuição, no ambiente em que não existe serviço sequencial, é propor uma nova forma de divisão do choque inesperado de liquidez no modelo de Allen e Gale (2000) de modo que esse mecanismo de cooperação no interbancário consiga evitar contágio e o colapso generalizado entre os bancos. Já no ambiente com serviço sequencial, uma segunda contribuição é estender Bertolai et al. (2016) ao estabelecer novos equilíbrios de corrida bancária, em que os três últimos depositantes de cada um dos bancos da economia não participam da corrida bancária. / Economic theory shows that financial instability is a problem that affects economies in times of recession, causing unemployment, falling consumption and saving levels, the emergence of bank-run , and consequently the reduction of the welfare of society. The literature that studies financial instability is divided into two strands where important references in the study areas without sequential and sequential service are Allen e Gale (2000) and Bertolai et al. (2016), respectively. The contribution of this work is to present the models and main results of Allen e Gale (2000) and Bertolai et al. (2016) as limiting cases of the same problem of choosing the optimal banking system, in order to establish subsequent results complementary to these references. The first contribution, in the environment in which there is no sequential service, is to propose a new way of dividing the unexpected liquidity shock in the Allen e Gale (2000) model so that this mechanism of interbank cooperation can avoid contagion and the generalized collapse between the banks. In the sequential service environment, a second contribution is to extend Bertolai et al. (2016) by establishing new banking run balances in which the last three depositors of each of the banks of the economy do not participate in the bank run.
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Influência do ciclismo na eficiência e economia de corrida em triatletasRosa, Rodrigo Gomes da January 2014 (has links)
O triatlo é um esporte composto por natação, ciclismo e corrida. Embora existam evidências que apontem influência do ciclismo prévio à corrida, mecanismos que expliquem fatores bioenergéticos e biomecânicos na corrida após o ciclismo não são completamente compreendidos. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos do ciclismo prévio, sobre a corrida, em triatletas de nível médio nos seguintes parâmetros: economia de corrida (ECO), eficiência mecânica (Eff), trabalho mecânico (Wmec), rigidez do membro inferior e do sistema massa-mola (Kleg e Kvert) e comprimento e frequência de passada (CP e FP). Participaram do estudo 14 triatletas de nível médio (média ± DP; VO2max = 65,3 ± 2,7 ml.kg-1.min-1, idade = 30 ± 5 anos; tempo de prática = 6,8 ± 3,0 anos). Os atletas realizaram quatros testes: 1) um teste máximo de corrida, 2) um teste máximo de ciclismo, randomizados, 3) um teste de ECO de 20 minutos a 14km.h-1 com coleta cinemática e do consumo de O2 em quatro momentos, e 4) o mesmo teste após pedalar durante 30 minutos na potência equivalente a 80% do 2° limiar ventilatório (2ºLMV), realizados de forma randomizada. A ECO não presentou diferença quando realizada após o ciclismo em relação a corrida sem corrida isolada, assim como o Wmec que foi menor ao final do teste de corrida isolada (p<0,05). A Eff no teste com ciclismo prévio no último momento foi maior que a corrida isolada (0,60 x 0,52) e o contrário ocorreu com Kleg (20,2 x 24,4 kN.m-1) e Kvert (7,1 x 8,2k N.m-1, p<0,05). FP foi maior e CP menor em todos os momentos da corrida com ciclismo prévio p<0,05. A ECO, Wmec, Kleg e Kvert são mantidos ao longo do teste de velocidade constante quando realizado ciclismo em intensidade moderada, demonstrando que o ciclismo prévio à corrida pode contribuir para a manutenção da Eff em triatletas, porém ajustes ocorrem no CP e FP para manutenção da ECO. / The triathlon is composed of swimming, cycling and running. Although there are evidences indicating the influence of cycling prior to running, bioenergetics and biomechanics mechanisms describing the effects on running are not completely understood. The aim of this study was to investigate the effects of cycling on running economy (RE), mechanical efficiency (Eff), mechanical work (Wmec), spring stiffness (Kleg e Kvert) stride frequency and length (SF and SL). Fourteen intermediate level triathletes (mean ± SD: maximum oxygen uptake, VO2max = 65.3 ± 2.7ml.kg-1.min-1, age = 30 ± 5 years, practice time = 6.8 ± 3.0 years) performed four tests: 1) running maximal oxygen uptake test and 2) cycling maximal oxygen uptake test (VO2max) randomized and 3) running economy test of 20 minutes at 14 km.h-1 with kinematic and oxygen consumption data collected in four moments and 4) the same test after 30 minutes on the power equivalent to 80% of 2º ventilatory threshold (VT2) randomized. No differences were observed post cycling in ECO or Wmec that was lower at the end of isolated running (p<0.05). The Eff in running test post cycling at the last moment was greater than the isolated run (0.60 x 0.52) and opposite was observed with Kleg (20.2 x 24.4 kN.m-1) and Kvert (7.1 x 8.2 kN.m-1, p<0.05). SF was higher and SL smaller all the moments in the running post cycling p<0.05). The RE, Wmec, Kleg e Kvert are maintained throughout the constant speed test when performed at moderate intensity cycling. Therefore, we concluded that prior cycling race contributes to the maintenance of Eff in triathletes, and adjusts occur in CP and FP for maintenance of ECO.
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