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Fazer aquecimento em simulador de realidade virtual antes de um procedimento melhora a performance cirúrgica? Uma análise prospectiva / Does warm-up training in a virtual reality simulator improves surgical performance? A prospective randomized analysis

José Arnaldo Shiomi da Cruz 23 July 2015 (has links)
Introdução: Os simuladores cirúrgicos de realidade virtual (SCRV) têm se mostrado uma ferramenta valiosa no treinamento e formação em laparoscopia. Tendo em vista a eficácia dos SCRV, novas utilidades têm sido propostas para estes equipamentos. Assim como nos esportes, onde fazer aquecimento antes do exercício comprovadamente melhora o desempenho, acredita-se que praticar no SCRV antes de operar pode melhorar a performance cirúrgica. Objetivo: Verificar se há benefício na prática de aquecimento pré-operatório quanto à performance cirúrgica. Materiais e Métodos: Vinte estudantes de medicina com bases em laparoscopia foram divididos em 2 grupos (I e II). O grupo I realizou uma colecistectomia videolaparoscópica em modelo suíno. O grupo II realizou o mesmo procedimento só que realizando previamente aquecimento préoperatório em SCRV. Os desempenhos dos dois grupos foram confrontados quanto aos parâmetros quantitativos (tempo para dissecção do pedículo da vesícula, tempo para clipagem do pedículo, tempo para secção do pedículo, tempo para remoção da vesícula, tempo operatório total, sangramento aspirado) e parâmetros qualitativos (noção de profundidade, destreza bimanual, eficiência, manejo de tecidos e autonomia) baseado em uma escala previamente validada, em que quanto maior a nota, melhor o resultado. Os dados foram submetidos à análise estatística com nível de significância de 5%. Resultados: O grupo que realizou aquecimento préoperatório apresentou resultados significativamente melhores quanto a tempo para dissecção do pedículo da vesícula (271 ± 173 s vs 714 ± 590 s, p = 0,012), tempo para clipagem do pedículo (173 ± 165 s vs 330 ± 141 s, p = 0,004), tempo para secção do pedículo (68 ± 30 s vs 110 ± 42 s, p = 0,019), sangramento aspirado (57 ± 27 mL vs 114 ± 112,59 mL, p = 0,006), noção de profundidade (4,5 ± 0,7 vs 3,3 ± 0,67, p = 0,004), destreza bimanual (4,2 ± 0,78 vs 3,3 ± 0,67, p = 0,004), manejo de tecidos (4,2 ± 0,91 vs 3,6 ± 0,66, p = 0,012) e autonomia (4,9 ± 0,31 vs 3,6 ± 0,96, p = 0,028). Não houve diferença significativa quanto ao tempo para remoção da vesícula (909 ± 2 73 s vs 694 ± 258 s, p = 0,088), tempo operatório total (1536 ± 306 s vs 1852 ± 663 s, p = 0,188) e eficiência (4 ± 0,66 vs 3,6 ± 0,69, p = 0,320). Conclusão: A prática de aquecimento pré-operatório parece trazer benefício no desempenho cirúrgico mesmo em indivíduos com pequena experiência em laparoscopia / Introduction: Virtual reality surgical simulators (VRSS) have been showing themselves as a valuable tool in laparoscopy training and education. Taking in consideration the effectiveness of the VRSS, new uses for this tool have been purposed. In sports, warming up before exercise clearly shows benefit in performance. It is hypothesized that warming up in the VRSS before going to the operating room may show benefit in surgical performance. Objective: We aim to verify whether there is benefit in surgical performance when a preoperatory warm-up is performed using a VRSS. Materials and Methods: Twenty medical students with basic knowledge in laparoscopy were divided into two groups (I and II). Group I performed a laparoscopic cholecystectomy in a porcine model. Group II performed the same procedure but performing previously a pre-operative warm-up in a VRSS. The performance between both groups was compared regarding quantitative parameters (gallbladder pedicle dissection time, pedicle clipping time, pedicle cutting time, gallbladder removal time, total operative time and aspirated blood loss) and qualitative parameters (depth perception, bimanual dexterity, efficiency, tissue handling and autonomy) based on a previously validated score system, in which the higher the score, better the result. Data was analyzed with level of significance of 5%. Results: The warm-up group revealed significantly better results regarding gallbladder pedicle dissection time (271 ± 173 s vs. 714 ± 590 s, p = 0.012), the pedicle clipping time (173 ± 165 s vs. 330 ± 141 s, p = 0.004), for pedicle cutting time (68 ± 30 s vs. 110 ± 42 s, p = 0.019), aspirated blood loss (57 ± 27 mL vs. 114 ± 112.59 mL, p = 0.006), depth perception (4.5 ± 0.7 vs. 3,3 ± 0.67, p = 0.004), bimanual dexterity (4.2 ± 0.78 vs. 3.3 ± 0.67, p = 0.004), tissue handling (4.2 ± 0.91 vs. 3.6 ± 0.66, p = 0.012) and autonomy (4.9 ± 0.31 vs. 3.6 ± 0.96, p = 0.028). There were no significant differences regarding for gallbladder removal time (909 ± 273 s vs. 694 ± 258 s, p = 0.088), total operative time (1536 ± 306 s vs. 1852 ± 663 s, p = 0.188) and efficiency (4 ± 0.66 vs. 3.6 ± 0.69, p = 0.320). Conclusion: The practice of pre-operative warm-up training using VRSS seems to benefit surgical performance even in subject with mild laparoscopic experience
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Fazer aquecimento em simulador de realidade virtual antes de um procedimento melhora a performance cirúrgica? Uma análise prospectiva / Does warm-up training in a virtual reality simulator improves surgical performance? A prospective randomized analysis

Cruz, José Arnaldo Shiomi da 23 July 2015 (has links)
Introdução: Os simuladores cirúrgicos de realidade virtual (SCRV) têm se mostrado uma ferramenta valiosa no treinamento e formação em laparoscopia. Tendo em vista a eficácia dos SCRV, novas utilidades têm sido propostas para estes equipamentos. Assim como nos esportes, onde fazer aquecimento antes do exercício comprovadamente melhora o desempenho, acredita-se que praticar no SCRV antes de operar pode melhorar a performance cirúrgica. Objetivo: Verificar se há benefício na prática de aquecimento pré-operatório quanto à performance cirúrgica. Materiais e Métodos: Vinte estudantes de medicina com bases em laparoscopia foram divididos em 2 grupos (I e II). O grupo I realizou uma colecistectomia videolaparoscópica em modelo suíno. O grupo II realizou o mesmo procedimento só que realizando previamente aquecimento préoperatório em SCRV. Os desempenhos dos dois grupos foram confrontados quanto aos parâmetros quantitativos (tempo para dissecção do pedículo da vesícula, tempo para clipagem do pedículo, tempo para secção do pedículo, tempo para remoção da vesícula, tempo operatório total, sangramento aspirado) e parâmetros qualitativos (noção de profundidade, destreza bimanual, eficiência, manejo de tecidos e autonomia) baseado em uma escala previamente validada, em que quanto maior a nota, melhor o resultado. Os dados foram submetidos à análise estatística com nível de significância de 5%. Resultados: O grupo que realizou aquecimento préoperatório apresentou resultados significativamente melhores quanto a tempo para dissecção do pedículo da vesícula (271 ± 173 s vs 714 ± 590 s, p = 0,012), tempo para clipagem do pedículo (173 ± 165 s vs 330 ± 141 s, p = 0,004), tempo para secção do pedículo (68 ± 30 s vs 110 ± 42 s, p = 0,019), sangramento aspirado (57 ± 27 mL vs 114 ± 112,59 mL, p = 0,006), noção de profundidade (4,5 ± 0,7 vs 3,3 ± 0,67, p = 0,004), destreza bimanual (4,2 ± 0,78 vs 3,3 ± 0,67, p = 0,004), manejo de tecidos (4,2 ± 0,91 vs 3,6 ± 0,66, p = 0,012) e autonomia (4,9 ± 0,31 vs 3,6 ± 0,96, p = 0,028). Não houve diferença significativa quanto ao tempo para remoção da vesícula (909 ± 2 73 s vs 694 ± 258 s, p = 0,088), tempo operatório total (1536 ± 306 s vs 1852 ± 663 s, p = 0,188) e eficiência (4 ± 0,66 vs 3,6 ± 0,69, p = 0,320). Conclusão: A prática de aquecimento pré-operatório parece trazer benefício no desempenho cirúrgico mesmo em indivíduos com pequena experiência em laparoscopia / Introduction: Virtual reality surgical simulators (VRSS) have been showing themselves as a valuable tool in laparoscopy training and education. Taking in consideration the effectiveness of the VRSS, new uses for this tool have been purposed. In sports, warming up before exercise clearly shows benefit in performance. It is hypothesized that warming up in the VRSS before going to the operating room may show benefit in surgical performance. Objective: We aim to verify whether there is benefit in surgical performance when a preoperatory warm-up is performed using a VRSS. Materials and Methods: Twenty medical students with basic knowledge in laparoscopy were divided into two groups (I and II). Group I performed a laparoscopic cholecystectomy in a porcine model. Group II performed the same procedure but performing previously a pre-operative warm-up in a VRSS. The performance between both groups was compared regarding quantitative parameters (gallbladder pedicle dissection time, pedicle clipping time, pedicle cutting time, gallbladder removal time, total operative time and aspirated blood loss) and qualitative parameters (depth perception, bimanual dexterity, efficiency, tissue handling and autonomy) based on a previously validated score system, in which the higher the score, better the result. Data was analyzed with level of significance of 5%. Results: The warm-up group revealed significantly better results regarding gallbladder pedicle dissection time (271 ± 173 s vs. 714 ± 590 s, p = 0.012), the pedicle clipping time (173 ± 165 s vs. 330 ± 141 s, p = 0.004), for pedicle cutting time (68 ± 30 s vs. 110 ± 42 s, p = 0.019), aspirated blood loss (57 ± 27 mL vs. 114 ± 112.59 mL, p = 0.006), depth perception (4.5 ± 0.7 vs. 3,3 ± 0.67, p = 0.004), bimanual dexterity (4.2 ± 0.78 vs. 3.3 ± 0.67, p = 0.004), tissue handling (4.2 ± 0.91 vs. 3.6 ± 0.66, p = 0.012) and autonomy (4.9 ± 0.31 vs. 3.6 ± 0.96, p = 0.028). There were no significant differences regarding for gallbladder removal time (909 ± 273 s vs. 694 ± 258 s, p = 0.088), total operative time (1536 ± 306 s vs. 1852 ± 663 s, p = 0.188) and efficiency (4 ± 0.66 vs. 3.6 ± 0.69, p = 0.320). Conclusion: The practice of pre-operative warm-up training using VRSS seems to benefit surgical performance even in subject with mild laparoscopic experience
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Prótese valvar mitral : 20 anos de seguimento de uma amostra de pacientes operados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Ribeiro, Angela Henrique Silva January 2013 (has links)
Este estudo avalia mortalidade, reoperação e eventos hemorrágicos em pacientes submetidos à cirurgia para troca valvar mitral utilizando substituto biológico ou mecânico. O delineamento do estudo foi do tipo coorte histórica. Entre todos os registros, foram selecionados 352 prontuários de pacientes submetidos à cirurgia para troca valvar mitral entre 1990 e 2008, que tiveram seguimento mínimo de 5 e máximo de 23 anos. Para avaliar o tempo de sobrevida, a probabilidade de reoperação e de eventos hemorrágicos, foi utilizada a curva de Kaplan-Meier. Foi aplicado, para comparar as curvas entre os grupos, o teste qui-quadrado de Log-rank. A análise multivariada de Regressão de Cox foi utilizada para identificar preditores independentes de mortalidade, reoperação e eventos hemorrágicos. A sobrevivência em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 87,7%, 74,2%, 69,3% e 69,3% e, para substituto biológico, foi de 87,6%, 71,0%, 64,2%, e 56,6%, respectivamente. Não houve diferença significativa entre a mortalidade entre os dois grupos (p=0,38). Na análise multivariada, os fatores associados com o óbito foram: idade, eventos hemorrágicos e insuficiência renal. A probabilidade de permanecer livre de reoperação em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 94,4%, 92,7%, 92,7% e 92,7% e, para bioprótese, foi de 95,9%, 86,4%, 81,2% e 76,5%, respectivamente (p=0.073), com uma incidência significativamente maior de reoperação para bioprótese (p=0,008). Os fatores associados com reoperação foram: sexo masculino, diâmetro da prótese e endocardite. A probabilidade de permanecer livre de eventos hemorrágicos em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 95,0%, 91,0%, 89,6% e 89,6% e, para bioprótese, foi de 96,9%, 94,0%, 94,0% e 94,0%, respectivamente (p=0,267). Os fatores associados com eventos hemorrágicos foram: IMC (índice de massa corporal) superior à 30 kg/m2, doença pulmonar obstrutiva crônica, tempo de ventilação mecânica na Unidade de Tratamento Intensivo superior a 30 dias e presença insuficiência mitral. Os autores concluíram que: 1) a mortalidade foi estatisticamente semelhante entre os dois grupos no seguimento; 2) houve tendência maior à reoperação no grupo com bioprótese; 3) após 10 anos de seguimento, a probabilidade de permanecer livre de reoperação não mudou para pacientes com substitutos valvares mecânicos; 4) a probabilidade de permanecer livre de eventos hemorrágicos não mudou após 10 anos de seguimento para portadores de biopróteses; 5) as características basais dos pacientes foram os maiores determinantes de mortalidade tardia após a cirurgia; 6) o tipo de prótese não foi fator preditor independente associado a nenhum dos desfechos avaliados na análise multivariada. / This study assessed mortality, reoperation and bleeding events in patients who underwent mitral valve replacement surgery with a biological or mechanical substitute. This was a historical cohort study. In total, 352 inpatients clinical health records who underwent mitral valve replacement surgery between 1990 and 2008 with 5 to 23 years of follow-up were selected. A Kaplan-Meier curve was used to evaluate the survival time, the probability of reoperation and bleeding events. A log-rank chi-square test was applied to compare the curves between groups. Multivariate Cox regression analysis was used to identify independent predictors of mortality, reoperation and bleeding events. The 5, 10, 15 and 20 year survival rates after surgery using a mechanical substitute were 87.7%, 74.2%, 69.3% and 69.3%, respectively, while the survival rates after surgery with a biological substitute were 87.6%, 71.0%, 64.2% and 56.6%, respectively. There was no significant difference in mortality between the two groups (p = 0.38). In the multivariate analysis, the factors associated with death were age, bleeding events and renal failure. The probabilities of being free of reoperation at 5, 10, 15 and 20 years after surgery using a mechanical substitute were 94.4%, 92.7%, 92.7% and 92.7%, respectively, while after surgery with a bioprosthesis, they were 95.9%, 86.4%, 81.2% and 76.5%, respectively (p = 0.073); therefore, there was a significantly higher incidence of reoperation for patients receiving a bioprosthesis (p = 0.008). The factors associated with reoperation were male gender, diameter of the prosthesis and endocarditis. The probabilities of remaining free of bleeding events at 5, 10, 15 and 20 years after surgery using a mechanical substitute were 95.0%, 91.0%, 89.6% and 89.6, respectively, while after surgery with a bioprosthesis, they were 96.9%, 94.0%, 94.0% and 94.0%, respectively (p = 0.267). The factors associated with bleeding events were BMI (body mass index) greater than 30 kg/m2, chronic obstructive pulmonary disease, mechanical ventilation at an Intensive Care Unit for longer than 30 days and mitral regurgitation. The authors concluded that: 1) mortality during follow-up was statistically similar in both groups; 2) there was a greater tendency to reoperation in the bioprosthesis group; 3) the probability of survival free from reoperation did not change for patients with mechanical valves after 10 years’ follow-up; 4) the probability of survival free from bleeding events did not change after 10 years’ follow-up for bioprostheses patients; 5) patients’ baseline characteristics were the greatest determinants of late mortality after mitral valve replacement surgery; 6) the type of prosthesis fitted was not an independent predictive factor of any of the outcomes analyzed in the multivariate analysis.
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Prótese valvar mitral : 20 anos de seguimento de uma amostra de pacientes operados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Ribeiro, Angela Henrique Silva January 2013 (has links)
Este estudo avalia mortalidade, reoperação e eventos hemorrágicos em pacientes submetidos à cirurgia para troca valvar mitral utilizando substituto biológico ou mecânico. O delineamento do estudo foi do tipo coorte histórica. Entre todos os registros, foram selecionados 352 prontuários de pacientes submetidos à cirurgia para troca valvar mitral entre 1990 e 2008, que tiveram seguimento mínimo de 5 e máximo de 23 anos. Para avaliar o tempo de sobrevida, a probabilidade de reoperação e de eventos hemorrágicos, foi utilizada a curva de Kaplan-Meier. Foi aplicado, para comparar as curvas entre os grupos, o teste qui-quadrado de Log-rank. A análise multivariada de Regressão de Cox foi utilizada para identificar preditores independentes de mortalidade, reoperação e eventos hemorrágicos. A sobrevivência em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 87,7%, 74,2%, 69,3% e 69,3% e, para substituto biológico, foi de 87,6%, 71,0%, 64,2%, e 56,6%, respectivamente. Não houve diferença significativa entre a mortalidade entre os dois grupos (p=0,38). Na análise multivariada, os fatores associados com o óbito foram: idade, eventos hemorrágicos e insuficiência renal. A probabilidade de permanecer livre de reoperação em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 94,4%, 92,7%, 92,7% e 92,7% e, para bioprótese, foi de 95,9%, 86,4%, 81,2% e 76,5%, respectivamente (p=0.073), com uma incidência significativamente maior de reoperação para bioprótese (p=0,008). Os fatores associados com reoperação foram: sexo masculino, diâmetro da prótese e endocardite. A probabilidade de permanecer livre de eventos hemorrágicos em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 95,0%, 91,0%, 89,6% e 89,6% e, para bioprótese, foi de 96,9%, 94,0%, 94,0% e 94,0%, respectivamente (p=0,267). Os fatores associados com eventos hemorrágicos foram: IMC (índice de massa corporal) superior à 30 kg/m2, doença pulmonar obstrutiva crônica, tempo de ventilação mecânica na Unidade de Tratamento Intensivo superior a 30 dias e presença insuficiência mitral. Os autores concluíram que: 1) a mortalidade foi estatisticamente semelhante entre os dois grupos no seguimento; 2) houve tendência maior à reoperação no grupo com bioprótese; 3) após 10 anos de seguimento, a probabilidade de permanecer livre de reoperação não mudou para pacientes com substitutos valvares mecânicos; 4) a probabilidade de permanecer livre de eventos hemorrágicos não mudou após 10 anos de seguimento para portadores de biopróteses; 5) as características basais dos pacientes foram os maiores determinantes de mortalidade tardia após a cirurgia; 6) o tipo de prótese não foi fator preditor independente associado a nenhum dos desfechos avaliados na análise multivariada. / This study assessed mortality, reoperation and bleeding events in patients who underwent mitral valve replacement surgery with a biological or mechanical substitute. This was a historical cohort study. In total, 352 inpatients clinical health records who underwent mitral valve replacement surgery between 1990 and 2008 with 5 to 23 years of follow-up were selected. A Kaplan-Meier curve was used to evaluate the survival time, the probability of reoperation and bleeding events. A log-rank chi-square test was applied to compare the curves between groups. Multivariate Cox regression analysis was used to identify independent predictors of mortality, reoperation and bleeding events. The 5, 10, 15 and 20 year survival rates after surgery using a mechanical substitute were 87.7%, 74.2%, 69.3% and 69.3%, respectively, while the survival rates after surgery with a biological substitute were 87.6%, 71.0%, 64.2% and 56.6%, respectively. There was no significant difference in mortality between the two groups (p = 0.38). In the multivariate analysis, the factors associated with death were age, bleeding events and renal failure. The probabilities of being free of reoperation at 5, 10, 15 and 20 years after surgery using a mechanical substitute were 94.4%, 92.7%, 92.7% and 92.7%, respectively, while after surgery with a bioprosthesis, they were 95.9%, 86.4%, 81.2% and 76.5%, respectively (p = 0.073); therefore, there was a significantly higher incidence of reoperation for patients receiving a bioprosthesis (p = 0.008). The factors associated with reoperation were male gender, diameter of the prosthesis and endocarditis. The probabilities of remaining free of bleeding events at 5, 10, 15 and 20 years after surgery using a mechanical substitute were 95.0%, 91.0%, 89.6% and 89.6, respectively, while after surgery with a bioprosthesis, they were 96.9%, 94.0%, 94.0% and 94.0%, respectively (p = 0.267). The factors associated with bleeding events were BMI (body mass index) greater than 30 kg/m2, chronic obstructive pulmonary disease, mechanical ventilation at an Intensive Care Unit for longer than 30 days and mitral regurgitation. The authors concluded that: 1) mortality during follow-up was statistically similar in both groups; 2) there was a greater tendency to reoperation in the bioprosthesis group; 3) the probability of survival free from reoperation did not change for patients with mechanical valves after 10 years’ follow-up; 4) the probability of survival free from bleeding events did not change after 10 years’ follow-up for bioprostheses patients; 5) patients’ baseline characteristics were the greatest determinants of late mortality after mitral valve replacement surgery; 6) the type of prosthesis fitted was not an independent predictive factor of any of the outcomes analyzed in the multivariate analysis.
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Prótese valvar mitral : 20 anos de seguimento de uma amostra de pacientes operados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Ribeiro, Angela Henrique Silva January 2013 (has links)
Este estudo avalia mortalidade, reoperação e eventos hemorrágicos em pacientes submetidos à cirurgia para troca valvar mitral utilizando substituto biológico ou mecânico. O delineamento do estudo foi do tipo coorte histórica. Entre todos os registros, foram selecionados 352 prontuários de pacientes submetidos à cirurgia para troca valvar mitral entre 1990 e 2008, que tiveram seguimento mínimo de 5 e máximo de 23 anos. Para avaliar o tempo de sobrevida, a probabilidade de reoperação e de eventos hemorrágicos, foi utilizada a curva de Kaplan-Meier. Foi aplicado, para comparar as curvas entre os grupos, o teste qui-quadrado de Log-rank. A análise multivariada de Regressão de Cox foi utilizada para identificar preditores independentes de mortalidade, reoperação e eventos hemorrágicos. A sobrevivência em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 87,7%, 74,2%, 69,3% e 69,3% e, para substituto biológico, foi de 87,6%, 71,0%, 64,2%, e 56,6%, respectivamente. Não houve diferença significativa entre a mortalidade entre os dois grupos (p=0,38). Na análise multivariada, os fatores associados com o óbito foram: idade, eventos hemorrágicos e insuficiência renal. A probabilidade de permanecer livre de reoperação em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 94,4%, 92,7%, 92,7% e 92,7% e, para bioprótese, foi de 95,9%, 86,4%, 81,2% e 76,5%, respectivamente (p=0.073), com uma incidência significativamente maior de reoperação para bioprótese (p=0,008). Os fatores associados com reoperação foram: sexo masculino, diâmetro da prótese e endocardite. A probabilidade de permanecer livre de eventos hemorrágicos em 5, 10, 15 e 20 anos após cirurgia utilizando substituto mecânico foi de 95,0%, 91,0%, 89,6% e 89,6% e, para bioprótese, foi de 96,9%, 94,0%, 94,0% e 94,0%, respectivamente (p=0,267). Os fatores associados com eventos hemorrágicos foram: IMC (índice de massa corporal) superior à 30 kg/m2, doença pulmonar obstrutiva crônica, tempo de ventilação mecânica na Unidade de Tratamento Intensivo superior a 30 dias e presença insuficiência mitral. Os autores concluíram que: 1) a mortalidade foi estatisticamente semelhante entre os dois grupos no seguimento; 2) houve tendência maior à reoperação no grupo com bioprótese; 3) após 10 anos de seguimento, a probabilidade de permanecer livre de reoperação não mudou para pacientes com substitutos valvares mecânicos; 4) a probabilidade de permanecer livre de eventos hemorrágicos não mudou após 10 anos de seguimento para portadores de biopróteses; 5) as características basais dos pacientes foram os maiores determinantes de mortalidade tardia após a cirurgia; 6) o tipo de prótese não foi fator preditor independente associado a nenhum dos desfechos avaliados na análise multivariada. / This study assessed mortality, reoperation and bleeding events in patients who underwent mitral valve replacement surgery with a biological or mechanical substitute. This was a historical cohort study. In total, 352 inpatients clinical health records who underwent mitral valve replacement surgery between 1990 and 2008 with 5 to 23 years of follow-up were selected. A Kaplan-Meier curve was used to evaluate the survival time, the probability of reoperation and bleeding events. A log-rank chi-square test was applied to compare the curves between groups. Multivariate Cox regression analysis was used to identify independent predictors of mortality, reoperation and bleeding events. The 5, 10, 15 and 20 year survival rates after surgery using a mechanical substitute were 87.7%, 74.2%, 69.3% and 69.3%, respectively, while the survival rates after surgery with a biological substitute were 87.6%, 71.0%, 64.2% and 56.6%, respectively. There was no significant difference in mortality between the two groups (p = 0.38). In the multivariate analysis, the factors associated with death were age, bleeding events and renal failure. The probabilities of being free of reoperation at 5, 10, 15 and 20 years after surgery using a mechanical substitute were 94.4%, 92.7%, 92.7% and 92.7%, respectively, while after surgery with a bioprosthesis, they were 95.9%, 86.4%, 81.2% and 76.5%, respectively (p = 0.073); therefore, there was a significantly higher incidence of reoperation for patients receiving a bioprosthesis (p = 0.008). The factors associated with reoperation were male gender, diameter of the prosthesis and endocarditis. The probabilities of remaining free of bleeding events at 5, 10, 15 and 20 years after surgery using a mechanical substitute were 95.0%, 91.0%, 89.6% and 89.6, respectively, while after surgery with a bioprosthesis, they were 96.9%, 94.0%, 94.0% and 94.0%, respectively (p = 0.267). The factors associated with bleeding events were BMI (body mass index) greater than 30 kg/m2, chronic obstructive pulmonary disease, mechanical ventilation at an Intensive Care Unit for longer than 30 days and mitral regurgitation. The authors concluded that: 1) mortality during follow-up was statistically similar in both groups; 2) there was a greater tendency to reoperation in the bioprosthesis group; 3) the probability of survival free from reoperation did not change for patients with mechanical valves after 10 years’ follow-up; 4) the probability of survival free from bleeding events did not change after 10 years’ follow-up for bioprostheses patients; 5) patients’ baseline characteristics were the greatest determinants of late mortality after mitral valve replacement surgery; 6) the type of prosthesis fitted was not an independent predictive factor of any of the outcomes analyzed in the multivariate analysis.
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Perfil biodinâmico de entrada dos trocartes em cirurgias laparoscópicas / Biodynamic profile of entry of trocars in laparoscopic surgeries

Moreno, Danilo Galante 14 March 2019 (has links)
INTRODUÇÃO: A técnica laparoscópica tornou-se a via preferencial em grande parte dos procedimentos cirúrgicos, na tentativa de minimizar riscos e melhorar o pósoperatório. No entanto, o entusiasmo dos cirurgiões com a novas técnicas frequentemente omite uma avaliação clara das suas possíveis complicações. A laparoscopia pode oferecer alguns riscos tanto no acesso à cavidade abdominal (com trocartes sendo introduzidos muitas vezes às cegas), quanto na realização de todo o procedimento. Na literatura, poucos estudos compararam os diversos tipos de acesso e de trocartes, utilizando parâmetros objetivos e reprodutíveis do momento da punção. Nessa tese foram comparadas as diferenças no padrão biodinâmico de entrada de cinco diferentes trocartes,em modelos suínos. MÉTODOS: Foram utilizadas 11 porcas (fêmeas) e cinco tipos de trocartes (três marcas com lâmina - M1L, M2L, M3L e 2 sem lâmina - M4SL e M5SL). Todas as punções foram feitas pelo mesmo pesquisador e todos os trocartes eram novos no início do estudo. Realizada incisão bilateral a 4 cm da linha mediana do porco, endereçando toda a parede abdominal, desde as costelas (superiormente) até a crista ilíaca (inferiormente). Utilizado suporte metálico tracionando uma faixa mediana da parede abdominal do animal \"in vivo\" (posição supina). Desta forma, um espaço foi criado afastando a parede abdominal das vísceras e possibilitando a filmagem das punções. Para aferição da força na inserção foi desenvolvido um sensor de mão, ligado a um computador para aquisição dos dados. Avaliado força necessária para perfuração da aponeurose (F1) e do peritônio (F2). Utilizado uma câmera de alta resolução para captura de imagens durante a entrada dos trocartes e realizada análise comparativa da deformação da parede abdominal (Dd), do tempo (TLam) e distância (DLam) percorrida pela lâmina exposta para os cinco tipos de trocartes. Os sítios de punção foram predeterminados na linha mediana do suíno. Realizada análise uni e multivariada. RESULTADOS: Foram analisadas 180 punções, sendo 36 para cada um dos cinco modelos de trocartes. Comparando-se apenas trocartes com e sem lâminas, percebe-se maiores valores para os últimos quanto a força e deformação de parede (todos com p < 0,001). Comparando-se marca a marca temos: Dd (cm) - M1L (5,92) , M2L (5,85) e M3L (6,07) semelhantes entre si, menores que M4SL (8,33) e M5SL (8,15), semelhantes entre si; F1 e F2 (N) - M1L (5,73) e M2L (6,22) semelhantes entre si, menores que M3L (7,69), esse menor que M4SL (8,29) e M5SL (10,24), semelhantes entre si. DLam (cm) - não houve diferença estatística entre os trocartes (p=0,197); TLam (s) - M1L (0,5) e M2L (0,37) semelhantes entre si, menores que M3L (0,87). CONCLUSÕES: Trocartes com lâmina, em comparação aos sem lâmina, possuem menores forças e deformações em sua introdução. Os trocartes laminados cônicos e piramidais (M1L e M2L respectivamente) são semelhantes entre si em todos os parâmetros analisados. No entanto, esses dois tem menores deformações, força de inserção e tempo de lâmina expostos em comparação ao piramidal M3L. A análise da distância de lâmina exposta não mostrou diferença estatística entre os trocartes. Entre os trocartes sem lâmina, M5SL apresentou maiores forças de inserção e mesma deformação em comparação a M4SL / INTRODUCTION: Laparoscopic surgery has become a preference for most surgeons, proving to be versatile and applicable to several surgical procedures. However, the enthusiasm of surgeons with new techniques often omits a clear evaluation of their possible complications. Comparative studies of trocars, showing objective and reproducible parameters at the time of puncture, are still lacking in the literature. The objective of this study is to evaluate the biodinamic profile of entry of 5 different trocars in laparoscopic surgeries. METHODS: Using a porcine model, we evaluated the following characteristics in 11 pigs about the insertion of 5 types of trocars (3 bladed and 2 blunt): 1) the force necessary to push trocar through the abdominal wall aponeurosis (F1) and through the peritoneum (F2); 2) the amount of time (in seconds) in which the blade of the trocar is exposed within the peritoneal cavity; 3) the amount of deformity of the abdominal wall (in cm) prior to the blade of trocar cutting through the peritoneum; 4) the distance traveled by the blade within the peritoneal cavity (in cm). All punctures were made by the same researcher. The bilateral incision was performed at 4 cm of the pig\'s median line, addressing the entire abdominal wall, from the ribs (superiorly) to the iliac crest (inferiorly). Metallic support was used by traction of a median range of the abdominal wall of the animal \"in vivo\" (supine position). A space was created by pushing the abdominal wall away from the viscera and allowing the punctures to be filmed. To measure the insertion force was used a mechanical device designed for this, connected to a computer for data acquisition. A high-speed camera made the acquisition of the images. Puncture sites were predetermined at the midline of the pig. RESULTS: A total of 180 punches were analyzed, of which 36 were analyzed for each of the 5 trocar models. Greater deformations forces occurred in non-bladed compared to the bladed one (p < 0.001). Comparing the marks: Dd (cm) - M1L (5,92), M2L (5,85) and M3L (6,07) are similar to each other, smallers than M4SL (8,33) and M5SL (8,15), similar to each other; F1 e F2 (N) - M1L (5,73) and M2L (6,22) are similar to each other, smallers than M3L (7,69), and this smaller than M4SL (8,29) and M5SL (10,24), similar to each other. DLam (cm) - there is no diference between the all trocars (p=0,197); TLam (s) - M1L (0,5) and M2L (0,37) are similar to each other, smallers than M3L (0,87). CONCLUSIONS: The bladed trocars, compared to the non-bladed ones, have lower forces and deformations in their introduction. Conical (M1L) and pyramidal (M2L) trocars showed similar patterns of all analysed parameters. They have lower force and deformation, as well as time and distance of exposed blade in comparision of the pyramidal M3L. There is no diference in distance of exposed blade between the all bladed trocars. As for the non-bladed, the conical model (M5SL) required a greater deformation force than the pyramidal one (M4SL)
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Uso do índice tornozelo-braquial como preditor de eventos cardiovasculares no pós-operatório de cirurgias não cardíacas / Ankle-brachial index estimating cardiac complications after general surgery

Gabriel Assis Lopes do Carmo 25 April 2014 (has links)
A avaliação perioperatória é uma etapa importante antes de encaminhar o paciente para a realização de uma operação. Algoritmos e escores podem ajudar durante este processo de estratificação de risco e na tomada de decisões. Entretanto, a maior parte deles foram descritos e desenvolvidos em um contexto diferente que pode não representar a realidade médico atual. O índice tornozelo-braquial (ITB) é capaz de quantificar o risco cardiovascular na população em geral. É um método barato e passível de ser realizado ambulatorialmente e poderia ser útil antes da realização de procedimentos cirúrgicos. O trabalho atual é um estudo observacional e prospectivo que avaliou pacientes de risco cardiovascular perioperatório intermediário a alto antes de serem submetidos a cirurgias não cardíacas. O ITB foi aferido em todos os pacientes. Um valor <=0,9 foi considerado alterado, definindo o grupo portador de doença arterial periférica. Os demais pacientes constituíram o grupo controle. Traçados eletrocardiográficos e dosagem sérica de troponina foram obtidos em todos os pacientes nas primeiras 72 horas após o procedimento. Todos os pacientes foram seguidos por um período de 30 dias, sendo o desfecho primário um combinado de eventos cardiovasculares (mortalidade cardiovascular, síndrome coronariana aguda, elevação isolada de troponina, insuficiência cardíaca descompensada, choque cardiogênico, arritmias instáveis, parada cardíaca não fatal, edema agudo de pulmão, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica descompensada). Foram avaliados 132 pacientes (61,3% do sexo masculino; idade média 65,4 anos). Durante o período de acompanhamento especificado 57,9% dos pacientes com ITB <= 0,9 apresentaram o desfecho primário vs 25,7% no grupo controle (p=0,011). Após análise multivariada por regressão logística, o odds ratio (OR) para a ocorrência desta complicação foi de 7,4 (IC 95% 2,2-25,0, p=0,001) e o valor de P para o teste de Hosmer-Lemeshow foi de 0,626. A elevação isolada de troponina foi o principal evento encontrado (78,9%). Análise de desfecho secundário mostrou um OR de 13,4 para a ocorrência de elevação isolada de troponina após regressão logística (IC 95% 3,0-59,9, p=0,001) com o valor de P do teste de Hosmer-Lemeshow de 0,922. Concluímos então que, no período perioperatório, a presença de ITB anormal está associado a pior prognóstico cardiovascular, principalmente devido à elevação isolada de troponina / Perioperative evaluation is an important step before referring a patient to surgery. Scores and algorithms can help during this process. However, most of them were developed in different context that may not represent the actual medical scenario. The ankle-brachial index (ABI) can quantify cardiovascular risk in general population. It is inexpensive and easy to perform in office care and could be useful before surgery. This is a prospective and observational study that evaluated intermediate to high cardiovascular risk patients referred for general surgery. ABI were performed in all patients before surgery. A value <= 0.9 was considered abnormal and defined the peripheral artery disease group, and the remaining patients constituted the control group. Troponin-I and electrocardiogram were provided in the first 72 hours. All patients were followed for 30 days and primary endpoint was a composite of cardiovascular events (cardiovascular mortality, acute coronary syndrome, isolated troponin elevation, decompensated heart failure, cardiogenic shock, unstable arrhythmias, non fatal cardiac arrest, pulmonary edema, stroke and peripheral artery disease decompensation). We evaluated 132 patients (61.3% male; mean age 65.4 years). During the specified period 57.9% of patients with ABI <= 0.9 had a cardiovascular event vs 25.7% in the control group (p=0.011). After logistic regression, the odds ratio (OR) was 7.4 (CI 95% 2.2-25.0, p=0.001) and Hosmer-Lemeshow P=0.626. Isolated troponin elevation was the main event (78.9%). Secondary analysis revealed an OR of 13.4 for the occurrence of secondary endpoint after logistic regression (CI 95% 3.0-59.9, p=0.001) and Hosmer-Lemeshow P = 0.922. In conclusion, in the perioperative setting, an abnormal ankle-brachial index is associated with a worse cardiovascular prognosis, especially due to isolated troponin elevation
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A prevalência e impacto da síndrome da apneia obstrutiva do sono em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica / The prevalence and impact of obstructive sleep apnea syndrome in patients submitted to myocardial revascularization

Flavia de Souza Nunes Soares 06 October 2010 (has links)
Introdução: A apneia obstrutiva do sono (AOS) é caracterizada por episódios recorrentes de colapso parcial ou completo da faringe responsáveis por roncos e eventos de hipopneia ou apneia, respectivamente, associados à queda de saturação de oxigênio e despertares frequentes durante o sono. A AOS está associada à doença arterial coronariana e é um fator de risco independente para complicações após cirurgia. Entretanto, a maioria dos pacientes com AOS submetidos à cirurgia não tem suspeita ou diagnóstico prévio de AOS. Objetivos: O principal objetivo do estudo foi determinar prevalência da AOS em candidatos à cirurgia de revascularização do miocárdio (RM) e compará-la à prevalência da AOS em candidatos à cirurgia abdominal eletiva (ABD-cirurgia). Como objetivo secundário, avaliamos os preditores clínicos e o desempenho do questionário de Berlin, que estratifica os pacientes em alto risco e baixo risco de AOS, como teste de triagem no pré-operatório, assim como os preditores clínicos de AOS em ambos os grupos. Métodos: Foram incluídos 40 pacientes consecutivos no grupo RM [29 homens; idade: 56±7 anos; índice de massa corporal (IMC): 30±4 kg/m2], e 41 pacientes no grupo ABD-cirurgia, que foram pareados para sexo, idade e IMC (28 homens; idade: 56±8 anos; IMC: 29±5 11 kg/m2). Todos os pacientes foram submetidos à polissonografia completa noturna (PSG) e à avaliação clínica e laboratorial pré-operatória, incluindo avaliação da sonolência diurna com a escala de sonolência Epworth (ESS) e com o questionário de Berlin. Resultados: A prevalência de AOS (índice de apneia hipopneia na PSG 15 eventos/hora) no grupo RM e ABD-cirurgia foi alta e semelhante (52% e 41%, respectivamente, p=0,32). O grupo RM apresentou menor nível de sonolência (ESS: 6±3 e 9±5; RM vs. ABD-cirurgia, respectivamente, p=0,008). A sensibilidade e a especificidade do Berlin no grupo RM foi 67% e 26%, e no grupo ABD-cirurgia, 82 e 62%, respectivamente. O IMC, as circunferências abdominal e cervical, a pressão arterial sistólica, a pressão arterial diastólica, os triglicerídeos, a lipoproteína de alta densidade sérica (HDL-c), a Diabetes Mellitus e o risco alto de AOS (de acordo com questionário de Berlin) se correlacionaram com a AOS na análise univariada. No entanto, a circunferência abdominal foi o único preditor independente associado à presença de AOS após regressão logística múltipla. Conclusão: A AOS é extremamente comum entre pacientes candidatos à cirurgia cardíaca e cirurgia abdominal. O questionário de Berlin apresentou baixa sensibilidade para detecção AOS em pacientes do grupo RM, mas a sensibilidade e a especificidade no grupo ABD-cirurgia foram semelhantes aos valores encontrados na literatura. A sonolência diurna não está associada à presença de AOS entre portadores de doença arterial coronariana com indicação de tratamento cirúrgico e entre candidatos à cirurgia abdominal eletiva, o que pode ajudar a explicar o subdiagnóstico de AOS na nossa população / Background: The obstructive sleep apnea (OSA) is characterized by recurrent episodes of partial or complete collapse of the pharynx account for snoring and apnea or hypopnea events, respectively, associated with the decrease of oxygen saturation and frequent arousals during sleep. OSA is associated with coronary artery disease and is an independent risk factor for complications after surgery. However, most patients with OSA undergoing surgery is not suspected or previously diagnosed OSA. Objectives: The main objective of this study was to determine the prevalence of OSA in candidates for coronary arterial bypass grafting surgery (CABG) and compare it with the prevalence of OSA in candidates for elective abdominal surgery (ABD-surgery). As a secondary objective, we evaluated the clinical predictors and performance of the Berlin questionnaire, which stratifies patients into high risk and low risk for OSA, as a screening test in the preoperative as well as clinical predictors of OSA in both groups. Methods: We included 40 consecutive patients in the CABG group [29 men, age: 56 ± 7 years, body mass index (BMI): 30 ± 4 kg/m2] and 41 patients in the ABD-surgery, who were matched for gender, age and BMI (28 men, age: 56 ± 8 years, BMI: 29 ± 5 kg/m2 ¬). All patients underwent full nocturnal polysomnography (PSG) and clinical and laboratory pre-operative evaluation, 14 including assessment of daytime sleepiness with the Epworth Sleepiness Scale (ESS) and the Berlin questionnaire. Results: The prevalence of OSA (apnea hypopnea index in PSG 15 events/hour) in the RM group and ABD-surgery was high and similar (52% and 41% respectively, p = 0.32). Patients submitted to CABG presented lower levels of daytime somnolence than ABD-surgery patients (ESS: 6±3 vs. 9±5; p=0.008, respectively). The sensitivity and specificity of Berlin in the RM group was 67% and 26%, and ABD-surgery group, 82 and 62% respectively. The BMI, waist and neck circumference, systolic blood pressure, diastolic blood pressure, triglycerides, serum high density lipoprotein (HDL-C), Diabetes Mellitus and the high risk of OSA (according to questionnaire Berlin) correlated with OSA in univariate analysis. However, waist circumference was the only independent predictor associated with the presence of OSA after multiple logistic regression. Conclusion: OSA is extremely common among patients who are candidates for CABG and abdominal surgery. The Berlin questionnaire showed low sensitivity for detecting OSA in patients in the RM group, but the sensitivity and specificity in ABD-surgery group were similar to those found in the literature. Daytime sleepiness is not associated with the presence of OSA among patients with coronary artery disease with indication for surgical treatment and patients with indication for elective abdominal surgery, which may help explain the underdiagnosis of OSA in our population
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Avaliação dos fatores de risco para morbimortalidade após cirurgia abdominal em pacientes oncológicos / Perioperative morbimortality risk factors for abdominal surgery in cancer patients

Claudia Marquez Simões 08 December 2014 (has links)
Introdução: Os pacientes oncológicos, frequentemente, apresentam complicações graves após cirurgia abdominal. No entanto, existem poucos dados sobre fatores preditores de morbimortalidade neste grupo. O objetivo deste estudo foi identificar fatores preditores de complicações graves e óbitos após cirurgia abdominal em pacientes oncológicos. Métodos: Após aprovação pela comissão de ética institucional, 308 pacientes com câncer submetidos a cirurgias abdominais foram avaliados durante 30 dias de pós-operatório quanto à mortalidade ou a complicações infecciosas, cardiovasculares, respiratórias, neurológicas, renais e cirúrgicas. Também foram avaliados o tempo de internação hospitalar e em unidade de terapia intensiva. Foi realizada análise univariada e multivariada com bootstrap para identificação dos fatores independentes preditores de risco. Resultados: De 308 pacientes operados, 106 pacientes (34,4%) desenvolveram complicações graves durante o período de acompanhamento, sendo que 7 (2,27%) evoluíram para óbito. Em um modelo de regressão logística, os fatores idade (odds ratio [OR] 1.03 IC 95% 1.01-1.06], p = 0.012), estado físico da Sociedade Americana de Anestesiologistas >= 3 (OR 2.61 [IC 95% 1.33-5.17], p = 0.003), hemoglobina pré-operatória inferior a 12 g/dL (OR 2.13 [IC 95% 1.21-4.07], p = 0.014), uso de coloides intra-operatórios (OR 1.89, [IC 95% 1.03-4.07], p = 0.047), volume total de fluidos intra-operatórios (OR 1.22 [IC 95% 0.98-1.59], p = 0.106 por litro), sangramento cirúrgico superior a 500 mL (2.07 [IC 95% 1.00-4.31], p = 0.043) e o uso de vasopressores contínuos no intra-operatório (OR 4.68 [IC 95% 1.55-27.72], p = 0.004) foram identificados como fatores de risco independentes. Conclusões: Os resultados sugerem que estratégia perioperatória baseada no tratamento da anemia pré-operatória, técnica cirúrgica hemostática, uso conservador de hemoderivados, reposição cautelosa de fluidos e prevenção do uso de coloides podem reduzir as complicações pós-operatórias em pacientes com câncer submetidos a cirurgia abdominal. Estes fatores de risco apontados podem ser úteis para futuros estudos com a aplicação de estratégias préoperatórias para otimização dos desfechos / Background: Patients undergoing abdominal surgery for solid tumours frequently develop severe postoperative complications, with impact on quality of life, costs and survival. There are only few studies describing predictive factors for complications in this group. The aim of this study was to identify factors predictive of severe complications, including mortality, in cancer patients undergoing abdominal surgery. Methods: After Institutional Review Board approval, we prospectively evaluated 308 cancer patients following abdominal surgery for 30 days in regard to major complications, including all-cause mortality and infectious, cardiovascular, respiratory, neurologic, renal and surgical complications. The need for treatment in the intensive care unit (ICU), length of the hospital and ICU stay were also evaluated. Univariate and multivariate analyses with bootstrap were performed to determine risk factors for major complications including 30-day mortality. Results: One hundred and six patients (34.4%) developed a severe complication and 7 (2,27%) died during the 30-day follow-up period. Logistic regression identified age (odds ratio [OR] 1.03 [95% CI 1.01-1.06], p=0.012), ASA physical status greater than or equal to 3 (OR 2.61 [95% CI 1.33-5.17], p=0.003), a preoperative hemoglobin level lower than 12 g/dL (OR 2.13 [95% CI 1.21-4.07], p=0.014), intraoperative use of colloids (OR 1.89, [95% CI 1.03-4.07], p=0.047), increased amounts of intravenous fluids (OR 1.22 [95% CI 0.98-1.59], p=0.106 per litre), intraoperative blood losses greater than 500 mL (2.07 [95% CI 1.00-4.31], p=0.043), and the use of continuous vasopressors (OR 4.68 [95% CI 1.55-27.72], p=0.004) as independent risk predictors. Conclusions: Our findings suggest that a perioperative strategy based on the treatment of preoperative anemia, implementation of haemostatic surgical techniques, conservative blood management, inflammation control and the avoidance of colloids may reduce postoperative complications in cancer patients after abdominal surgery. These markers may be useful for further studies to develop perioperative optimization strategies for this population
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A prevalência e impacto da síndrome da apneia obstrutiva do sono em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica / The prevalence and impact of obstructive sleep apnea syndrome in patients submitted to myocardial revascularization

Soares, Flavia de Souza Nunes 06 October 2010 (has links)
Introdução: A apneia obstrutiva do sono (AOS) é caracterizada por episódios recorrentes de colapso parcial ou completo da faringe responsáveis por roncos e eventos de hipopneia ou apneia, respectivamente, associados à queda de saturação de oxigênio e despertares frequentes durante o sono. A AOS está associada à doença arterial coronariana e é um fator de risco independente para complicações após cirurgia. Entretanto, a maioria dos pacientes com AOS submetidos à cirurgia não tem suspeita ou diagnóstico prévio de AOS. Objetivos: O principal objetivo do estudo foi determinar prevalência da AOS em candidatos à cirurgia de revascularização do miocárdio (RM) e compará-la à prevalência da AOS em candidatos à cirurgia abdominal eletiva (ABD-cirurgia). Como objetivo secundário, avaliamos os preditores clínicos e o desempenho do questionário de Berlin, que estratifica os pacientes em alto risco e baixo risco de AOS, como teste de triagem no pré-operatório, assim como os preditores clínicos de AOS em ambos os grupos. Métodos: Foram incluídos 40 pacientes consecutivos no grupo RM [29 homens; idade: 56±7 anos; índice de massa corporal (IMC): 30±4 kg/m2], e 41 pacientes no grupo ABD-cirurgia, que foram pareados para sexo, idade e IMC (28 homens; idade: 56±8 anos; IMC: 29±5 11 kg/m2). Todos os pacientes foram submetidos à polissonografia completa noturna (PSG) e à avaliação clínica e laboratorial pré-operatória, incluindo avaliação da sonolência diurna com a escala de sonolência Epworth (ESS) e com o questionário de Berlin. Resultados: A prevalência de AOS (índice de apneia hipopneia na PSG 15 eventos/hora) no grupo RM e ABD-cirurgia foi alta e semelhante (52% e 41%, respectivamente, p=0,32). O grupo RM apresentou menor nível de sonolência (ESS: 6±3 e 9±5; RM vs. ABD-cirurgia, respectivamente, p=0,008). A sensibilidade e a especificidade do Berlin no grupo RM foi 67% e 26%, e no grupo ABD-cirurgia, 82 e 62%, respectivamente. O IMC, as circunferências abdominal e cervical, a pressão arterial sistólica, a pressão arterial diastólica, os triglicerídeos, a lipoproteína de alta densidade sérica (HDL-c), a Diabetes Mellitus e o risco alto de AOS (de acordo com questionário de Berlin) se correlacionaram com a AOS na análise univariada. No entanto, a circunferência abdominal foi o único preditor independente associado à presença de AOS após regressão logística múltipla. Conclusão: A AOS é extremamente comum entre pacientes candidatos à cirurgia cardíaca e cirurgia abdominal. O questionário de Berlin apresentou baixa sensibilidade para detecção AOS em pacientes do grupo RM, mas a sensibilidade e a especificidade no grupo ABD-cirurgia foram semelhantes aos valores encontrados na literatura. A sonolência diurna não está associada à presença de AOS entre portadores de doença arterial coronariana com indicação de tratamento cirúrgico e entre candidatos à cirurgia abdominal eletiva, o que pode ajudar a explicar o subdiagnóstico de AOS na nossa população / Background: The obstructive sleep apnea (OSA) is characterized by recurrent episodes of partial or complete collapse of the pharynx account for snoring and apnea or hypopnea events, respectively, associated with the decrease of oxygen saturation and frequent arousals during sleep. OSA is associated with coronary artery disease and is an independent risk factor for complications after surgery. However, most patients with OSA undergoing surgery is not suspected or previously diagnosed OSA. Objectives: The main objective of this study was to determine the prevalence of OSA in candidates for coronary arterial bypass grafting surgery (CABG) and compare it with the prevalence of OSA in candidates for elective abdominal surgery (ABD-surgery). As a secondary objective, we evaluated the clinical predictors and performance of the Berlin questionnaire, which stratifies patients into high risk and low risk for OSA, as a screening test in the preoperative as well as clinical predictors of OSA in both groups. Methods: We included 40 consecutive patients in the CABG group [29 men, age: 56 ± 7 years, body mass index (BMI): 30 ± 4 kg/m2] and 41 patients in the ABD-surgery, who were matched for gender, age and BMI (28 men, age: 56 ± 8 years, BMI: 29 ± 5 kg/m2 ¬). All patients underwent full nocturnal polysomnography (PSG) and clinical and laboratory pre-operative evaluation, 14 including assessment of daytime sleepiness with the Epworth Sleepiness Scale (ESS) and the Berlin questionnaire. Results: The prevalence of OSA (apnea hypopnea index in PSG 15 events/hour) in the RM group and ABD-surgery was high and similar (52% and 41% respectively, p = 0.32). Patients submitted to CABG presented lower levels of daytime somnolence than ABD-surgery patients (ESS: 6±3 vs. 9±5; p=0.008, respectively). The sensitivity and specificity of Berlin in the RM group was 67% and 26%, and ABD-surgery group, 82 and 62% respectively. The BMI, waist and neck circumference, systolic blood pressure, diastolic blood pressure, triglycerides, serum high density lipoprotein (HDL-C), Diabetes Mellitus and the high risk of OSA (according to questionnaire Berlin) correlated with OSA in univariate analysis. However, waist circumference was the only independent predictor associated with the presence of OSA after multiple logistic regression. Conclusion: OSA is extremely common among patients who are candidates for CABG and abdominal surgery. The Berlin questionnaire showed low sensitivity for detecting OSA in patients in the RM group, but the sensitivity and specificity in ABD-surgery group were similar to those found in the literature. Daytime sleepiness is not associated with the presence of OSA among patients with coronary artery disease with indication for surgical treatment and patients with indication for elective abdominal surgery, which may help explain the underdiagnosis of OSA in our population

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