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Pessoa afeita ao crime : criminalização de travestis e o discurso judicial criminal paulista /

Serra, Victor Siqueira. January 2018 (has links)
Orientador: Ana Gabriela Mendes Braga / Resumo: Esta pesquisa busca compreender em que situações conflituosas envolvendo travestis o sistema de justiça criminal interveio, de que forma essas intervenções ocorreram e como tudo isso foi representado na “ponta final” do processo penal. Para isso, analiso 100 acórdãos criminais do Tribunal de Justiça de São Paulo, coletados a partir da palavra-chave “travesti”. Por meio da análise de discurso - atento, portanto, ao poder da linguagem -, busquei compreender em que momentos a travestilidade é evidenciada ou silenciada, e de que formas estereótipos e expectativas sociais influenciam as decisões jurídicas e o funcionamento do sistema de justiça criminal paulista. Considerando a vulnerabilidade em que vive grande parte das travestis, a distribuição desigual de violência, as estratégias estatais de controle dos crimes e a seletividade de classe, raça e gênero inerente ao poder punitivo em nossa sociedade, concluo que o Tribunal de Justiça de São Paulo reproduz a imagem de travestis como pessoas necessariamente desviantes e criminosas, culminando em um processo de criminalização que deslegitima suas narrativas sobre os conflitos e legitima práticas bastante questionáveis do sistema de justiça. Sua humanidade somente é reconhecida depois da morte – para punir com prisão seus agressores. A ambivalência dos discursos sobre travestis e as profundas desigualdades que marcam o processo penal concretizam as expectativas sociais e servem como fundamentação jurídica para a criminalização das ... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: This research seeks to understand in which conflicts involving transvestites the criminal justice system intervened, how these interventions occurred and how all this was represented in the “final point” of the criminal process. For that, I analyzed 100 criminal decisions of São Paulo’s Supreme Court, collected through the key-word “transvestite”. Using discourse analysis – therefore watchful of the power of language –, I tried to understand which moments travestility is evidenced or silenced, how stereotypes and social expectations influence juridical decisions and the criminal justice system’s functioning. Considering the vulnerability under which most transvestites live, the unequal distribution of violence, the State’s strategies to control crimes and the class, race and gender selectivity inherent to the punitive power in our society, I concluded that São Paulo’s Supreme Court reproduce the image of transvestites as necessarily deviant and criminal people, culminating in a criminalization process that delegitimizes their narratives about the conflicts and legitimize profoundly questionable practices of the criminal justice system. Their humanity is only recognized after death. The ambivalence of discourses surrounding transvestites and the deeply rooted inequities that constitutes the criminal process materialize the social expectations and serve as legal validation for the criminalization of transvestites, consolidating a process known in critical criminology as self-fu... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Subjetividade das travestis brasileiras: da vulnerabilidade da estigmatização à construção da cidadania / Subjectivity of Brazilian transgender: from the vulnerability due to stigmatization to the construction of citizenship

Wiliam Siqueira Peres 17 March 2005 (has links)
A partir de observações etnográficas e entrevistas profundas junto às travestis brasileiras militantes, cartografamos histórias de vida que organizam cenas a respeito de suas relações na infância, adolescência e a vida atual, mapeando processos de estigmatização e suas respostas de enfrentamento que promovem a produção de uma cultura de resistência. Essas relações são marcadas por mediações denominadas encontros com o poder, que a partir da afirmação da diferença, inauguram um novo campo de investigação na saúde coletiva, mostrando a importância da organização social e política da comunidade transgênero no Brasil, como estratégia de promoção do cuidado de si e do exercício da cidadania. As cartografias existenciais sugerem elementos que recontam as histórias coletivas das travestis, solicitando novas possibilidades de diálogos entre os órgãos governamentais e demais setores da sociedade civil, de modo a favorecer o surgimento de novas políticas públicas. / From ethnographic observations and deep interviews with Brazilian transgender prostitutes we were able to trace life histories that organize scenes related to their relationships in their childhood, adolescence, and present life, mapping stigmatization process and confrontation responses that bring about a culture of resistance. Those relationships are marked by mediations called meetings with the power that, from the statement of the difference, open a new field of investigation of the transgender prostitute community in Brazil as a promotion strategy of self-care and of the exercising of citizenship. Existential mapping suggest elements that retell collective histories of transgender prostitutes, requesting new opportunities for discussion between governmental organizations and other sectors of our civil society in order to favor the elaboration of new public policies.
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Travestilidade e juventudes : conteúdos submersos no contexto escolar /

Oliveira, Carina Dantas de. January 2014 (has links)
Orientador: Luci Regina Muzzetti / Banca: Andreza Marques Castro Leão / Banca: Fábio Reina / Resumo: Hoje a escola se apresenta como um "novo cenário" de inserção de jovens que desde muito cedo se identificam travestis. Essa realidade aponta para uma transformação profunda nas características comuns que formavam o universo das travestis brasileiras, que viam na prostituição a única forma de estarem inseridas na sociedade. Regularidades tendem apontar que algumas mudanças foram primordiais para esse processo, hoje corpos mais plásticos, naturais, forjados a partir de tecnologias menos invasivas, bem como, a possibilidade de transitarem entre estar vestido de mulher ou não, prática somente possível nas gerações atuais, e que fazem com que as travestis ocupem cada vez mais espaços no cenário social Portanto, a pesquisa pretende compreender a partir de mudanças já pontuadas , como é a trajetória escolar e social de um sujeito que se intitula travesti nos dias de hoje . O recurso metodológico seguirá a Luz da teoria sociológica de Pierre Bourdieu que busca identificar o habitus primário, o capital cultura, social e econômico que asseguram nesse sujeito sua longevidade escolar. O estudo da trajetória foi realizado através da análise dos relatos desse agente e permitiu identificar as práticas, estratégias e expectativas que marcaram a sua trajetória escolar / Abstract: Today, the school presents itself as a "new scenario" insertion of young people who identify very early transvestites. This reality points to a profound transformation in the common characteristics that formed the universe of Brazilian transvestites, who saw in prostitution the only way of being inserted into society. Regularities tend to point out that some changes were crucial to this process, now more plastic bodies, natural, forged from less invasive technologies, as well as the possibility of transitioning between being dressed as a woman or not, can only practice on current generations, and that make transvestites increasingly occupy spaces on the social scene Therefore, the research aims to understand from changes already scored, how is school and social trajectory of a guy who calls himself a transvestite today. The methodological approach will follow the Light of Pierre Bourdieu's sociological theory that seeks to identify the primary habitus, capital, culture, social and economic ensuring that your school subject longevity. The study of the trajectory was performed by analysis of reports and allowed this agent to identify the practices, strategies and expectations that marked his school career / Mestre
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Movimento LGBT e direito : identidade e discursos em (des)construção

Santos, Andressa Regina Bissolotti dos January 2017 (has links)
Orientadora : Profª Drª. Ana Carla Harmatiuk Matos / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito. Defesa: Curitiba, 30/03/2017 / Inclui referências : f. 215-232 / Resumo: Na história recente do movimento LGBT brasileiro, uma contradição se enuncia. Se por um lado o direito tem figurado como importante espaço de fortalecimento e aplicação das normas heteronormativas que organizam o campo sexual, por outro ele tem se afirmado como um instrumento central nas estratégias adotadas em resistência a essa normatividade seja como discurso, ou como instituição. Como compreender essa relação entre movimento LGBT e direito? A partir de uma reflexão interdisciplinar acerca do que está em jogo quando elaboramos essa pergunta, questionaremos as identidades e discursos em permanente (des)construção quando o movimento LGBT demanda direitos. Dialogando com autores da filosofia pós-estruturalista e dos estudos culturais, bem como do campo de estudos em gênero e sexualidade, procuraremos deslocar os termos das análises comumente feitas a partir dessa relação, para propor uma visão complexa, que compreenda tanto o direito quanto o movimento LGBT como espaços sociais de disputas internas e profunda historicidade. Abandonando uma visão essencialista de ambos, propomos que essa relação só pode se mostrar em suas normalizações ou resistências no contexto cotidiano das lutas, no bojo concreto das estratégias utilizadas, nas formas fixas ou móveis a partir das quais se mobilizam identidades e discursos. O direito como instituição social exclusivamente normalizadora, ou como espaço de emancipação e resolução definitiva dos conflitos sociais, desaparece assim, para fazer surgir um direito que é ele mesmo conflito social e relações de força. Um direito que só poderá ser compreendido como paradoxo, portanto, e que só poderá emergir mediante a colocação em rasura de seus discursos e do conceito de identidade, ainda tão caro a seu funcionamento. Propomos, enfim, que o direito pode ser também espaço de deslocamentos, questionamentos e exposição da artificialidade das normas que organizam o campo sexual em termos heterossexuais, se seu uso não for reificado, mas sim se realizar de forma estratégica e no bojo de uma disputa social pela ressignificação dos termos dessas normas. Palavras-chave: Direito e movimentos sociais. Movimento LGBT. Resistência / Abstract: A contradiction is announced in the recent history of the Brazilian LGBT movement. While on the one hand law has been an important space for strengthening and applying heteronormativity that organize the sexual field, on the other hand it has been affirmed as a central instrument on the strategies adopted in resistance to this normativity - whether as a discourse or as an institution. How to understand this relationship between LGBT movement and law? From an interdisciplinary reflection about what is at stake when we elaborate this inquiry, we question the identities and discourses in permanent (de) construction when the LGBT movement demands rights. With a dialogue between authors of Poststructuralism and Cultural Studies, as well as Gender and sexuality studies, we try to move the terms of the analyses commonly made from this relation and to propose a complex vision, that includes both the law and the LGBT movement as social spaces of internal disputes and profound historicity. We try to abandon an essentialist view of each one and propose that this relationship can only be shown in its normalizations or resistances in the daily context of the struggles, in the midst of the strategies used in the fixed or mobile forms from which identities and discourses are mobilized. The law as a social institution exclusively regulatory or as a space of emancipation and definitive resolution of social conflicts, thus, disappears to raise a law that is itself social conflict and force relations. Therefore, a kind of law that can only be understood as a paradox, and that can only emerge through the erasure of its discourse and the concepct of identity, still so appreciated to its functioning. Finally, we propose that law can also be a space for displacement, inquiry and exposition of the artificiality of norms that organize the sexual field in heterosexual terms - if its use is not reified - but rather if it is carried out strategically and in the midst of a social dispute by redefinition of the terms of these norms. Keywords: Law and social movements, LGBT Movement, Resistance
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Travestilidade e juventudes: conteúdos submersos no contexto escolar

Oliveira, Carina Dantas de [UNESP] 28 August 2014 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-03-03T11:52:38Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2014-08-28Bitstream added on 2015-03-03T12:06:20Z : No. of bitstreams: 1 000809834.pdf: 311069 bytes, checksum: cf053bfe72547d3d6f47b505fd80c6e7 (MD5) / Hoje a escola se apresenta como um “novo cenário” de inserção de jovens que desde muito cedo se identificam travestis. Essa realidade aponta para uma transformação profunda nas características comuns que formavam o universo das travestis brasileiras, que viam na prostituição a única forma de estarem inseridas na sociedade. Regularidades tendem apontar que algumas mudanças foram primordiais para esse processo, hoje corpos mais plásticos, naturais, forjados a partir de tecnologias menos invasivas, bem como, a possibilidade de transitarem entre estar vestido de mulher ou não, prática somente possível nas gerações atuais, e que fazem com que as travestis ocupem cada vez mais espaços no cenário social Portanto, a pesquisa pretende compreender a partir de mudanças já pontuadas , como é a trajetória escolar e social de um sujeito que se intitula travesti nos dias de hoje . O recurso metodológico seguirá a Luz da teoria sociológica de Pierre Bourdieu que busca identificar o habitus primário, o capital cultura, social e econômico que asseguram nesse sujeito sua longevidade escolar. O estudo da trajetória foi realizado através da análise dos relatos desse agente e permitiu identificar as práticas, estratégias e expectativas que marcaram a sua trajetória escolar / Today, the school presents itself as a new scenario insertion of young people who identify very early transvestites. This reality points to a profound transformation in the common characteristics that formed the universe of Brazilian transvestites, who saw in prostitution the only way of being inserted into society. Regularities tend to point out that some changes were crucial to this process, now more plastic bodies, natural, forged from less invasive technologies, as well as the possibility of transitioning between being dressed as a woman or not, can only practice on current generations, and that make transvestites increasingly occupy spaces on the social scene Therefore, the research aims to understand from changes already scored, how is school and social trajectory of a guy who calls himself a transvestite today. The methodological approach will follow the Light of Pierre Bourdieu's sociological theory that seeks to identify the primary habitus, capital, culture, social and economic ensuring that your school subject longevity. The study of the trajectory was performed by analysis of reports and allowed this agent to identify the practices, strategies and expectations that marked his school career
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Travestis, territórios e prevenção de AIDS numa cidade do interior de São Paulo

Sabatine, Thiago Teixeira [UNESP] 30 March 2012 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:23:37Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2012-03-30Bitstream added on 2014-06-13T19:47:53Z : No. of bitstreams: 1 sabatine_tt_me_mar.pdf: 845225 bytes, checksum: 03a7ffdc49f4590d8f9061ac153c82ef (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Essa pesquisa busca compreender as ações empreendidas e/ou propostas para a promoção da qualidade de vida e saúde das travestis que se prostituem numa cidade do interior do estado de São Paulo. A investigação baseia-se em etnografia dos territórios e interações no mercado do sexo e em demais vivências cotidianas com as travestis e explora como a prevenção de aids opera disciplinando sujeitos e alargando o campo de direitos a saúde. O estudo analisa os significados atribuídos pelas travestis ao adoecimento e a saúde, o risco a aids, bem como a interação nos espaços institucionais de saúde, com enfoque nos dilemas e potencialidades frente ao reconhecimento das diferenças das travestis e suas necessidades para uma vida qualificada / This research aims to understand the actions undertaken and/or proposed to promote the quality of life and health of transvestites who prostitutes themselves in a country town of São Paulo. The investigation is based on the territories ethnography and interactions in the sex market and in the other daily experiences with the transvestites and it explores how the prevention of AIDS works disciplining the individuals and enlarging the field of health rights.The study analyses the meanings assigned by the transvestites to the illness and health, the risk of AIDS, as well as the interaction in the institutional spaces of health, with emphasis on dilemmas and potentialities facing the recognition of the differences of the transvestites and their needs for a qualified life
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Uso de álcool e outras drogas entre travestis e transexuais femininos / Use of alcohol and other drugs among female transvestites and transsexuals

Miyamoto, Marcia Yoko [UNIFESP] January 2013 (has links)
Submitted by Diogo Misoguti (diogo.misoguti@gmail.com) on 2017-12-20T12:28:04Z No. of bitstreams: 1 Márcia Yoko Miyamoto.pdf: 1814736 bytes, checksum: 9ce2001ddbbdd022e97ce2001f934f0a (MD5) / Made available in DSpace on 2017-12-20T12:28:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Márcia Yoko Miyamoto.pdf: 1814736 bytes, checksum: 9ce2001ddbbdd022e97ce2001f934f0a (MD5) Previous issue date: 2013 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Objetivo: comparar a prevalência do uso de álcool e outras drogas em amostras de conveniência compostas por travestis (TR) e transexuais femininos (MtF) e os fatores de risco e proteção associados. Métodos: Aplicação de entrevistas a 206 pessoas, sendo 103 travestis e 103 transexuais femininos, convidadas a participar do projeto por abordagem direta em salas de espera de ambulatórios especializados na assistência médica a esta parcela da população. Durante a entrevista semiestruturada, foram aplicados o instrumento de triagem Alcohol, Smoking and Substance Involvement Screening Test (ASSIST) e um questionário para obtenção de dados sociodemográficos, questões relativas à saúde, violência e perguntas abertas com ênfase nas razões de uso e não uso de substâncias psicoativas. Resultados: Houve diferenças significativas entre os grupos quanto ao uso na vida e nos últimos três meses de tabaco, álcool, maconha, cocaína, anfetaminas/êxtase e hipnóticos/sedativos. De acordo com o ASSIST, foram classificadas na faixa de uso de “risco” para o tabaco 57,3% das TRs e 11,7% das MtFs, para álcool 24,3% das TRs e 8,7% das MtFs, para cocaína/crack 24,3% das TRs e 1,9% das MtFs. Apenas as TRs pontuaram na faixa de uso de risco para maconha (10,7%) e anfetaminas/êxtase (4,9%) e na classificação “sugestiva de dependência” para o tabaco, álcool e maconha (3,9%). Observamos que maior proporção de TRs trabalharam como profissionais do sexo, enquanto que mais MtFs possuíam companheiros fixos e ganhavam acima de 3 salários mínimos. As principais razões comuns para o uso de álcool e outras drogas relatadas pelas TRs e MtFs foram por diversão ou descontração, alívio de estresse e lidar com problemas. Foram detectados fatores associados ao uso de risco ser profissional do sexo, ter parceiros e amigos que fazem uso de drogas. Entre as TRs foram mencionadas como razões para o “não uso” o “medo de se viciar”, ver amigos passando mal, medo de morar na rua e perdas financeiras. Entre as MtFs, as razões para o “não uso” de álcool e outras drogas mais citadas foram o medo de impedir o efeito dos hormônios ingeridos, medo dos efeitos das drogas, medo de solidão, educação familiar religiosa, ter companheiro fixo, falta de curiosidade, conhecimento dos efeitos nocivos, saber o que quer para o futuro, pertencer a um grupo social que não faz uso, ter atividades de lazer saudáveis e evitar sofrimento. Conclusão: o uso de álcool e outras drogas foi significativamente maior no grupo das TRs. Considerando a associação entre uso e situações de risco sugerir que isto ocorreu devido às situações de risco que envolvem esta população serem maiores que para as MtFs, porém não podemos generalizar os dados encontrados neste estudo, pois utilizamos uma amostra de conveniência, que pode ser considerado a limitação do nosso trabalho. / FAPESP: 2011/13326-6
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Por inflexões decoloniais de corpos e identidades de gênero inconformes: uma análise autoetnográfica da cisgeneridade como normatividade

Simakawa, Viviane Vergueiro 20 October 2015 (has links)
Submitted by Viviane Vergueiro (msvivianev@gmail.com) on 2016-07-12T00:53:20Z No. of bitstreams: 1 VERGUEIRO Viviane - Por inflexoes decoloniais de corpos e identidades de genero inconformes.pdf: 3944211 bytes, checksum: 5591b50323c752ca2f61da58df54033c (MD5) / Approved for entry into archive by Patricia Barroso (pbarroso@ufba.br) on 2016-07-13T01:13:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 VERGUEIRO Viviane - Por inflexoes decoloniais de corpos e identidades de genero inconformes.pdf: 3944211 bytes, checksum: 5591b50323c752ca2f61da58df54033c (MD5) / Made available in DSpace on 2016-07-13T01:13:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 VERGUEIRO Viviane - Por inflexoes decoloniais de corpos e identidades de genero inconformes.pdf: 3944211 bytes, checksum: 5591b50323c752ca2f61da58df54033c (MD5) / Capes. / Este trabalho tem como propósitos (1) fundamentar e caracterizar as categorias analíticas de cisgeneridade e cisnormatividade, propondo-as como relevantes para reflexões políticas, acadêmicas, existenciais sobre as diversidades de corpos e de identidades de gênero, assim como tecer reflexões autoetnográficas atravessadas pelas localizações, limitações e potências intelectuais desta autoetnógrafa acerca (2) dos dispositivos de poder institucionais e não institucionais cisnormativos que exercem colonialidades sobre estas diversidades, bem como sobre (3) as possibilidades de resistência e enfrentamento a estes cistemas de poder interseccionalmente constituídos. Para cumprir tais propósitos, a dissertação é composta por dois movimentos: no primeiro, o objetivo é promover diálogos sobre alguns dos conceitos que inspiram a proposição analítica de cisgeneridade, e trazem possibilidades epistêmicas e metodológicas ao trabalho, como os de autoetnografia, interseccionalidade, heterossexualidade, e branquitude. A partir de referenciais trans+feministas, queer e decoloniais, pretendese caracterizar a cisgeneridade como normatividade sobre corpos e identidades de gênero que os naturaliza e idealiza, em fantasias ciscoloniais, como pré-discursivos, binários e permanentes. O segundo movimento se constitui pela caracterização, a partir de análises autoetnográficas, de processos cisnormativos que estabelecem colonialidades do saber, poder e ser que operam violentamente através de cistemas. Contra estes processos cisnormativos e colonialidades cistêmicas, tentamos elaborar alguns caminhos decoloniais que possam promover autodeterminação, autonomia, dignidade e liberdade às diversidades corporais e de identidades de gênero, particularmente aquelas inconformes, interseccionalmente, às cisnormatividades. / The purposes of this research are to (1) substantiate and characterize the analytical categories of cisgenderness and cisnormativity, suggesting that they are relevant for political, academic, existential reflections about bodily and gender identity diversities, as well as to weave autoethnographic considerations traversed by the autoethnographer’s specific positions, limitations, and intellectual potencies on (2) the institutional and non-institutional cisnormative power dispositifs which exercise colonialities over such diversities, as well as (3) the possibilities of resistance and confrontation against these intersectionally constituted power cistems. In order to accomplish such purposes, the dissertation is composed of two movements: in the first one, the objective is to promote dialogues about some of the concepts which inspire the analytical proposition of cisgenderness, and bring about epistemic and methodological possibilities to the project, such as autoethnography, intersectionality, heterossexuality, and whiteness. From trans+feminist, queer and decolonial references, we intend to characterize cisgenderness as a normativity over bodies and gender identities which naturalize and idealize them, within ciscolonial fantasies, as pre-discursive, binary and permanent. The second movement is constituted by the characterization, from autoethnographic analyses, of cisnormative processes that establish colonialities of knowledge, power and being that operate violently throughout cistems. Against such cisnormative processes and cistemic colonialities, we intend to develop some decolonial pathways which might incite self-determination, autonomy, dignity and freedom for bodily and gender identity diversities, particularly those, intersectionally, non-conforming to cisnormativities.
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Sou senhora

Siqueira, Mônica Soares January 2004 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social / Made available in DSpace on 2012-10-21T13:38:50Z (GMT). No. of bitstreams: 1 222786.pdf: 1040508 bytes, checksum: e00498778b250dd8416f361ff3135045 (MD5) / Esta dissertação apresenta um estudo antropológico sobre travestis na velhice. O foco central da pesquisa foi o de descortinar, tendo como referência suas histórias de vida, os significados e implicações do processo de envelhecimento para esses sujeitos. A hipótese que permeou meu projeto de pesquisa foi de que esses sujeitos são vítimas de um duplo processo de marginalização, por serem travestis e velhos. A pesquisa etnográfica foi realizada na cidade do Rio de Janeiro, sendo seu universo principal composto por cinco travestis entre 59 e 79 anos de idade. Concluímos que, ao mesmo tempo que procuram construir uma representação até certo ponto positiva da velhice, quando buscam salientar que vivem uma fase mais tranqüila, com melhor qualidade de vida, ou que estão na melhor fase de suas vidas, chamam atenção para as dificuldades em atingir uma idade avançada. Envelhecer significa atingir um status superior perante o grupo mais amplo de travestis e, num sentido mais abrangente, perante a sociedade como um todo, revelado pelo fato de serem permanentemente confundidas com senhoras em suas relações cotidianas. Elas querem envelhecer, mas com muito glamour meu bem!
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Mulheres travestis e trans

Prado, Marcelo de Oliveira January 2017 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2017. / Made available in DSpace on 2018-01-16T03:18:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 349127.pdf: 1532752 bytes, checksum: bf61afb27f3d36e94682d1b8b222a6a1 (MD5) Previous issue date: 2017 / Esta dissertação teve como objetivo principal desconstruir processos de singularizações sobre violências vivenciadas ou não por um grupo de mulheres travestis e trans residentes na região da Grande Florianópolis. Foram entrevistadas seis pessoas que se reconhecem ou já se reconheceram como mulheres travestis ou trans. Também fizeram parte das análises, falas e situações que acompanhei nas rodas de conversa nas Segundas Transtornadas, que ocorrem na Associação em Defesa dos Direitos Humanos com Enfoque na Sexualidade ? ADEH, em Florianópolis, assim como falas que escutei em Congressos, Seminários, etc. Embasei a abordagem teórica nas obras de Judith Butler e Jacques Derrida, assim como busquei contribuições da psicanálise ? considerando o diálogo crítico que Butler e Derrida estabelecem com essa abordagem ? e dos transfeminismos. Recorri aos conceitos de différance, hospitalidade, vulnerabilidade, precariedade, abjeção, heteronormatividade, cisheteronormatividade, ficção identitária, dentre outros. Na pesquisa foi possível discutir como paradoxais as categorizações das transexualidades e travestilidades, que produzem as violências da patologização, ao mesmo tempo em que se mostram como possibilidades de garantia de direitos relacionados ao processo transexualizador do SUS e a processos jurídicos que reivindicavam retificação de nome e sexo em Registros Civis. A grande recorrência de situações de violências em ambientes, como família, instituições de escolarização, busca por emprego formal e outros, foi associada à naturalização de tais violências. Os territórios de prostituição apareceram nas falas das entrevistadas como ambientes nos quais eram maiores as probabilidades de ocorrerem situações de violências com mulheres travestis e trans, em especial envolvendo clientes. Por fim, as informações veiculadas pelas mídias sobre violências envolvendo mulheres travestis e trans foram discutidas com as entrevistadas, que consideravam as notícias desrespeitosas, mas não violentas, o que analisei como formas de naturalização de violências. Desse modo, foi possível desconstruir formas singulares de lidar com o que as entrevistadas consideravam ou não por violências. Em alguns momentos, essas apropriações dos (con)textos se davam de forma a reafirmar binarismos como o de vítima/agressor. Assim como também surgiram falas em que foram articuladas possibilidades de deslocamento de significados atribuídos às vivências relacionadas às violências. De modo a mostrar a potencialidade e as estratégias para lidar com tais (con)textos, que envolviam uma ética pautada no reconhecimento da sua implicação em algumas dessas situações violentas. / Abstract : This dissertation had as main objective to desconstruct processes of singularizations about violence experienced or not by a group of transvestite and trans women residents in the region of Grande Florianópolis. Six people, who recognize themselves now or in the past as trans and travestite woman, were interviewed. It is also included in the analyses speeches and situations that I accompanied during meetings at Segundas Transtornadas occured in the Associação em Defesa dos Direitos Humanos com Enfoque na Sexualidade - ADEH (Association for Defense of Human Rights with a Focus on Sexuality), in Florianópolis, as well as speeches I have heard in Congresses, Seminars, etc. I based the theoretical approach in the works of Judith Butler and Jacques Derrida, as well as I sought contributions of the psychoanalysis ? considering the critical dialog both authrors establish with it ? and the Transfeminist discussions. I brought the concepts of différance, hospitality, vulnerability, precarity, abjection, heteronormativity, cisheteronormativity, identitary fiction, and others. In the research, it was possible to articulate the transsexualities and travestilities as paradoxical cathegorizations when producing the violence of pathologization at the same time they show themselves as possibility of guarantee of rights related to the Transsexualizing process of the SUS (Health Unic System) and legal processes that demanded rectification of name and sex in Official documents. The great recurrence of situations of violence in places, such as family, schooling institutions, search for formal employment and others, was associated with the naturalization of such violence. The sites of prostitution appeared in the speeches of the interviewees as environments with the highest probabilities of ocurring situations of violence with transvestite and trans women, in special involvement clients. Finally, the news of violences involving transvestite and trans women were discussed with interviewees, which they considered to be disrespectful but not violent, what I analyzed as forms of naturalization of violence. In this way, it was possible to desconstruct singular ways of dealing with what those interviewed considered as violence or not. Sometimes these appropriations of the (con)texts were given in a way to reaffirm binarisms like that of the victim/aggressor. As in other moments, there have been speeches in which possibilities for the displacement of meanings attributed to vivencies related to violence, in order to show the potentiality and the strategies to deal with these (con)texts, which involved an ethic based on recognition of the implication of the subject in some of the violent situations.

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