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Impacto do treinamento de força com restrição do fluxo sanguíneo em pacientes com síndrome da lipodistrofia, que vivem com HIV/AIDS / Impact of strength training with restriction of blood flow in patients with lipodystrophy syndrome, living with HIV/AIDS

Alves, Thiago Cândido 21 September 2017 (has links)
O uso da Terapia Antirretroviral conseguiu controlar a depreciação do sistema imunológico em pessoas que vivem com HIV/AIDS (PVHA), aumentando a expectativa de vida desta população. Entretanto, o uso contínuo dos medicamentos juntamente com a ação infecciosa do HIV pode provocar alterações da composição corporal (CC) que resultam em maior probabilidade da ocorrência de doenças crônicas degenerativas e/ou que afetam o status funcional destes pacientes. A utilização de terapias complementares como o exercício físico, tem proporcionado melhora do quadro de saúde de PVHA e o treinamento de força tradicional (TFT) tem demonstrado eficácia como terapia complementar, uma vez que promove redução do tecido adiposo (TA) e aumento do tecido músculo esquelético (TME), proporcionando uma melhor harmonia corporal. Além do mais, o TFT proporciona o aumento da força e da resistência muscular melhorando significativamente a capacidade funcional e a qualidade de vida desses indivíduos. Entretanto, devido às características da doença e/ou tratamento medicamentoso, algumas PVHA podem apresentar grande debilidade física, com elevada redução das capacidades funcionais, sendo incapazes de usufruírem dos benefícios do TFT. Diante desse cenário, o treinamento de força combinado com restrição do fluxo sanguíneo (TFRFS) pode ser proposto como método alternativo, uma vez que apresenta resultados semelhantes ao TFT mesmo com cargas reduzidas (20% a 30% da capacidade máxima de trabalho) e moderada restrição de fluxo sanguíneo para os membros. Assim, o objetivo do estudo foi comparar o TFT e o TFRFS, e identificar o impacto dos mesmos sobre respostas morfo-funcionais, imunológicas e metabólicas de PVHA. Vinte e dois pacientes foram divididos em três grupos: grupo de TFRFS (G1; n=7), grupo de TFT (G2; n=7) e grupo controle (G3; n=8). Os grupos de treinamento foram submetidos a 12 semanas de treino, com frequência semanal de três dias. Antes e após o período de treinamento os pacientes de todos os grupos foram submetidos avaliação de CC por DXA, exames bioquímicos, teste de repetições máximas (RM), que permitiu comparações estatísticas entre grupos das características morfológicas, metabólicas, imunológicas e força muscular (FM). O controle da pressão arterial (PA) e frequência cardíaca (FC) durante as sessões de treinamento permitiu verificar o impacto de ambos os métodos de treino sobre as variáveis cardiovasculares. Os aumentos do TME absoluto e relativo (índice de massa muscular; IMM) foram de 7,4% e 7,6%; e 6,2% e 8,7% para G1 e G2, respectivamente, e de forma oposta o G3 exibiu diminuição de 4,2% e 3,2% do TME e IMM. Já em relação à gordura corporal, o G2 apresentou diminuição do TA, percentual de gordura (%G), índice de massa gorda (IMG), %G androide e massa gorda de tronco (MGT) (-14,8%; -15%; -7,2; -16,9% e -12%). Já o G1 exibiu diminuição do %G, TA, IMG, %G androide e MGT (-8,7%; -7,2%; -7,2%; -7,6% e -10,1%). Na análise das variáveis metabólicas e imunológicas o G1 apresentou diminuição de 6,4% nos níveis de colesterol total (CT), de 34,6% dos triglicerídeos (TG) e de 4,3% do LDL; e aumento de 13,8% dos níveis de HDL e de 6,3% dos níveis de CD4. O G2 apresentou aumento de 6,5% nos níveis de CT, de 1,3% do TG e de 10,1% do LDL; e diminuição de 9,6% dos níveis de HDL e 24,1% do CD4. Já o G3 exibiu diminuição do CT (-24,1%), LDL (-28,3) e HDL (-16%). Com relação a FM o G1 exibiu aumentos de FM de 21,5%; 23,5%; 32,6% e 36,7 % para tríceps, bíceps, isquiotibiais e quadríceps. Já o G2 alcançou incrementos de FM de 25,5%; 19,6%; 34,4% e 33,2% para os mesmos grupos musculares. O principal achado do estudo foi que o TFRFS foi capaz de diminuir o tecido adiposo e aumentar o tecido músculo esquelético e FM em PVHA de forma semelhante ao TFT, sem promover uma maior demanda ao sistema cardiovascular. Tomados juntos, esses resultados demonstram que o TFRFS pode ser utilizado como um método alternativo para indivíduos impossibilitados de se exercitar em altas intensidades. / The use of antiretroviral therapy has been able to control the depreciation of the immune system in people living with HIV/AIDS (PLHA), increasing the life expectancy of this population. However, continuous use of drugs together with infectious action of HIV can lead to changes in body composition (BC) that result in a higher probability of occurrence of chronic degenerative diseases and/or which affect the functional status of these patients. The use of complementary therapies such as physical exercise has provided an improvement in PLHA health and traditional strength training (TFT) has shown efficacy as a complementary therapy, since it promotes reduction of adipose tissue (TA) and tissue augmentation skeletal muscle (TME), providing better body harmony. In addition, TFT provides increased strength and muscular endurance by significantly improving the functional capacity and quality of life of these individuals. However, due to the characteristics of the disease and / or drug treatment, some PLWHA may present great physical weakness, with a high reduction of functional capacities, being unable to enjoy the benefits of TFT. Given this scenario, combined strength training with blood flow restriction (TFRFS) can be proposed as an alternative method, since it presents similar results to TFT even at low loads (20% to 30% of the maximum working capacity) and moderate restriction of blood flow to the limbs. Thus, the aim of the study was to compare traditional resistance training (TRT) and combined resistance training with blood flow restriction (RTBFR), and to identify the impact of these on morpho-functional, immunological and metabolic responses of PLHA. Twenty-two patients were divided into three groups: RTBFR group (G1; n=7), TRT group (G2; n=7) and control group (G3; n=8). The training groups were submitted to 12 weeks of training, training three days each week. Before and after the training period the patients of all groups underwent BC assessment by DXA, biochemical tests, and maximal repetitions test (MR), which allowed statistical comparisons between groups of morphological, metabolic, immunological and muscular strength (MS) characteristics. The control of blood pressure (BP) and heart rate (HR) during the training sessions allowed to verify the impact of both training methods on the cardiovascular variables. Increases in absolute and relative skeletal muscle tissue (IMT) were 7.4% and 7.6%; and 6.2% and 8.7% for G1 and G2, respectively. In contrast, G3 showed a decrease of 4.2% and 3.2% in TME and IMM. In relation to body fat, G2 presented a decrease in adipose tissue (TA), percentage of fat (% G), fat mass index (IMG), android G% and fat mass of the trunk (MGT) (-14.8 %, -15%, -7.2, -16.9% and -12%). On the other hand, G1 showed a decrease in% G, TA, IMG,% G android and MGT (-8.7%, -7.2%, -7.2%, -7.6% and -10.1%). In the analysis of metabolic and immunological variables, G1 presented a 6.4% decrease in total cholesterol (TC), 34.6% in triglycerides (TG) and 4.3% in LDL; And a 13.8% increase in HDL levels and a 6.3% increase in CD4 levels. G2 presented a 6.5% increase in TC levels, 1.3% of TG and 10.1% of LDL; and a 9.6% decrease in HDL levels and 24.1% in CD4. G3, on the other hand, showed a decrease in CT (-24.1%), LDL (-28.3) and HDL (-16%). Regarding FM, the G1 exhibited FM increases of 21.5%; 23.5%; 32.6% and 36.7% for triceps, biceps, hamstrings and quadriceps. On the other hand, G2 reached FM increases of 25.5%; 19.6%; 34.4% and 33.2% for the same muscle groups. The main finding of the study was that RTBFR was able to decrease adipose tissue and increase skeletal muscle and MS tissue in PLHA in a manner similar to TRT, without promoting a greater demand of the cardiovascular system. Taken together, these results demonstrate that RTBFR can be used as an alternative method for individuals unable to exercise at high intensities.
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"Avaliação metabólica nutricional de obesas no basal e após tratamento com dieta hipocalórica e treinamento em circuito ou caminhada" / "Nutritional metabolic evaluation of obese women in basal state and post treatment with hipocaloric diet and circuit weigth training or jogging"

Fett, Carlos Alexandre 14 February 2005 (has links)
Propósito: Observar obesas pré e pós-dieta hipocalórica moderada, mais treinamento em circuito ou caminhada. quanto a variáveis nutricionais. Métodos: Grupos: treinamento em circuito, CIRC, n = 26, índice de massa corporal (IMC, kg/m2) = 33,2 ± 7,9 (Média±desvio padrão); idade = 32,6 ± 9,7 anos; e treinamento em caminhada, CAM, n = 24, IMC = 29,2±3,4; idade = 38,8 ± 10,5 anos. Avaliações: a composição corporal, coleta de urina e sangue, calorimetria indireta e testes físicos eram obtidos no inicio (M1) e final (M2) do estudo. Treinamento: mês 1 = 1 h x 3 d/semana; e mês 2 = 1 h x 4 d/semana. Dieta: foi adaptada do registro alimentar de uma semana, ajustado ao gasto energético de repouso (GER) e balanceada, com a seguinte proporção: 20% de proteínas; 20% de gorduras; e 60% de carbohidratos. Resultados: Pré-intervenção: 76% tinham algum familiar obeso; havia sintomatologia indicativa de: 60% ansiosas, 12% depressivas, 34% compulsivas e 32% distúrbio do sono, avaliadas por questionário no exame clínico. Foram encontrados níveis alterados de colesterol total (CT, mg/dL), e ou frações em 22% das sujeitas. O peso, IMC, o índice abdômem/quadril (IAQ), a soma de oito pregas cutâneas (SP8) se correlacionaram significativamente a quatro variáveis bioquímicas, e a circunferência do abdômen (CAb), e o percentual de gordura por antropometria (%GAntro) a cinco. Intervenção: O peso, IMC, %GAntro, endomorfia, massa gorda por bioimpedância (MGBia) e percentual de gordura por bioimpedância (%GBia), foram reduzidos significativamente nos dois grupos. O CIRC melhorou significativamente em todos (seis) e o CAM em três testes físicos. O CIRC teve significância para: ¯glicose (Gli), ¯AU, ¯CT, ¯Tg (todos em mg/dL), ­glóbulos vermelhos (GV) (mm3) e ­hematócrito (Ht) (%); e o CAM para: ¯Gli, ¯AU, ¯HDL, ­CT/HDL, ­GV, ­Ht. O GER não teve diferença em ambos os grupos. Conclusões: Pré-intervenção: Os dados antropometricos indicam boa correlação com os fatores bioquímicos de risco, mas não tem uma tendência constante. A taxa CT/HDL apresentou correlação com todas as medidas antropométircas e a Gli com nenhuma. A obesidade destas mulheres parece ter múltiplos fatores e o estilo de vida papel determinante. Intervenção: A atividade física per se foi importante para causar modificações nutricionais e da composição corporal nestas obesas. O CIRC teve melhor associação com o incremento da performance física e dados bioquímicos sanguineos e ambos os grupos preservaram o GER. / Purpose: To observe obese women before and after a low-calorie diet plus circuit training or jogging regarding nutritional parameters. Methods: Groups: circuit training, CIRC, n = 26, body mass index (BMI, kg/m2) = 33.2 ± 7.9 (Mean±SD), age = 32.6 ± 9.7 years; and jogging training, JOGG, n = 24, BMI = 29.2 ± 3.4; age = 38.8 ± 10.5 years. Evaluations: body composition, collection of urine and blood samples, indirect calorimetry and physical tests were performed at the beginning (M1) and at the end (M2) of the study. Training: month one: 1 h x 3 d/week; month two: 1 h x 4 d/week. Diet: was adapted on the basis of a one week feeding record feed and adjusted to the resting metabolic rate (RMR) measured by indirect calorimetry, with the following proportion: 20% protein, 20% fat; and 60% carbohydrate. Results: Pre-intervention: 76% had one or more obese family members; there were symptoms indicating that 60% were anxious, 12% depressive, 34% compulsive, and 32% had sleep disorders, evaluated by a questionnaire during clinical examination. Altered levels of total cholesterol (TC) and/or fractions were found in 22% of the subjects. Weight (W), BMI, waist/hip ratio (WHR), and the sum of eight skin folds (8SF), were significantly correlated with four biochemistry variables, and abdominal circumference (AbC), and anthropometric fat percentage (%FAnthro) were correlated with five. Intervention: Weight, BMI, %FAnthro, endomorphy, body fat mass by bioimpedance (BFMBia) and percent body fat by bioimpedance (%FBia) were reduced in both groups. CIRC significantly increased performance in all (six) tests and the JOGG in three physical tests. CIRC showed significant differences for: ¯glucose (Glu), ¯UA, ¯TC (TC), ¯Tg (all in mg/dL), ­red blood cells (RBC) (mm3) and ­hematocrit (Ht) (%); and JOGG for: ¯Glu, ¯UA, ¯HDL, ­CT/HDL, ­RBC, ­Ht. The RMR was not significantly reduced in both groups. Conclusions: Pre-intervention: Anthropometric data indicated a good correlation with biochemical factors, but did not show a constant tendency. CT/HDL showed correlation with all anthropometric measurements and Glu with none. The obesity of these women appears to have multiple factors, with life style playing a determinant role. Intervention: Physical activities were determined to favor body composition, reduced weight and blood markers. CIRC were better in terms of physical performance and blood markers. Both types of training were sufficient to prevent a fall of RMR.
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Exigências e eficiência energética de vacas de corte Nelore e de cruzamento Bos Taurus x Nelore. / Energy requirements and energetic efficiency of nellore and crossbred bos taurus x nellore beef cows.

Calegare, Liana Nogueira de Paula 23 June 2004 (has links)
Quarenta vacas lactantes e não gestantes, com idade aproximada de quatro anos e seus respectivos bezerros foram distribuídos em blocos, de acordo com a data do parto, e avaliadas dos 15 aos 180 dias de lactação. As vacas pertenciam a quatro grupos genéticos: 10 da raça Nelore (NE) com bezerros de touros Nelore; e 10 Canchim x Nelore (CN), 10 Angus x Nelore (AN) e 10 Simental x Nelore (SN) com bezerros filhos de touros da raça Canchim. As vacas cruzadas e as Nelore eram de origem do mesmo rebanho Nelore. As vacas foram alimentadas com uma única dieta peletizada contendo 50% de feno (15% de alfafa e 35% de Coastcross) e 50% de concentrado, com 16,1% PB e 2,24 Mcal EM, com base na MS. A quantidade de alimento fornecida foi ajustada a cada 14 dias para que o peso vivo em jejum (PVj) e o escore de condição corporal (ECC) da vaca ficassem inalterados. O PVj e ECC para as vacas NE, CN, AN e SN foram: 430 e 4,7; 449 e 4,8; 496 e 5,0; 507 e 5,1; respectivamente. Os bezerros receberam a mesma dieta a partir dos 40 dias de idade. A produção de leite das vacas foi determinada pelo método de pesagem dos bezerros antes e após a mamada aos 52, 66, 94, 122 e 178 dias de lactação, em média. Foi realizada ordenha manual aos 80 e 150 dias, para se estimar a composição do leite. As vacas NE consumiram menos energia metabolizável (19,7 Mcal/d; P<0,05) do que as vacas CN (20,6 Mcal/d), AN (23,1 Mcal/d) e SN (23,7 Mcal/d), valores positivamente correlacionados à produção de leite (P<0,05). Bezerros Nelore apresentaram menor peso ao desmame (P<0,05) do que os bezerros ¾Canchim¼Nelore (¾C¼N), ½Canchim¼Angus¼Nelore (½C¼A¼N) e ½Canchim¼Simental¼Nelore (½C¼S¼N) (165,8 vs. 205,5; 216,4 e 215,4 kg, respectivamente). Associado ao menor ganho de peso durante o aleitamento, os bezerros Nelore apresentaram menor (P<0,05) ingestão de energia metabolizável (Mcal de leite + Mcal de ração). Os bezerros foram abatidos ao desmame e a composição química do corpo vazio estimada utilizando a 9- 10- 11a costelas. A energia no corpo vazio foi maior (P<0,05) para os bezerros ½C¼A¼N (462,6 Mcal) em relação aos ¾C¼N (384,0 Mcal) e Nelore (321,8 Mcal); a quantidade de energia no corpo vazio para os bezerros ½C¼S¼N foi intermediária; 429,8 Mcal. A eficiência energética da unidade vaca/bezerro foi maior (P<0,05) para o grupo materno AN (124,4 kcal de bezerro desmamado/Mcal EM ingerida por vaca e bezerro) comparada ao par NE/Nelore (95,8 kcal/Mcal). Os pares Canchim e Simental foram intermediários, 105,2 e 107,0 kcal/Mcal, respectivamente. Portanto, a maior energia no corpo vazio e maior ganho de peso dos bezerros ½C¼A¼N mais do que compensou a ingestão mais elevada de energia metabolizável da unidade vaca/bezerro em comparação ao Nelore. Pode-se considerar que para as condições estabelecidas neste experimento, cujo delineamento não apresentava limitação nutricional, o cruzamento melhorou a eficiência da vaca, quando considerada a proporção de energia total consumida que foi depositada nos bezerros. Entretanto, não houve avaliação de parâmetros reprodutivos, e o menor consumo e exigência de MS e EM estabelecido para a vaca Nelore sugere que em ambiente nutricional desfavorável este genótipo poderia apresentar melhor produtividade. / Forty mature, lactating and non-pregnant cows (10 Nellore - NL; 10 Canchim x Nellore - CN; 10 Angus x Nellore - AN; and 10 Simmental x Nellore - SN) were randomized in blocks by calving date. Calves out of crossbred cows were sired by Canchim bulls, while calves out of NL cows were sired by Nellore bulls. Cows were individually fed from postpartum to weaning (15-180 d) a pelleted diet made of 50% hay (15% alfalfa and 35% Coastcross) and 50% concentrate. Diet had 16.1% CP and 2.24 Mcal of metabolizable energy (ME) on a DM basis. Amount offered to each individual cow was adjusted every 14 days to maintain shrunk body weight (SBW) and body condition score (BCS). SBW and BCS were 430 and 4.7, 449 and 4.8, 496 and 5.0, and 507 and 5.1 for NL, CN, AN and SN, respectively. At 40 days of age calves had access to the same diet of their dams ad libitum. Milk yields were determined at 52, 66, 94, 122 and 178 days postpartum by weighting calves before and after suckling. Cows were milked at 80 and 150 days postpartum and the samples analyzed for fat, protein, and lactose. Daily ME intake by NL cows (19.7 Mcal/d) was lower (P<0.05) compared to CN (20.6Mcal/d), AN (23.1 Mcal/d) and SN (23.7 Mcal/d). These results were positively correlated with milk yield (P<0.05). Nellore calves had lower weaning weight than crossbreds (P<0.05): 165.8 vs. 205.5 for ¾Canchim¼Nellore (¾C¼N), 216.4 for ½Canchim¼Angus¼Nellore (½C¼A¼N) and 215.4 kg for ½Canchim¼Simmental¼Nellore (½C¼S¼N). In association with the lowest weight gain, Nellore calves had lower (P<0.05) metabolizable energy intake (ME from milk plus ration, Mcal). Calves were slaughtered at weaning and body composition estimated using the 9-10-11th rib section. Body energy at weaning (Mcal) was higher (P<0.05) for ½C¼A¼N than ¾C¼N and Nellore calves: 462.6 vs. 384.0 and 321.8 Mcal, respectively. Calves ½C¼S¼N had intermediate body energy at weaning: 429.8 Mcal. Cow/calf energetic efficiency was higher (P<0.05) for AN compared to NL cow/calf pairs: 124.4 vs. 95.8 kcal deposited/Mcal of ME consumed by cow and calf. Results for Canchim and Simmental were intermediate: 105.2 and 107.0 kcal/Mcal, respectively. The higher ME intakes by Angus cow/calf pairs were more than compensated by the higher energy retention and body weight gain compared to NL. In an unrestricted nutritional setting, crossbreeding improved cow efficiency as measured by body energy/total feed energy input to cow and calf. Reproduction was not evaluated, and the lower intakes and daily energy requirements demonstrated for Nellore could be beneficial in a nutritionally limited environment.
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Estado nutricional, composição corporal e peso ao nascer de crianças de 2 a 6 anos de idade de creches públicas de Taubaté, SP / Nutritional status, body composition and birth weight of 2 to 6 year old children of public daycare centers in Taubaté, SP

Machado, Thais Costa 30 November 2012 (has links)
Introdução - A partir dos estudos de Barker observou-se que o baixo peso ao nascer está associado ao desenvolvimento de doenças crônicas no adulto. Estudos sobre a composição corporal na infância também podem contribuir para a compreensão de seu papel no risco de desenvolvimento de doenças crônicas em etapas posteriores da vida. Objetivo - Analisar as relações entre o peso ao nascer, a composição corporal e o estado nutricional em crianças de 2 a 6 anos de idade. Métodos - Estudo de coorte histórica a partir de uma amostra aleatória probabilística, por conglomerados, das creches públicas de Taubaté - SP (2008 e 2009) compondo uma amostra de 950 crianças. As medidas antropométricas das crianças utilizadas ao nascimento foram peso e comprimento e as na idade pré-escolar foram peso, estatura, circunferência do braço (CB), circunferência da cintura (CC), dobra cutânea tricipital (DCT) e dobra cutânea subescapular (DCSE). Para avaliação do estado nutricional, utilizou-se o Índice de Massa Corpórea (IMC) em escore z e pontos de corte internacionalmente aceitos. Para a avaliação da composição corporal utilizouse a área muscular do braço (AMB) e a área gorda do braço (AGB) em escores z e a razão CC para estatura (CC/E). As análises foram realizadas a partir dos parâmetros de tendência central, dispersão e proporções, adotando-se um nível de significância de 5 por cento . Resultados - A média de peso ao nascer (PN) dos pré-escolares foi de 3150,1g com um desvio padrão (dp) de 487,7g e uma mediana de 3142,5g. As médias e os dp do escore z de estatura, peso e IMC foram: -0,05 (1,06), 0,27 (1,21), 0,43 (1,22), respectivamente. Nos préescolares nascidos com 3000g ou mais, a estatura atual correlacionou-se positivamente com o PN (r =0,16 e p<0,0001). Nos pré-escolares como um todo, quanto maior o PN, maior o IMC (r P =0,19 e p<0,0001). A mediana do escore z de IMC nos pré-escolares nascidos com mais de 3500g foi superior à observada nas demais faixas de PN. Pela regressão linear múltipla, cada aumento de 1kg no peso ao nascer corresponde um aumento de 0,45 escores z no IMC na idade pré-escolar. Observou-se uma correlação direta entre o PN e a AMB (r P =0,13 e p<0,0001) e a AGB (r =0,10 e p=0,003). Os pré-escolares com excesso de peso e que nasceram abaixo da mediana de PN apresentaram uma menor AMB em comparação com os nascidos acima da mediana. Não houve diferença para as medianas de AGB ou de CC entre esses grupos de peso ao nascer. A razão CC/E mostrou correlação direta com o IMC (r P =0,78), a AMB (r P =0,52), a AGB (r P =0,66) e com a proporção da AGB (r =0,54), p<0,0001. Já entre a razão CC/E e a proporção de AMB corrigida observou-se uma correlação inversa (r = -0,38), p<0,0001. Conclusões - Quanto maior o peso ao nascer das crianças, maior o seu IMC na idade pré-escolar. A massa magra e a massa gorda corporal também são maiores na idade pré-escolar nas crianças com maior peso de nascimento. O importante é que nos pré-escolares com excesso de peso a massa magra é menor nos que nasceram com menor peso, sem que se observe diferença para a massa gorda corporal em função do peso ao nascer. Quanto maior a razão CC/E também será maior a quantidade de massa magra e de massa gorda corporal, contudo o aumento da razão CC/E é acompanhado por um aumento desproporcionalmente maior da massa gorda em comparação com o da magra / Introduction - Barker studies evinced that low birth weight is a risk factor to develop chronic diseases in adults. Research about children body composition can also contribute to understand its role in the development of chronic diseases in later stages in life. Objective - To analyze the relationship among birth weight, body composition and nutritional status of 2 to 6 years old children. Methods - Historical cohort study of a probabilistic randomized sample by conglomerates, of public day care centers in Taubaté, SP (2008-2009) that resulted in a final sample of 950 children. The childrens anthropometric measures collected at preschool age were weight, height, upper arm circumference (AC), waist circumference (WC), triceps skinfold (TS), and subscapular skinfold (SS). Birth weight and length were retrospectively corrected. Body Mass Index (BMI) Z score was used to evaluate the children nutritional status based on cut-off points internationally accepted. Upper arm muscle area (UMA) and upper arm fat area (UFA) in Z-scores, and the waist-toheight ratio (WHtR) were used to evaluate the body composition. The analysis was carried out from measures of central tendency, dispersion and proportions, adopting a level of significance of 5%. Results - The mean birth weight (BW) of the preschool children was 3150.5g with a standard deviation (SD) of 487.7g and the median of BW was 3142.5g. The means and the SD of the Z-score of height, weight and BMI at pre-school age were respectively: -0.05(1.06), 0.27(1.21), 0.43(1.22). Height of preschool children born with 3000g or more showed a direct correlation with BW (r =0.16; p<0.0001). In the preschool sample as a whole, the higher the BW the higher the BMI (r P =0.19; p<0.0001). The median preschool children Z-score of BMI of the group born with more than 3500g was superior to the one observed in the group born with lower weight. By a multiple linear regression each increase of 1kg in the birth weight corresponds to an increase of 0,45 z scores in the BMI at preschool age. It was also observed a direct correlation between BW and the UMA (r P P =0.13; p<0.0001) and the UFA (r =0.10; p=0.003). The preschool children with excess of weight and that were born below the median of BW showed a lower UMA in comparison to those born with a weight above the median. There was no difference to the medians of UFA or WC according to birth weight. The WHtR showed a direct correlation with the BMI (r P P =0.78), the UMA (r =0.52), the UFA (r P =0.66) and the arm fat index (% fat area), r P P =0.54, p<0.0001. On the other hand it was observed an inverse correlation between the WHtR and the proportion of the UMA corrected (% muscle area), r = -0.38 and p<0.0001. Conclusions - The higher the childrens birth weight, the higher their BMI in preschool age. The lean and the fat body masses are also higher in the preschool age in children with a higher birth weight. The most relevant things observed is that in preschool children with excess of weight the lean mass is lower in the ones who were born with a lower weight, and that there were no correlation between UFA and birth weight. The higher the WHtR it will also be higher the amount of lean and fat mass; however the increase of the WHtR is followed by a disproportionately higher increase of the fat body mass when compared to that of the lean body mass.
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Desempenho da absorciometria radiológica de dupla energia na estimativa de massa muscular para sua associação com força muscular no diagnóstico de sarcopenia em cirrose hepática / Performance of dual-energy x-ray absorptiometry in muscle mass estimation for its association with muscle strength to diagnose sarcopenia in liver cirrhosis

Silva, Giliane Belarmino da 07 March 2017 (has links)
Introdução. Cirrose hepática (CH) pode cursar com perda de massa muscular (MM) e sarcopenia. A avaliação de sarcopenia em pacientes com CH é limitada pela presença de ascite e edema em membros inferiores (EMI), que prejudicam o desempenho dos métodos disponíveis para estimativa de MM. A hipótese da presente investigação considerou que o diagnóstico de sarcopenia na CH possa ser realizado com uso da absorciometria radiológica de dupla energia para obtenção do índice de massa muscular esquelética apendicular (IMMA-DXA), que não inclui a região abdominal em seu cálculo. Objetivo. Avaliar se IMMA-DXA é influenciado por ascite e/ou EMI, sua capacidade em identificar baixa MM, seu valor no diagnóstico de sarcopenia e prognóstico para mortalidade, de forma isolada e/ou combinada com a medida da força muscular, em pacientes com CH. Métodos. O IMMA-DXA [calculado através da soma da massa magra dos membros estimada por DXA (kg) / altura2 (m)] e a medida da força muscular [estimada através da medida de força do aperto de mão não-dominante (FAM-ND) por dinamometria (kg)] foram obtidos em 144 homens com CH e ascite, e em 20 voluntários saudáveis. Em 20 dos indivíduos cirróticos, o IMMA-DXA também foi calculado 30 minutos após paracentese. A mortalidade foi registrada por telefonemas efetuados até 36 meses do início do estudo. A possível influência de ascite sobre IMMA-DXA foi verificada pela comparação entre valores de IMMA-DXA obtidos em 20 pacientes antes e após paracentese. A capacidade do IMMA-DXA em identificar baixa MM foi avaliada através da comparação entre valores de IMMA-DXA obtidos nesses 20 pacientes com 20 voluntários saudáveis (pareados por idade, peso e altura). A possível influência de EMI sobre IMMA-DXA foi avaliada, na amostra total, pela comparação de valores de IMMA-DXA de pacientes com e sem EMI. A capacidade de IMMA-DXA diagnosticar sarcopenia e apresentar valor prognóstico para mortalidade foi avaliada em 129 pacientes, pela análise de interação entre IMMA-DXA e FAM-ND com sobrevida; e da capacidade de IMMA-DXA, isolada e conjunta com FAM-ND, em predizer mortalidade em pacientes cirróticos. Ponto de corte para mortalidade foram obtidos pelos tercis dos valores de IMMA-DXA e FAM-ND. A probabilidade de sobrevivência de pacientes com sarcopenia, diagnosticada por este ponto de corte, foi calculada e comparada com ponto de corte proposto pelo Consenso Europeu sobre definição e diagnóstico de sarcopenia [(EWGSOP), IMMA-DXA < 7,26 kg/m2 + FAM-ND < 30 kg]. Resultados. Não houve diferença entre IMMA-DXA pré e pós-paracentese [-0,01 kg/m2, IC de 95% (-0,09; 0,07); p > 0,050] e obtiveram-se bons coeficientes de correlação de concordância de Lin (0,99 kg/m2) e limites de concordância de 95% (-0,33 a 0,31 kg/m2) entre essas medidas. Foram identificados valores menores de IMMA-DXA e FAM-ND em pacientes com cirrose, comparado aos valores obtidos no grupo controle (p < 0,001). A diferença média dos valores de IMMA-DXA não diferiu entre pacientes com EMI e sem EMI (0,30 kg/m², p = 0,068). Morte em consequência da cirrose aconteceu em 55 (38%) dos 144 pacientes avaliados, durante 32 meses de seguimento, em mediana e com intervalo interquartil de 17,52 - 33,96 meses. Encontrou-se interação significativa de IMMA-DXA com FAM-ND (p = 0,028) e bom desempenho da combinação de ambas as ferramentas para prever mortalidade [razão de risco relativo (HR) 1,03; IC 95% (1,00 - 1,05)]. Óbitos ocorreram com maior frequência em pacientes que apresentaram, em conjunto IMMA-DXA <= 7 kg/m² e FAM-ND <= 25 kg, do que em indivíduos com valores superiores a este ponto de corte. A frequência de mortalidade prevista pelo novo ponto de corte e o EWGSOP foi de 73,70% e 54,80%, respectivamente. O novo ponto de corte para diagnóstico de sarcopenia identificou pacientes com maior risco de mortalidade, em relação ao ponto de corte de EWGSOP. Conclusão. Em pacientes cirróticos, o uso de DXA para estimativa do IMMA mostrou bom desempenho na identificação de baixa MM, independente da presença de ascite e EMI, e boa aplicabilidade no diagnóstico de sarcopenia, com importante valor prognóstico na predição de mortalidade, principalmente, quando associado à medida de força muscular / Introduction. Cirrhosis can lead to muscle mass loss and sarcopenia. Ascites and lower limb edema (LLE) limit the ability to evaluate muscle mass in patients with liver cirrhosis. Our hypothesis considers that the diagnosis of sarcopenia in cirrhosis can be accomplished with the use of dual-energy x-ray absorptiometry (DXA) to calculate the appendicular skeletal muscle mass index (DXA-ASMI), which excludes the abdominal region where ascites is present. Aim. This study aimed to evaluate whether ASMI calculated by DXA (DXA-ASMI) is influenced by ascites and/or LLE, if it is able to identify low muscle mass (LMM), and if it is able, either alone or combined with muscle force, to diagnose sarcopenia in liver cirrhosis patients. Methods. DXA-ASMI (kg/m2) was calculated by summing the lean mass of limbs estimated by DXA divided by the squared height. Muscle strength (kg) was estimated by the nondominant hand grip strength (ND-HGS) measured by dynamometry. DXA-ASMI and muscle strength measurements were obtained from 144 men with cirrhosis and ascites (including 20 patients who underwent paracentesis) and 20 healthy volunteers (control group; matched by age, height, and weight). DXA-ASMI was calculated before and 30 minutes after paracentesis, when performed. Mortality was recorded by the end of the study. To analyze the influence of ascites on DXA, we compared DXA-ASMI values before and after paracentesis in the paracentesis subgroup. To analyze the ability of DXA-ASMI to identify LMM, we compared DXA-ASMI values between the paracentesis subgroup and the control group. To analyze the influence of LLE on DXA, we compared DXA-ASMI values of patients with and without LLE. We analyzed the interaction between DXA-ASMI and ND-HGS with survival, and we calculated their individual and joint capacities to predict mortality in cirrhosis patients. Cutoff points were set as thirds of the DXA-ASMI and ND-HGS values. The survival probability calculated for this cohort of sarcopenia patients was compared to the result with the cutoff point proposed by the EWGSOP (DXA-ASMI< 7.26 kg/m2 + ND-HGS < 30 kg). Results. DXA-ASMI did not differ between before and after paracentesis (-0.01 kg/m2, 95% CI: -0.09-0.07; p > 0.050), and there were good CCC (0.99 kg/m2) 95% limits of concordance (-0.33-0.31 kg/m2) between these measurements. Cirrhosis patients had lower DXA-ASMI and ND-HGS values than healthy volunteers (p < 0.001). The average difference of the DXA-ASMI values did not differ between patients with and without LLE (0.30 kg/m², p = 0.068). Patients were tracked for a mean of 32 months (interquartile interval: 17.52-33.96 months). Death due to cirrhosis occurred in 55 patients (38%). We found a significant interaction between DXA-ASMI and ND-HGS (p = 0.028). Combined, these instruments showed good ability to predict mortality (relative hazard ratio: 1.03; 95% CI: 1.00-1.05). Death occurred more frequently in patients who had a combination of DXA-ASMI <= 7 kg/m² and ND-HGS <= 25 kg than in those with values higher than the cutoff. Predicted frequencies of death with the new cutoff point and the EWGSOP cutoff were 73.70% and 54.80%, respectively. Compared to the EWGSOP cutoff, the new cutoff point for diagnosing sarcopenia identified patients with a higher risk of death. Conclusion. In cirrhotic patients, DXA-ASMI demonstrated good results, independent of the ascites or LLE presence, and successfully identified LMM. The method had good applicability to sarcopenia diagnosis with an important prognostic value in predicting mortality, especially when combined with the ND-HGS measurement
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Gordura visceral medida por DXA está associada com risco aumentado de fraturas não vertebrais em mulheres idosas não obesas: São Paulo Ageing e Health (SPAH) Study / Visceral fat measured by DXA is associated with increased risk of non-spine fractures in nonobese elderly women: São Paulo Ageing & Health (SPAH) Study

Machado, Luana Gerheim 06 October 2017 (has links)
Introdução: O papel protetor da obesidade sobre a saúde óssea tem sido questionado, uma vez que a gordura visceral apresenta um efeito deletério sobre o osso. No entanto, até o momento, não existem estudos que avaliaram a associação entre a gordura visceral medida por absorciometria por dupla energia de raios X (DXA) com o risco de fraturas. Objetivo: Investigar a associação entre gordura visceral medida por DXA e incidência de fraturas não vertebrais em mulheres idosas da comunidade. Métodos: Este estudo de coorte longitudinal prospectivo de base populacional avaliou 433 mulheres com 65 anos ou mais. Um questionário clínico, incluindo história pessoal de fratura não vertebral por fragilidade foi realizado na avaliação inicial e após um tempo médio de seguimento de 4,3 anos. Todas as fraturas incidentes durante este período foram confirmadas por radiografia da região afetada. O tecido adiposo visceral (VAT) foi medido na região androide por DXA de corpo total através de um software específico. Modelos de regressão logística foram utilizados para avaliar a associação entre gordura visceral e fraturas não vertebrais. Resultados: A média de idade era de 72,8 ± 4,7 anos e 28 fraturas não vertebrais osteoporóticas foram identificadas após um período médio de seguimento de 4,3 ± 0,8 anos. De acordo com a classificação de Lipschitz para o estado nutricional de idosos, 38,6% das mulheres eram não obesas (IMC <= 27 kg/m²) e 61,4% foram consideradas como sobrepeso/obesas (IMC > 27 kg/m²). Após o ajuste para idade, raça, fratura prévia e densidade mineral óssea (DMO), o VAT (massa, área e volume) teve uma associação significativa com a incidência de fraturas não vertebrais apenas em mulheres idosas não obesas (VAT massa: OR 1,42, IC 95% 1,09-1,85, p = 0,010; VAT área: OR 1,19, IC 95% 1,05-1,36, p = 0,008; VAT volume: OR 1,40, IC 95% 1,09-1,80, p = 0,009). Conclusão: Este estudo sugere um efeito negativo da adiposidade visceral sobre a saúde óssea em mulheres não obesas. / Introduction: The protective effect of obesity on bone health has been questioned because visceral fat has been demonstrated to have a deleterious effect on bone. However, to date, there have been no studies evaluating the association between visceral fat measured by dual-energy Xray absorptiometry (DXA) with fracture risk. Objective: The aim of this study was to investigate the association of visceral fat measured by DXA with the incidence of non-spine fractures in community-dwelling elderly women. Methods: This longitudinal prospective population-based cohort study evaluated 433 community-dwelling women aged 65 years or older. A clinical questionnaire, including personal history of a fragility fracture in non-spine osteoporotic sites, was administered at baseline and after an average of 4.3 years. All incidences of fragility fractures during the study period were confirmed by affected-site radiography. Visceral adipose tissue (VAT) was measured in the android region of a whole-body DXA scan through a specific software. Logistic regression models were used to estimate the relationship between visceral fat and non-spine fractures. Results: The mean age was 72.8 ± 4.7 years, and 28 incident non-spine osteoporotic fractures were identified after a mean follow-up time of 4.3 ± 0.8 years. According to the Lipschitz classification for nutritional status in the elderly, 38.6% of women were nonobese (BMI <= 27 kg/m²) and 61.4 % were obese/overweight (BMI > 27 kg/m²). After adjusting for age, race, previous fractures, and bone mineral density (BMD), VAT (mass, area, volume) had a significant association with the incidence of non-spine fractures only in nonobese elderly women (VAT mass: OR 1.42, 95 % CI 1.09-1.85, p = 0.010; VAT area: OR 1.19, 95 % CI 1.05-1.36, p = 0.008; VAT volume: OR 1.40, 95 % CI 1.09-1.80, p = 0.009). Conclusion: This study suggests a potential negative effect of visceral adiposity on bone health in nonobese women
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Fatores de risco para baixa massa muscular em coorte prospectiva de idosas brasileiras residentes na comunidade: São Paulo Ageing & Health Study (SPAH) / Risk factors for low muscle mass in a population-based prospective cohort of Brazilian community-dwelling older women: the São Paulo Ageing & Health (SPAH) Study

Machado, Ketty Lysie Libardi Lira 08 March 2019 (has links)
Introdução: A sarcopenia é caracterizada pela perda progressiva de massa muscular esquelética, que resulta em diminuição da força muscular, incapacidade funcional e aumento do risco de morte. Poucos estudos realizaram uma avaliação concomitante de variáveis clínicas, laboratoriais e de composição corporal para determinar com precisão a contribuição de cada um desses parâmetros para a baixa massa muscular (BMM) em indivíduos idosos. Objetivo: Identificar os fatores de risco [entre parâmetros clínicos, laboratoriais, densidade óssea e composição corporal (incluindo gordura visceral)] por absorciometria por dupla emissão de raios-X (DXA) para BMM em uma coorte prospectiva de idosas brasileiras. Métodos: Foram avaliadas 408 mulheres com idade >= 65 anos com dados clínicos, exames laboratoriais do metabolismo ósseo, densidade mineral óssea (DMO) e composição corporal por DXA com equipamento Hologic QDR 4500A. O software DXA APEX calcula o tecido adiposo visceral (TAV) subtraindo o tecido adiposo subcutâneo (TAS) da gordura total androide, que foi automaticamente ajustada para 20% da distância da crista ilíaca até a base do crânio. Todas as análises foram realizadas no início do estudo (2005-2007). Após um seguimento médio de 4,3 ± 0,8 anos, elas foram classificadas de acordo com a massa muscular. BMM foi definida quando a relação entre a massa muscular apendicular (MMA - kg) e índice de massa corporal [IMC - kg/m2] é inferior a 0,512 (Studenski et al., 2014). Modelos de regressão logística multivariada foram utilizados para identificar fatores de risco independentes para a BMM. Resultados: Ao final do seguimento, 116 mulheres (28,4%) tinham BMM. Na análise multivariada, os fatores de risco para BMM foram: maior número de quedas (OR = 1,14, IC 95% 1,02-1,27, p = 0,016), maiores níveis de TSH (OR = 1,08, IC 95% 1,01-1,15, p = 0,018, por cada aumento de 1 MiUI/L), menor creatinina (OR = 11,11, IC 95% 2,78-33,33, p < 0,001, por cada redução de 1 mg/dL) e maior quantidade de TAV (OR = 1,17, IC 95% 1,07-1,27, p < 0,001, por cada 100 g de aumento). Conclusões: Quedas, maior nível de TSH, menor nível de creatinina e maior TAV foram fatores de risco para baixa massa muscular em mulheres idosas. Maior atenção deve ser dada a esses fatores, uma vez que eles são potencialmente reversíveis com intervenção adequada / Purpose: Sarcopenia is characterized by progressive loss of skeletal muscle mass, which results in decreased muscle strength, functional impairment and increased risk of death. Few studies performed a concomitant evaluation of clinical, laboratory and body composition variables to accurately determine the contribution of each of these parameters to low muscle mass (LMM) in older subjects. Thus, we aimed to identify the risk factors (among clinical, laboratory parameters, bone density and body composition by DXA including visceral fat) for LMM in a prospective cohort of Brazilian older women. Methods: A total of 408 women aged >= 65 years were evaluated with clinical data, laboratory bone tests, bone mineral density (BMD) and body composition by DXA using Hologic QDR 4500A equipment. DXA APEX software computes visceral adipose tissue (VAT) by subtracting the subcutaneous adipose tissue (SAT) from the total android fat, which was automatically set to 20% of the distance from the iliac crest to the base of the skull. All analyses were performed at baseline (2005-2007). After a mean follow-up of 4.3±0.8 years, they were classified according to muscle mass. LMM was defined when the ratio between the appendicular lean mass (ALM - kg) and body mass index [BMI - kg/m2] is less than 0.512 (Studenski et al., 2014). Multivariate logistic regression models were used to identify independent risk factors for LMM. Results: At the end of the follow-up, 116 women (28.4%) had LMM. In multivariate analyses, risk factors for LMM were: greater number of falls (OR = 1.14, 95% CI 1.02-1.27, p = 0.016), higher TSH levels (OR = 1.08, 95% CI 1.01-1.15, p = 0.018, per each 1 MiUI/L-increase), lower creatinine (OR = 11.11, 95% CI 2.78-33.33, p < 0.001, per each 1 mg/dL-decrease) and greater amount of VAT (OR = 1.17, 95% CI 1.07-1.27, p < 0.001, per each 100 g-increase). Conclusions: Falls, higher TSH, lower creatinine and higher VAT were risk factors for low muscle mass in older women. More attention should be paid to these factors since they are potentially reversible with adequate intervention
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Dieta de muito baixo valor calórico em obesos mórbidos no período pré-operatório de cirurgia bariátrica: análise da alteração da composição corporal durante perda de peso aguda / Very low-calorie diet in morbidly obese patients in the preoperative bariatric surgery: analysis of change in body composition during acute weight loss

Serafim, Marcela Pires 15 June 2016 (has links)
INTRODUÇÃO: A obesidade mórbida é um fator de risco independente para complicações pós-operatórias precoces e uma estratégia para sua prevenção é a redução de peso no período pré-operatório de cirurgia bariátrica através da intervenção nutricional. Assim, a dieta de muito baixo valor calórico (DMBVC) é indicada para obesos mórbidos e controle de suas comorbidades. Além da perda de peso (PP), avaliar a composição corporal é uma necessidade na prática clínica e uma avaliação precisa de cada componente corporal faz-se necessária para complementar o diagnóstico nutricional. OBJETIVO: Analisar a alteração da composição corporal de obesos mórbidos durante a PP aguda no período pré-operatório de cirurgia bariátrica induzida por DMBVC. MÉTODO: Foram avaliados 120 pacientes internados no Hospital das Clínicas da FMUSP. A avaliação da composição corporal foi realizada antes e após a dieta ofertada durante a internação hospitalar e foram analisadas as alterações de peso, IMC, circunferências de pescoço, cintura e quadril, gordura corporal (GC) e massa livre de gordura (MLG), sendo estes obtidos através da bioimpedância. Os dados foram categorizados segundo gênero, idade, IMC e diagnóstico de diabetes. RESULTADOS: O período médio de consumo da DMBVC foi de 8 dias. Os pacientes apresentaram em média 5% de PP representada principalmente por redução de GC (85% da PP). Todas as reduções nas circunferências corporais foram estatisticamente significantes. Todos os pacientes tiveram PP, mas observamos dois comportamentos distintos com relação à alteração da composição corporal que proporcionou a divisão em dois grupos: no grupo A (GA) (63% dos pacientes) houve diminuição de GC e de MLG e no grupo B (GB) houve diminuição de GC, mas um aumento na MLG. A PP e a redução do IMC de ambos os grupos foram semelhantes, porém, a discrepância na alteração de GC e MLG foi estatisticamente significante. Verificou-se maior PP e maior redução de GC nos homens, os idosos apresentaram maior porcentagem de PP e maiores reduções de GC e MLG. Os pacientes com IMC > 50 Kg/m2 tiveram maior PP e maiores reduções de GC e de MLG, porém não foi significante, e não foi encontrada diferença estatística para as alterações nos pacientes diabéticos. Não houve correlação entre as categorias estudadas e os diferentes comportamentos de alteração da composição corporal observados. CONCLUSÃO: A DMBVC pré-operatória determinou uma PP à custa de GC com dois comportamentos distintos em relação à MLG (um grupo com redução e outro com aumento) / BACKGROUND: Morbid obesity is an independent risk factor for early postoperative complications, and one strategy for its prevention is weight loss in the preoperative bariatric surgery through nutritional intervention. Thus, the very low calorie diet (VLCD) is indicated for morbidly obese and its comorbidities control. In addition to the weight loss (WL), assess body composition is need in clinical practice, and an accurate assessment of body composition is necessary to supplement the nutritional diagnosis. AIM: analyze the change in body composition of morbidly obese patients during the acute WL in the preoperative bariatric surgery induced by VLCD. METHODS: We evaluated 120 patients hospitalized at University of São Paulo Clinical Hospital. The assessment of body composition was performed before and after the diet offered during hospitalization, and analyzed changes in weight, BMI, neck, waist and hip circumferences, body fat (BF) and fat free mass (FFM), these obtained by bioimpedance. Data were categorized according to gender, age, BMI and diabetes diagnosis. RESULTS: The average period of VLCD was 8 days. The patients had 5% WL and this was represented principally by BF reduction (85% of WL). All reductions in the body circumferences were statistically significant. All of the patients had WL, but observed two distinct behaviors in relation to the change in body composition which provided the division into two groups: group A (GA) (63% of the patients) had decreased BF and FFM and Group B (GB) had decreased BF, but an increase in the FFM. The WL and the reduction of BMI of both groups were similar, however, the discrepancy in the BF and FFM change was statistically significant. There was a higher WL and greater reduction of BF in men, the elderly had a higher percentage of WL, with a significant difference, and greater reductions of BF and FFM. Patients with BMI > 50 kg/m2 had higher WL and greater reductions of BF and FFM, but it was not significant, and there was no statistical difference changing in diabetic patients. There was no correlation between categories studied and the different behaviors change in the body composition found. CONCLUSION: the preoperative VLCD determined an acute weight loss basically of BF, with two behaviors concerning FFM changing (one group with decreasing and the other with increasing)
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Avaliação da qualidade de vida em participantes da Prova de São Silvestre / Evaluation of the quality of life of runners of the \"São Silvestre\"

Tedesco, Joel 11 October 2006 (has links)
O objetivo deste trabalho foi o de avaliar as dimensões da qualidade de vida e suas associações com dados antropométricos, de treinamentos e pessoais em corredores de longa distância. Métodos: Selecionou-se intencionalmente 962 indivíduos (815 homens e 147 mulheres) dentre os 15 000 participantes da Corrida de São Silvestre. A qualidade de vida foi avaliada usando-se o questionário WHOQOL-BREF. Coletaram-se também dados pessoais, detalhes de treinamentos e medidas antropométricas tais como: data de nascimento, nível educacional, número das sessões de treinamentos semanais, anos de treinamentos pregressos, estatura, massa corporal, cintura e quadril. Usou-se os tempos de corrida para dividir as amostras em cinco grupos masculinos e cinco grupos femininos. Os grupos foram comparados entre si, dentro do mesmo gênero, usando-se as médias dos valores das medidas realizadas. Resultados. Os corredores do grupo 1 da amostra masculina obtiveram a menor média dos valores dos resultados do domínio ambiental do questionário WHOQOL-BREF (58,66) (IC de 56,50 a 60,81); correram em um ritmo de 04:11 (expresso em minutos e segundos) minutos por quilômetro, com um intervalo de confiança (95%) (IC) de 04:08 a 04:14; a média de idade foi de 31,13 anos (IC de 29,89 anos a 32,36 anos); tinham baixo nível educacional; treinavam em média 5,45 vezes por semana (IC de 5,18 a 5,71 sessões) há, em média 9,18 anos (IC de 8,05 a 10,31 anos); tinham a menor média dos valores das estaturas (169,51cm) e das massas corporais (63,07 kg) (IC respectivamente de 168,46 a 170,57 cm e de 61,89 a 64,24 kg); a menor média dos valores dos índices de massas corpóreas (21,93) (IC de 21,60 a 22,27); a menor média dos valores das circunferências abdominais (75,29 cm) e dos quadris (91,48 cm) (IC respectivamente de 74,33 a 76,26 cm e de 90,54 a 92,41 cm). As corredoras no grupo 1 da amostra feminina obtiveram a menor média dos valores dos resultados do domínio ambiental do questionário WHOQOL-BREF (59,76) (IC de 54,08 a 65,43); correram em um ritmo de 04:48 minutos por quilômetro (IC de 04:39 a 04:57); a média de idade foi de 29,94 anos (IC de 26,76 a 33,12 anos); tinham baixo nível educacional; treinavam em média 6,03 vezes por semana (IC de 5,59 a 6,47 sessões) há, em média, 7,67 anos (IC de 5,78 a 9,55 anos); tinham a menor média dos valores das massas corpóreas (51,53 kg) (49,68 a 53,38 kg); a menor média dos valores dos índices de massas corpóreas (20,25) (19,68 a 20,82); a menor média dos valores das circunferências abdominais (66,45 cm) e dos quadris (88,79 cm) (IC respectivamente de 64,78 a 68,12 cm e de 87,24 a 90,34 cm). Conclusões. Os corredores mais velozes da amostra feminina e da masculina obtiveram a menor média dos valores de avaliação do domínio ambiental de qualidade de vida do WHOQOL-BREF. Caracterizaram-se também por serem corredores jovens apresentando os menores valores das médias na maioria das medidas antropométricas. / This study had as purpose to analyze the quality of life of long distance runners and possible associations with anthropometric measurements, training characteristics and personnal information. Methods. A sample of 962 runners (815 men and 147 women) was intentionally selected amongst 15 000 runners participating in the \"São Silvestre\" race. The quality of life was assessed using the WHOQOL-BREF questionnaire. Collected data included personal information and anthropometric measurements: date of birth; educational level; number of weekly training sessions; years of previous training; hight; body mass; waist and hip circumferences. Finishing times were used to divide both samples into five distinct groups (group 1 to group 5). Groups were compared within the same gender, using the means for each one of the collected information. Results. Male runners in group 1 had the lowest value for the mean of the environmental domain score (58.66) (56.50 to 60.81); had a mean running pace time, expressed in minutes and seconds per kilometer and 95% confidence interval (CI) of 04:11 (04:08 to 04:14); a mean age of 31.13 years (IC of 29.89 years to 32.36 years); a low educational level; trained 5.45 times per week (CI of 5.18 to 5.71 times) for a mean of 9.18 years (CI of 8.05 years to 10.31 years); had the lowest value for the mean of hight (169.51cm) and body mass (63.07 kg) (CI of 168.46 cm to 170.57 cm and 61.89 kg to 64.24 kg, respectively); the lowest mean for the body mass index (21.93) (CI of 21.60 to 22.27); the lowest values for the mean of the abdominal circumference (75.29 cm) and hip circumference (91.48 cm) (CI of 74.33 to 76.26 cm and 90.54 to 92.41 cm, respectively). Female runners in group 1 had the lowest value for the mean of the environmental domain score (59.76) (CI of 54.08 to 65.43); had a mean running pace time of 04:48 (CI of 04:39 to 04:57); had a mean age of 29.94 years (IC of 26.76 years to 33.12 years); a low educational level, trained 6.03 times per week (CI of 5.59 to 6.47) for 7.67 years (CI of 5.78 to 9.55); had the lowest value for the mean of body mass (51.53 kg) (CI of 49.68 kg to 53.38 kg), the va lowest value for the mean of the body mass index (20.25) (CI of 19.68 to 20.82); the lowest value for the mean of the abdominal circumference values (66.45 cm) and of the hip circumference (88.79 cm) (CI of 64.78 to 68.12 cm and 87.24 to 90.34 cm, respectively). Conclusions. The fastest runners, in both the male and the female samples, had the lowest values for the environmental domain score of the WHOQOL-BREF quality of life questionnaire, had the lowest value for the mean of age, trained regularly for 7 to 9 years, doing 5 to 6 training session per week, had a low educational level, had the lowest value for the mean of the body mass index and for the means of the abdominal and hip circumferences.
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Maturação sexual e adiposidade em crianças e adolescentes de escolas de São Paulo / Sexual maturation and adiposity in children and adolescents from two schools in São Paulo

Oliveira, Jéssica Rodrigues de 27 August 2010 (has links)
Introdução: Na adolescência ocorre importante período de desenvolvimento sexual e acentuado crescimento corporal, caracterizado por alterações na quantidade e distribuição de gordura e massa magra diferente entre os sexos com importante impacto no estado nutricional, tanto atual como futuro. Objetivo: Analisar a associação entre maturação sexual e adiposidade em crianças e adolescentes. Método: Foi realizado estudo longitudinal com 617 estudantes de 8 a 18 anos de idade de duas escolas do município de São Paulo. Foram realizadas três coletas de dados com intervalo de 6 meses.. Dados de peso, estatura, perímetro da cintura foram coletados. O excesso de peso foi classificado com base nos valores críticos do índice de massa corporal (IMC) para crianças e adolescentes brasileiros. Valores de resistência (R), reactância (Xc), ângulo de fase e composição corporal foram obtidos por meio de impedância bioelétrica. O estágio de maturação sexual (EMS) foi auto-avaliado e os indivíduos foram distribuídos em quartis de idade segundo EMS e sexo. Foram comparados os indivíduos com maturação relativamente acelerada com os demais indivíduos. Resultados: Foi observada associação negativa entre escore z do IMC e idade de início da maturação sexual em meninos. A maturação sexual relativamente acelerada se associou com excesso de peso e com maior incremento nos valores de escore z do IMC. Meninas com maturação relativamente acelerada apresentaram maior adiposidade central. A maturação acelerada se associou a R/E, Xc/E e ângulo de fase e quantidade absoluta de massa magra. Menores vetores de impedância foram observados em meninas com maturação acelerada. Conclusão: A maturação sexual acelerada associouse a alterações nos parâmetros bioelétricos, composição corporal, maior incremento no IMC e obesidade em crianças e adolescentes / Adolescence is considered an important period of sexual development and an increase body-growth, characterized by changes in the amount and distribution of fat and lean mass distinct between sexes, with a significant impact on nutritional status, current and future. Objective: To evaluate the association between sexual maturation and adiposity in children and adolescents. Method: We conducted a longitudinal study with 617 students 8-18 years old from two schools in São Paulo. Were performed three data collections at intervals of six months. Data on weight, height, waist circumference were collected. Overweight was classified based on cutoffs of body mass index (BMI) for Brazilian children and adolescents. Resistance (R), reactance (Xc), phase angle (PA) and body composition values were obtained by bioelectrical impedance. The sexual maturation stage (SMS) was self-assessed and subjects were divided into quartiles of age second sex and SMS. We compared the subjects with relatively rapid maturation with other individuals. Results: We observed a negative association between BMI z score and age of onset of sexual maturation in boys. The relatively rapid sexual maturation was associated with overweight and greater increase in the values of z scores of BMI. Girls with relatively rapid maturation had higher central adiposity. The accelerated maturation was associated with R/H, Xc/H and PA and the absolute amount of lean mass. Lower impedance vectors were observed in girls with accelerated maturation. Conclusion: The accelerated sexual maturation was associated with changes in bioelectrical parameters, body composition, greater increase in BMI and obesity in children and adolescents

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